domingo, 15 de dezembro de 2013

A BASE SUBTERRÂNEA NAZISTA DA ILHA DE MALTA

A BASE SUBTERRÂNEA DE MALTA "A FAMILIA ALEMÃ KRUPP"








O denominador comum seria a família alemã Krupp que construiu fábricas de munições para Adolph Hitler e não só mantem controle majoritário sobre a ITT mas também ajudou a financiar os projetos Montauk sobre tempo-espaço-controle da mente, para a Sociedade de Thule da Bavária, que estão tendo continuidade dentro da M.A.L.T.A. ou instalações da Montauk-Alsace-Lorraine-Time-Archives dentro dos Montes Alsace-Lorraine próximos à fronteira entre França e Alemanha. Essa região da Alsace-Lorraine foi tomada da França na guerra Franco-Prussiana no século passado depois devolvida à França pelos Aliados no final da Segunda Grande Guerra. A base MALTA pode se localizar sob território alemão próximo à fronteira, no entanto acontece de estar em solo francês, e isso pode ser por estar essa base situada em uma das instalações subterrâneas construidas pelos nazistas antes ou imediatamente após a Segunda Grande Guerra, instalações que os franceses não descobriram após retornar à região depois da guerra. Com relação ao centro da ITT em New Jersey, também se diz que tem uma conexão com a rede nacional-internacional Sub-Global, conforme declara Al Bielek.


A Krupp AG, atualmente ThyssenKrupp AG, à uma empresa cuja sede se localiza em Essen, na Alemanha. Constitui-se num dos principais grupos industriais do país, tendo se destacado na produção de aço, armas, munições e equipamentos. Seu registro oficial era Fried. Krupp AG.
Foi fundada por Friedrich Krupp (1787 — 1860) em 1811, mais tarde o seu filho, Alfred Krupp (Essen, 1812 — Essen, 1887), assumiu a direção da empresa, tendo aumentado de quatro para vinte mil o número de seus empregados.
A empresa inventou o aro de roda inteiriço para os trens, o que representou um considerável progresso para as ferrovias em todo o mundo. Aperfeiçoou, também, um método para fundir canhões de aço, o que auxiliou a Prússia a derrotar a Áustria em 1886 e a França em 1870, dando à  família Krupp o controle da indústria de armas do Império Alemão.
Friedrich Alfred Krupp (Essen, 1854 — Essen, 1902), filho de Alfred Krupp, expandiu os negócios da empresa rumo à  construção naval. Os canhões de longo alcance, que bombardearam Paris na Primeira Guerra Mundial receberam o nome de sua filha, Bertha. Ela se casou com o barão Gustav von Bohlen und Halbach (Haia, 1870 — Blühnbach, 1950), um dos sustentáculos do nazismo, que recebeu o consentimento do Kaiser Guilherme II da Alemanha para usar o nome Krupp. Ele tornou-se, então, o chefe da empresa.
Após a Primeira Guerra Mundial, os aliados reduziram a produção de aço da empresa e proibiram que ela fabricasse munições. Concentrando-se na produção de artigos para tempos de paz, Gustav Krupp reconstruiu a companhia. Mas durante o governo de Adolf Hitler, a família Krupp voltou a fabricar armas, com destaque para a fabricação dos grandes canhões Schwerer Gustav.
Após a Segunda Guerra Mundial, Gustav Krupp não foi julgado como criminoso de guerra por motivo de doença, mas seu filho, Alfred Krupp von Bohlen und Halbach (Essen, 1907 — Essen, 1967), foi condenado a doze anos de prisão, sendo a companhia confiscada.
Em 1953, Krupp foi perdoado pelo comissário John J. McCloy e a empresa voltou às suas mãos. Krupp adquiriu então novos equipamentos e transformou a fábrica numa das principais da Europa, ao fundar uma sociedade que foi o ponto de partida de um poderoso "Konzern" (conglomerado de empresas que não chegam a constituir uma fusão completa) com a siderúrgica Thyssen.



A Segunda Guerra sob o olhar de brasileiros. “Alemanha 1938” é o único livro que aborda as experiências de um militar do Brasil e sua família na Alemanha de Hitler. Alemanha, final dos anos 1930. Adolf Hitler e seu governo nazista estão no poder. O povo alemão o saúda. Mas não as crianças brasileiras que estavam ali.
“Em algumas dessas aparições públicas de Hitler em Essen, Lourdes [11 anos], Izza [10 anos] e Albinha [8 anos] puderam até mesmo, vê-lo de longe. Em uma dessas vezes, ao vê-lo passar, ‘ousaram’ não fazer a saudação nazista (levantando o braço direito esticado) e, sem saber de onde, acabaram levando um tapa na cabeça de algum alemão indignado!”
Assim, o escritor Eduardo Infante (que é filho de Lourdes) retoma, de maneira única, as barbaridades da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) em seu livro Alemanha 1938 – um militar brasileiro e sua família na Alemanha nazista. Isto porque, a obra, lançada pela Prata Editora, é a única no Brasil que traz vivências de uma família de brasileiros em terras nazistas.
Por meio de relatos de seus familiares e também de informações fornecidas pelo Exército Brasileiro, Infante conta como o seu avô, o marechal Gellio de Araújo Lima (que na época, era major), levou sua esposa, Alba, suas quatro filhas (além das já citadas, havia também, Laís, com três anos), sua cunhada Yolanda e a empregada doméstica, Inésia, para a cidade de Essen, zona industrial alemã, às vésperas da Segunda Guerra, mas sem imaginar que o conflito explodiria. O motivo da viagem era a compra de armamentos para o Brasil (autorizada pelo Presidente Getúlio Vargas) e a Alemanha era referência neste tipo de fabricação.
“A família vivenciou o dia a dia dos alemães, a rotina das crianças na escola, fazer compras, passear e viajar nos finais de semana, férias, frequentar reuniões e festas nas casas de oficiais alemães e da elite social de Essen. Sua estada estava programa para durar cinco anos, mas tudo mudou com a guerra”.
Desta forma, em Alemanha 1938, Infante traça o contexto sócio-político-econômico da Europa (e o compara com o Brasil), sem se esquecer dos relacionamentos da família, em maior ou menor grau, com os alemães, fossem eles católicos, judeus ou nazistas. Neste quesito, vale destacar a amizade entre Alfried Krupp, o homem mais rico da Alemanha naqueles tempos, e Gellio.
“Com a amizade entre o major brasileiro e o Sr. Krupp, a família de Gellio teve algumas surpresas e descobriu que passaram a ter algumas regalias na cidade. Era comum irem a vários estabelecimentos comerciais e, depois de escolherem o que queriam, eram informados de que não precisariam pagar, pois seria uma cortesia do estabelecimento e das empresas do grupo Krupp”.
Dentre os amigos judeus, os Araújo Lima mantinham relações com os vizinhos Frida e Sammuel.
“Para resolver ou, pelo menos, amenizar o problema dos amigos, Alba comprava comida para a família de judeus e a guardava em casa. Frida, a mãe judia, ia até a casa de Alba e Gellio, pegava os alimentos, em pouca quantidade, os escondia no sobretudo e atravessava a rua, sem chamar a atenção. (…) Essa era a forma que encontraram para ajudar aquela família, que estava começando a passar fome”.
Alemanha 1938 traz, portanto, um punhado de elementos europeus que cozinham dentro de um caldeirão fervente, mas cujo tempero, é brasileiro. Por ser um resgaste histórico do período da Segunda Guerra, a obra é leitura obrigatória para jornalistas, historiadores, sociólogos, militares e quaisquer outros interessados em compreender a posição do Brasil no conflito por meio do olhar exclusivo de brasileiros que vivenciaram o período.
Sobre o autor:
Eduardo Infante é formado em Administração de Empresas e Comunicação. Escritor e editor, trabalha há mais de vinte anos no segmento do livro e da cultura. Nasceu em Niteroi, no Estado do Rio de Janeiro, e mora em São Paulo, desde a infância. Elaborou um longo e detalhado trabalho de pesquisa sobre a missão militar brasileira na Alemanha, em 1938, e da viagem para Essen do marechal Gellio de Araújo Lima, que, na época, era major. Com o auxílio de valiosas informações fornecidas pelo próprio Exército brasileiro, o autor conseguiu montar um quadro bastante fiel da realidade vivida naqueles dias.
Ficha técnica:
ISBN: 978-85-86307-45-4

ThyssenKrupp: entre o lucro 
e o protesto 

Rodrigo Veronezi Garcia é Blogueiro e estuda sobre Mitologia, Religião, História, Arqueologia, Ciências Ocultas, Sociedades Secretas, Segredos Militares, Geo Politica, Parapsicologia, Ufologia.
Rodrigo Veronezi Garcia Rodrigo Veronezi Garcia

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