terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

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BLOG VERSÃO BRASILEIRA EXTRA-OFICIAL : O GOLPE DE ESTADO DE 1964 E A INFLUÊNCIA DO EMPRES...: A MAÇONARIA E O GOLPE DE CLASSE DE 1964 (A PARTICIPAÇÃO DO GENERAL VERNON WALTERS) Homenagem a os maçons livres que abertamente ...

A NSA MONITORA AS COMUNICAÇÕES DO BRASIL, ÍNDIA, RUSSIA, CHINA



LUIZ ALBERTO MONIZ BANDEIRA 


A NSA “monitora não só [as comunicações] do Brasil como também da Índia, potências que formam com a Rússia e China um grupo a que os Estados Unidos não pode se submeter nem controlar. E isso Washington, seja sob o governo de George W. Bush ou de Barak Obama, não aceita. Essa é a avaliação de Luiz Alberto de Vianna Moniz Moniz Bandeira, doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo e professor titular de História da Política Exterior do Brasil no Departamento de História da Universidade de Brasília (UnB).
Moniz Moniz Bandeira, que ganhou o Troféu Juca Pato de Intelectual do Ano em 2005, por sua obra Formação do Império Americano, destaca um aspecto da espionagem que se relaciona com a política externa dos EUA o fato de o país ter aperfeiçoado vários tipos de operações de guerra psicológica e paramilitares. “Elas jamais deveriam ser atribuídas à CIA ou ao governo dos Estados Unidos, e sim a outras pessoas ou organizações.
A técnica consistia essencialmente na ‘penetration’ em buscar aliados na oposição interna e nos meios militares, cooptá-los e financiá-los, visando a influenciar, por meios encobertos, sua política doméstica e sua política exterior”, explica.
Confira a íntegra da entrevista, concedida por e-mail, abaixo.
Fórum – Quando a espionagem ganhou maior importância para os EUA como um dos pilares da sua lógica de defesa e expansão imperialista?
Moniz Bandeira – O conhecimento do inimigo, da configuração do terreno e do tempo, bem como de outros fatores, sempre foi fundamental em todas as guerras, conforme ensinou o famoso general e estrategista chinês Sūnzǐ, conhecido como Sun Tzu (544 a.C). A espionagem, portanto, constitui um elemento essencial na história dos Estados Unidos, um país que em 235 anos de existência, desde a sua fundação, em 1776, esteve envolvido em 214 anos de guerra, com apenas 25 de paz. Durante a guerra da Independência (1775–1783), George Washington, em carta datada de 26 de julho de 1977, escreveu sobre a necessidade e urgência de coletar boa inteligência. Consta que seu primeiro espião profissional foi Thomas W. Knowlton (1740 –1776), que serviu como coronel dos rangers na Revolução Americana, com a tarefa de coletar inteligência. Morreu na batalha Harlem Heights (1776).
Com o desenvolvimento da tecnologia, os Estados Unidos, antes da II Guerra Mundial, estabeleceram eficiente sistema de captação e decifração de códigos, o Signal Intelligence Service (SIS), da Marinha, que executou a operação Magic. Em 1940, interceptou as mensagens de Tóquio e, quebrando e decifrando e código Purple, soube que o Japão começaria a guerra nos primeiros dias de dezembro de 1941. Diversas mensagens interceptadas pelo SIS e decodificadas pela Magic, nos dias 3, 4 e 5 de dezembro, indicaram inequivocamente o interesse do Japão na esquadra americana estacionada em Pearl Harbor. Não se obteve informação conclusiva de que o Japão atacaria Pearl Harbor em 7 de dezembro, mas havia indicações seguras de que algo significativo ocorreria, naquele dia, em torno das 13 horas de Washington, ou seja, em torno das 7h30 do Havaí. O ataque a essa base naval, portanto, não surpreendeu Washington. Mostro o que aconteceu no meu livro Formação do Império Americano.
Fórum – E depois?
Moniz Bandeira – Após o começo da Segunda Guerra Mundial, o presidente Franklin D. Roosevelt, em 13 de junho de 1942, criou o Office of Strategic Services (OSS) com o objetivo não apenas de coletar e analisar informações estratégicas, requeridas pelo Estado Maior Conjunto, mas também de realizar operações encobertas por trás do front inimigo, isto é, na Europa e na Ásia. Mas as atividades de inteligência na América Latina ainda continuaram com o FBI, enquanto o Exército e a Marinha reservavam suas áreas de responsabilidade. Agentes do OSS, em 1943, foram encarregados de treinar as tropas do Komintang na China e Burma, onde integrantes do Detachment 101 recrutaram os Kachins, tártaros ainda em estado selvagem, para a guerra contra o Japão.
Fórum – Quando a CIA foi criada? Moniz Bandeira – A CIA foi criada, em 1947 pelo governo do presidente Harry Truman, como sucessora do Office of Strategic Services (OSS), e também não se dedicou somente à coleta de inteligência. Ela desenvolveu principalmente a técnica da subversão, por meio de covert atctions, como instrumento de política exterior dos Estados Unidos. Aperfeiçoou vários tipos de operações de guerra psicológica e paramilitares. Elas jamais deveriam ser atribuídas à CIA ou ao governo dos Estados Unidos, e sim a outras pessoas ou organizações. A técnica consistia essencialmente na “penetration”, em buscar aliados na oposição interna e nos meios militares, cooptá-los e financiá-los, visando a influenciar, por meios encobertos, sua política doméstica e sua política exterior. A regra mais importante na sua execução era a possibilidade de “plausible denial”, ou seja, negar convincentemente a responsabilidade e a cumplicidade dos Estados Unidos com o golpe de Estado, ou qualquer operação terrorista, a fim de evitar consequências no campo diplomático. A plausible deniability, usada para evitar que acusassem os Estados Unidos de intromissão nos assuntos internos de outros países, tornou-se uma característica essencial de sua diplomacia, confirmando in fragantio que os alemães consideravam a Heuchelei (hipocrisia) nas virtudes americanas.
Fórum – A hipocrisia é uma constante na política exterior dos Estados Unidos? Moniz Bandeira – Sim. Haja visto a questão das armas químicas, armada como pretexto para invadir a Síria e promover a mudança do regime. Durante a guerra no Vietnã, os Estados Unidos empreenderam e ampliaram a guerra química e bacteriológica, iniciada com a Operation Ranch Hand, depois denominada Research and Development (RD), em 1961, quando dois aviões C-123 realizaram seis sortidas, espargindo um total de 50 mil galões de herbicida e desfolhantes químicos no Vietnã do Sul. Essas substâncias químicas para defoliation não apenas destruíam a folhagem das árvores, a vegetação, o solo e o meio ambiente como causavam envenenamento da população . Também não se pode esquecer as terríveis bombas da napalm lançadas, entre 1965 e 1972, no Vitenã e Camboja pela Força Aérea dos Estados Unidos. Essa substância – napalm – é a mistura de plástico polistireno, benzina e gasolina, formando uma espécie de geleia, que, quando acendida, ferve até 212°F e eleva a a temperatura de 1.500°F a 2.200°F, afixada no corpo da vítima. O Agente Laranja foi outra arma química usada pelos Estados Unidos, a qual, segundo a Cruz Vermelha do Vietnã, causou 4,8 milhões de mortes e o nascimento de cerca de 400 mil crianças com defeitos.
Fórum – Que tipo de papel a CIA passou a ter, com a sua criação, para os interesses dos EUA no exterior? Moniz Bandeira – A diretriz NSC 10/2, de 18 de junho de 1948, ampliou atividades clandestinas da CIA, além de promover covert action e guerra psicológica, e a incumbiu de realizar propaganda, guerra econômica, ações preventivas diretas, incluindo sabotagem, demolição, medidas de evacuação, subversão contra governos hostis, inclusive assistência aos movimentos de resistência, guerrilhas, bem como apoio aos elementos anticomunistas nos países do “Mundo LIvre”. Assim, nos anos subsequentes, os Estados Unidos construíram gigantesca máquina de inteligência e de guerra. A “segurança nacional” tornou-se a justificativa para imensos gastos com defesa, operações encobertas, e a CIA converteu-se mais e mais em uma força paramilitar, além de suas funções de espionagem e coleta de inteligência. Durante a Guerra Fria, ela e o Pentágono adquiriram enorme relevância, quiçá maior do que o Departamento de Estado, na política exterior dos Estados Unidos. Encorajou e patrocinou tanto golpes militares quanto assassinatos, sabotagens e as mais diversas atividades terroristas, visando à mudança de governos (regime change) e à consecução dos objetivos táticos e estratégicos dos Estados Unidos. Em 1963, o ex-presidente Harry Truman, que a criara, percebeu que a CIA se tornara um monstro, “a policy-making arm of the Government”[um braço de elaboração de políticas do governo], não escondeu que ficava perturbado ao ver que ela se tornara “a symbol of sinister and mysterious foreign intrigue – and a subject for cold war enemy propaganda” [um símbolo da sinistra e misteriosa intriga estrangeira – e um tema para a propaganda inimiga na Guerra Fria], e declarou que nunca havia pensado que ela seria injetada “into peacetime cloak and dagger operations” [em operações secretas e covardes em tempos de paz].
Fórum – Após o término da Guerra Fria, um dos principais argumentos para a espionagem norte-americana acabou esvaziado. Como se justificou a manutenção de um orçamento quase que ilimitado para seu serviço de inteligência e espionagem? Moniz Bandeira – Os Estados Unidos, no governo do presidente Jimmy Carter (1977-1981), encorajaram o ressurgimento do fundamentalismo islâmico, com o objetivo de desestabilizar a União Soviética a partir das Repúblicas muçulmanas da Ásia Central, e formar um green belt, um cinturão islâmico, com a colaboração do Paquistão e da Arábia Saudita, para promover aJihad [guerra santa] contra os “comunistas ateus” no Afeganistão. E o terrorismo entrou na agenda do presidente Ronald Rea­gan (1981-1989) como a nova ameaça a enfrentar. A questão, entretanto, não era nova. Nas décadas de 1960 e 1970, tanto a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) quanto a Frente de Libertação Nacional (FLN), da Argélia, e a Frente de Libertação da Eritreia (FLE) recorreram a esse método de luta, sem que se configurasse ameaça internacional.
Foram a CIA e o Inter-Services Intelligence (ISI) do Paquistão e o Ri’āsat Al-Istikhbārāt Al-’Āmah, serviço de inteligência da Arábia Saudita, que institucionalizaram o terrorismo em larga escala, com o estabelecimento de campos de treinamento no Afeganistão, a fim de combater as tropas da União Soviética (1979-1989), fornecendo aos mujahidin [aquele que se empenha na luta ou “guerreiro santo”] toda sorte de recursos e sofisticados petrechos bélicos – de 300 a 500 mísseis antiaéreos Stinger, dos Estados Unidos. O próprio general Pervez Musharraf, ex-ditador do Paquistão, confessou em suas memórias que os Estados Unidos, o Paquistão e a Arábia Saudita foram os que se aliaram na Jihad do Afeganistão e criaram “our own Frankenstein’s monster”. A CIA forneceu em torno de US$ 3,3 bilhões, dos quais pelos menos a metade proveio do governo da Arábia Saudita. Os EUA necessitam sempre criar ameaças, a fim de justificar a demanda de novos armamentos, de alimentar com recursos financeiros o complexo industrial-militar, sustentáculo de sua economia. Nos últimos anos, nenhum setor econômico cresceu tanto quanto a indústria de armamentos, daí o afã doentio pelas guerras, não apenas do presidente George W. Bush, mas também do Prêmio Nobel da Paz, o presidente Barack Obama, cujos gastos militares, da ordem de US$ 685,3 bilhões em 2012, ainda foram 69% mais altos em termos reais do que em 2001, quando começou a “war on terror”, no Afeganistão, e em 2013, com a invasão do Iraque.
Fórum – Empresas dos Estados Unidos? Moniz Bandeira – Sim. Das cem maiores empresas de armamentos e equipamentos bélicos que mais ganharam com os gastos de guerra, segundo o Instituto de Investigação da Paz, de Estocolmo (Sipri), 47 são dos Estados Unidos. Elas monopolizaram 60% das vendas totais de armamento produzido pelas cem maiores, e daí a correlação entre o gasto militar e engravescimento da dívida pública dos Estados Unidos.
Fórum – Qual o papel da NSA?
Moniz Bandeira – Por volta de 1924, com o progresso tecnológico, a Marinha dos Estados estabeleceu postos de communications intelligence [COMINT], e electronic intelligence [ELINT] entre a China e Oahu, no arquipélago de Havai, para a captação das comunicações eletrônicas do Japão. Esse sistema desenvolveu-se e estendeu-se entre as duas guerras mundiais. E a National Security Agency foi formalmente instituída, em memorândum do presidente Harry Truman, em 24 de outubro de 1952, substituindo a Armed Forces Security Agency (AFSA), criada em maio de 1949, no âmbito do Ministério da Defesa. A Guerra Fria estava no auge e, ao contrário da CIA e da DIA (Defense Intelligence Agency), do Exército, agências encarragadas de humint(human intelligence), a função da NSA, também na jurisdição, era a de Sigint, isto é, a de captar e decifrar comunicações eletrônicas e de inteligência e reparti-las com o Departamento de Estado, a CIA e o FBI. Desde o fim dos anos 1960, porém, a coleta de inteligência econômica e informações sobre o desenvolvimento científico e tecnológico dos demais países tornou-se crescentemente um dos mais importantes objetivos da Comint , operado pela National Security Agency (NSA), dos Estados Unidos, e pelo Government Communications Headquarters (GCHQ), da Grã-Bretanha, que em 1948 haviam firmado um pacto secreto, conhecido como UKUSA (UK-USA) – Signals Intelligence (Sigint), formando um pool para interceptação de mensagens da União Soviética e demais países do Bloco Socialista.
Fórum – E por que a NSA monitora as comunicacões de outros países? Moniz Bandeira – Monitora não só do Brasil como também da Índia, potências que formam com a Rússia e China um grupo a que os Estados Unidos não podem submeter nem controlar. E isso Washington, seja sob o governo de George W. Bush ou de Barak Obama, não aceita. Conforme estabelecido, em 1992, o general Colin Powell, então chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, a dimensão estratégica dos Estados Unidos, com a dissolução da União Soviética, devia ser a full-fledged dominance, de modo a preservar sua “credible capability” de enfrentar qualquer potencial adversário que viesse a competir militarmente e, implicitamente, no mercado mundial. De fato, entretanto, os Estados Unidos sempre perceberam como adversário qualquer país que não obedecesse às suas diretrizes. E o Brasil voltou a inserir-se em tal categoria, desde que retomou uma política soberana e começou a projetar-se não só como potência econômica, mas também começando a projetar-se politicamente além da esfera regional.
Fórum – Que significa a full-fledged dominanceMoniz Bandeira – A full-fledged dominance implica, virtualmente, o fim da pluralidade dos Estados nacionais, tanto no Oriente como no Ocidente, e a consolidação do princípio de que a soberania nacional é contingente e condicional, não o privilégio de qualquer Estado. Isso significa que o Império Americano pretende legitimar o monopólio da violência organizada, acabar com a ONU, uma  vez que, com o poder de veto, a Rússia e a China se opõemmuitas vezes aos seus desígnios, como no caso da Síria, e assumir um poder incapaz de respeitar a vida humana, resultante de uma cultura trágica, formada ao longo de mais de dois séculos de guerras, isto é, de 214 anos de conflitos bélicos de high e low-intensity (apenas 21 de paz). No discurso pronunciado na abertura da 68a Assembleia Geral da ONU, o presidente Obama, evidenciando a mentalidade totalitária de que está imbuído, declarou que, se o Conselho de Segurança não fosse capaz de concordar com uma resolução, ameaçando a Síria, caso não abandonasse seu arsenal químico (o que o presidente Bashar al-Assad começou a fazer), mostraria que a ONU é incapaz de fazer valer as mais básicas leis internacionais. O presidente George W. Bush obedeceu à ONU quando invadiu o Iraque em 2003? O presidente Barak Obama respeitou a Resolução do Conselho de Segurança quando levou a Otan a bombardear a Líbia? Não. E, no mesmo discurso, insistiu na doutrina de que os Estados Unidos desempenham um papel “excepcional” e que, se deixassem de fazê-lo, criaria um “vácuo de liderança, que nenhuma outra nação estaria pronta para preenchê-lo”. Não seria exagero comparar essa crença no “excepcionalismo” dos Estados Unidos, como “nação indispensável”, com a teoria da raça superior que Adolf Hitler defendeu para os alemães. F
FONTES
Por LUIZ ALBERTO MONIZ BANDEIRA 

Luiz Alberto Moniz Bandeira é doutor em ciência política, professor titular de História da Política Exterior do Brasil, na Universidade de Brasília (aposentado) , e autor de mais de vinte obras, entre as quais O Governo João Goulart: As lutas sociais no Brasil (1961-1964), cuja 7ª. Edição revista e ampliada, lançada pela Editora Revan em 2001, Brasil, Argentina e Estados Unidos: Conflito e integração na América do Sul (Da Tríplice Aliança ao Mercosul), e De Marti a Fidel: a revolução cubana e a América Latina.

Edição 127 da revista Fórum.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

"A CONSPIRAÇÃO" O BLOG DE RODRIGO VERONEZI GARCIA : A TÉCNICA DE GOLPE DE ESTADO DA CIA ESTA SENDO APL...

"A CONSPIRAÇÃO" O BLOG DE RODRIGO VERONEZI GARCIA : A TÉCNICA DE GOLPE DE ESTADO DA CIA ESTA SENDO APL...: As operações de guerra psicológica implicam propaganda e divulgação, ou seja, campanha através da mídia, junto às diversas organi...

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

A TÉCNICA DE GOLPE DE ESTADO DA CIA ESTA SENDO APLICADA NA UCRÂNIA E NA VENEZUELA NESTE MOMENTO

As operações de guerra psicológica implicam propaganda e divulgação, ou seja, campanha através da mídia, junto às diversas organizações estudantis, sindicatos, outros grupos profissionais e culturais, bem como junto aos partidos políticos, sem que a procedência das informações possa ser atribuída ao governo americano. Ela é efetivada, muitas vezes, por agentes da CIA, estacionados na Embaixada Americana como diplomatas, ou homens de negócios, estudantes ou aposentados, enquanto as operações paramilitares consistem na infiltração em áreas proibidas, sabotagem, guerra econômica, apoio aéreo e marítimo, financiamentos de candidatos nas eleições, suborno, assassinatos (executive actions) pela Division D, dentro do projeto conhecido como ZR/RIFLE[8], 




A TÉCNICA DE GOLPE DE ESTADO DA CIA ESTA SENDO APLICADA NA UCRÂNIA E NA VENEZUELA NESTE MOMENTO

A CIA e a técnica do golpe de Estado*




“Friday, April 3, 1964 - 12:06 p.m.

Thomas Mann: I hope you’re as happy about Brazil as I am.

Lyndon B. Johnson: I am.

Thomas Mann: I think that’s the most thing that’s happened in the hemisphere in three years.

Lyndon B. Johnson: I hope they give us some credit, instead of hell”[1].




Curzio Malaparte, quando escreveu, nos anos 30, Técnica del colpo di Stato, ressaltou que “il problema della conquista e della difesa dello Stato moderno non è un problema politico, ma tecnico”[2]. Essa técnica, que se vinha modificando, no curso dos séculos, paralelamente à transformação da natureza do Estado[3], desenvolveu-se enormemente e ganhou maior dimensão, ao ser ampla e sistematicamente utilizada pelos Estados Unidos, como instrumento de política exterior e ingerência nos assuntos internos de outros países, desde a criação da Central Intelligence Agency (CIA), em 1947, durante o governo do presidente Harry Truman (1945-1953). “We must learn to subvert, sabotage and destroy our enemies by more clear, more sophiticated and more effective method than those against us” [4] – recomendou um documento secreto, anexado ao Doolitle Report para a Hoover Commission, em 1950[5].

A CIA, sucessora do Ofice of Strategic Services (OSS), dedicou-se não apenas à coleta de dados, mas a vários tipos de operações de guerra psicológica e paramilitares, conhecidas como PP ou KUKAGE, que jamais deveriam ser a ela atribuídas ou ao governo dos Estados Unidos e sim a outras pessoas ou organizações[6]. O ex-agente da CIA, Philip Agee reconheceu, em seu livro Inside the Company: Cia Diary, que essas operações são arriscadas porque quase sempre significam intervenção, pois visam a influenciar, por meios encobertos, os assuntos internos de outro país, com o qual os Estados Unidos mantém relações diplomáticas normais, e a técnica consiste essencialmente na “penetração”[7], buscando aliados desejosos de colaborar com a CIA. Daí que a regra mais importante na sua execução é a possibilidade de “plausible denial”, i.e., negar convincentemente a responsabilidade e a cumplicidade dos Estados Unidos com o golpe de Estado, ou outra operação, uma vez que, se fosse descoberto seu patrocínio, as conseqüências no campo diplomático seriam graves.

As operações de guerra psicológica implicam propaganda e divulgação, ou seja, campanha através da mídia, junto às diversas organizações estudantis, sindicatos, outros grupos profissionais e culturais, bem como junto aos partidos políticos, sem que a procedência das informações possa ser atribuída ao governo americano. Ela é efetivada, muitas vezes, por agentes da CIA, estacionados na Embaixada Americana como diplomatas, ou homens de negócios, estudantes ou aposentados, enquanto as operações paramilitares consistem na infiltração em áreas proibidas, sabotagem, guerra econômica, apoio aéreo e marítimo, financiamentos de candidatos nas eleições, suborno, assassinatos (executive actions) pela Division D, dentro do projeto conhecido como ZR/RIFLE[8], treinamento e manutenção de pequenos exércitos (covert actions) etc[9]. Essas operações tipificam a técnica do golpe de Estado, que a CIA desenvolveu e aplicou no Brasil e em diversos países da América Latina, nos anos 60 e 70 do século XX, radicalizando, artificialmente, as lutas sociais, até ao ponto de provocar o desequilíbrio político e desestabilizar governos (spoling actions), que não se submetiam às diretrizes estratégicas dos Estados Unidos. “In some cases, a timely bombing by a station agent, followed by mass demonstrations and finally by intervention by military in the name of the restoration of order and national unity – revelou Philp Agee, acrescentando que as operações políticas da CIA foram responsáveis por coups, que obedeceram ao mesmo padrão no Irã, em 1953, e no Sudão, em 1958.

Os agentes da CIA e seus mercenários nativos, encarregados de promover “hidden World War Three”[10], executaram no Brasil, desde 1961, as mais variadas modalidades de covert action e spoiling action, engravescendo a crise interna e induzindo, artificialmente, o conflito político à radicalização, muito além dos próprios impulsos intrínsecos das lutas sociais, das quais a comunidade empresarial norte-americana participava como significativo segmento de suas classes dominantes. Àquele tempo, as corporações multinacionais, em busca de fatores mais baratos de produção, não podiam tolerar nos new industrializing countries nenhum governo de corte social-democrático, que, sob influência dos sindicatos, favorecesse a valorização da força de trabalho. E, conquanto o presidente John F. Kennedy (1961-1963) condenasse, formalmente, os golpes de Estado e privilegiasse a democracia representativa como forma de evitar revoluções e combater o comunismo, os Estados Unidos trataram de enfraquecer e derrubar o governo do presidente João Goulart, não apenas por causa de algumas nacionalizações, mas, sobretudo, com o objetivo de modificar a política externa do Brasil, que defendia os princípios de autodeterminação dos povos e se opunha à intervenção armada em Cuba.

Em 11 de dezembro de 1962, Kennedy reuniu o Comitê Executivo do Conselho de Segurança Nacional para examinar a “ameaça comunista” no Brasil e a crise do seu balanço de pagamentos. Ao que tudo indica, naquela oportunidade, decidiu-se que os Estados Unidos suspenderiam totalmente qualquer financiamento ao Governo Goulart, nada fazendo, como prorrogação de vencimentos, para aliviar as dificuldades de suas contas externas, e só destinando recursos aos Estados, depois denominados “ilhas de sanidade administrativa”, cujos governadores eram militantes anticomunistas. No dia seguinte, ao falar a imprensa, Kennedy referiu-se duramente à situação do Brasil, declarando que uma inflação de 5% ao mês anulava a ajuda norte-americana e aumentava a instabilidade política. Segundo ele, uma inflação no ritmo de 50% ao ano não tinha precedentes e os Estados Unidos nada podiam fazer para beneficiar o povo brasileiro, enquanto a situação monetária e fiscal dentro do país fosse tão instável. Assim, publicamente, proclamou que o Brasil estava em bancarrota. E ao receber em audiência, no dia 13, o senador Juscelino Kubitschek, ex-presidente do Brasil, e Alberto Lleras Camargo, ex-presidente da Colômbia, prognosticou que, não importando o que os EUA fizessem, a situação do Brasil devia deteriorar-se[11].

BAIXEM O LIVRO DE GRAÇA   http://pt.scribd.com/doc/168929928/A-CIA-e-a-tecnica-do-golpe-de-Estado


Por LUIZ ALBERTO MONIZ BANDEIRA 

Luiz Alberto Moniz Bandeira é doutor em ciência política, professor titular de História da Política Exterior do Brasil, na Universidade de Brasília (aposentado) , e autor de mais de vinte obras, entre as quais O Governo João Goulart: As lutas sociais no Brasil (1961-1964), cuja 7ª. Edição revista e ampliada, lançada pela Editora Revan em 2001, Brasil, Argentina e Estados Unidos: Conflito e integração na América do Sul (Da Tríplice Aliança ao Mercosul), e De Marti a Fidel: a revolução cubana e a América Latina.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

BLOG VERSÃO BRASILEIRA EXTRA-OFICIAL : O BLOG CONSPIRAÇÃO APOIA EDWARD SNOWDEN EX FUNCION...

BLOG VERSÃO BRASILEIRA EXTRA-OFICIAL : O BLOG CONSPIRAÇÃO APOIA EDWARD SNOWDEN EX FUNCION...: rkel. Ex-funcionário da agência de inteligência dos EUA, Edward Snowden ganhou notoriedade mundial no ano passado ao revelar que Wa...

O BLOG CONSPIRAÇÃO APOIA EDWARD SNOWDEN EX FUNCIONÁRIO D AGÊNCIA NORTE AMERICANA DE INTELiGÊNCIA



rkel.
Ex-funcionário da agência de inteligência dos EUA, Edward Snowden ganhou notoriedade mundial no ano passado ao revelar que Washington, por meio da NSA, espionava milhões de cidadãos estrangeiros, entre eles chefes de Estado e dirigentes de empresas.

O material desviado por Snowden denunciaram, que os Estados Unidos monitoraram, entre outros, a presidente Dilma Rousseff e a chanceler alemã, Angela Merkel.




Lembrando aos leitores que o Blog Conspiração é de minha propriedade e aqui eu bato o escanteio e faço o gol e depois boto a minha cara para bater, e os ladrões miseráveis apoiados pela oposição que invadiram a minha conta do adsense só levam os lucros com os anúncios, mas voltando ao tema principal eu vou ser sincero e dizer aqui para todos que apoiam Edward Snowden que até as privadas do Palácio do Governo tem filmadoras e escutas da CIA e que a nossa Presidente esta sendo inclusive ameaçada pela Diplomacia Norte Americana para não dar em nenhuma hipótese asilo político para o ex funcionário da Agência Norte Americana de Inteligência Edward Snowden, ela não tem poder sozinha para autorizar isto e acho que deveriam levar o assunto para o Congresso ou para o Senado votar e tirar a responsabilidade que esta toda em cima dela, sem falar na mídia aqui do Brasil que esta intimamente ligada a mídia Norte Americana que também tem medo de seu governo e não quer ir contra para não ser acusada de terrorismo, aqui no Brasil eu já havia denunciado a espionagem da CIA muito antes de Edward Snowden desertar e confirmar o que eu já havia postado aqui há alguns anos como a espionagem na Petrobras e em outras estatais além do aliciamento da CIA em nossos policiais federais oferecendo cursos nos EUA e pagando as suas despesas, eu já paguei o preço por causa de minha denúncias aqui que na realidade nem recebi porque os lucros com, o adsense foram desviados, pedi ajuda as autoridades policiais, ao MPF e até mesmo a Presidente Dilma e ninguém me ajudou até agora porque todos tem medo dos Norte Americanos e de suas mentiras e manipulações, eles tem influência na Policia aqui e já tentaram me acusar de todos os artigos do código penal sem sucesso porque era tudo mentira e o que eles queriam era encobrir as denúncias que faço constantemente aqui no meu blog pessoal, mas vamos continuar a nossa luta e eu admiro a coragem de Edward Snowden e estou torcendo por ele e espero que ele consiga o asilo político porque ele merece e foi muito digno como ser humano ao denúnciar os métodos ilegais e criminosos usados pela NSA que ferem a constituição dos EUA e a constituição de qualquer país neste planeta e são contra os direitos humanos, a verdade é que a NSA é que deveria pedir asilo político no INFERNO, um ótimo dia a todos os leitores.   

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

BLOG VERSÃO BRASILEIRA EXTRA-OFICIAL : A VERDADEIRAS ORIGENS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASI...

BLOG VERSÃO BRASILEIRA EXTRA-OFICIAL : A VERDADEIRAS ORIGENS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASI...: VEJAM O DOCUMENTO  Não há, no pórtico da nossa História, pergunta mais natural do que esta: de onde vêm esses bugres que os marean...

AS PROVAS SOBRE O ASSASSINATO DE TANCREDO NEVES E ULYSSES GUIMARÃES E O ACOBERTAMENTO DA REDE GLOBO

O CORPO DE TANCREDO NEVES TAMBÉM DEVE SER EXUMADO ATENÇÃO COMISSÃO DA VERDADE E MPF ATENÇÃO JUSTIÇA DO BRASIL


Nesta foto Tancredo Neves já esta morto e observem os médicos segurando as suas costas e observem os lhos deles, não há como negar e eles usaram esta foto para mostrar para imprensa que eles ainda estava vivo e enganaram todo o povo brasileiro, a verdade vai parecer logo aguardem.     


O PRESIDENTE JOÃO GOULART FOI ASSASSINADO E O PRESIDENTE TANCREDO NEVES TAMBÉM FOI ASSASSINADO PELA ARENA E SEU CORPO TAMBÉM DEVE SER EXUMADO


A exumação dos restos mortais do ex-presidente João Goulart (1919-1976), conhecido como Jango, foi concluída por volta das 2h desta quinta-feira (14), depois de mais de 18 horas de trabalhos, no mausoléu da família no cemitério Jardim da Paz, em São Borja (RS). A informação foi confirmada pela SDH (Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República).

O ASSASSINATO DE TANCREDO NEVES

Arena matou Tancredo Neves?

"Tancredo foi assassinado quando perceberam que a vitória era inevitável

Após 38 dias de agonia, e sete cirurgias, o primeiro presidente civil eleito desde o Golpe Militar, morre. Assume o vice da chapa, José Sarney, do PFL, partido fundado por dissidentes do PDS. Com ele, o poder permanecia nas mãos dos que apoiavam o regime militar. Muitos acreditam que sua morte tenha sido um plano arquitetado pelos líderes do regime autoritário, quando perceberam que sua vitória era inevitável.
Sabe-se que o hospital da Base de Brasília não possuía todas as exigências para a cirurgia que ele deveria sofrer. No entanto, os médicos vetaram a transferência para o Instituto do Coração, em São Paulo, alegando que a cirurgia deveria começar, em, no máximo, uma hora. Somente três horas depois, os médicos começaram a operação, com 40 pessoas dentro do centro cirúrgico.

Outro fato estranho: ao mesmo tempo em que Tancredo era internado com fortes dores abdominais, o seu mordomo, João Rosa, começou a sofrer dores similares. João, funcionário do Planalto, acompanhava Tancredo em sua residência provisória, na Granja do Riacho Fundo. Ficou 16 dias no hospital e, como Tancredo, sofreu sete cirurgias antes de morrer. A doença foi diagnosticada como diverticulite - primeiro diagnóstico do presidente.

João e Tancredo sentiram os mesmo sintomas num intervalo curto de tempo. Como conviviam no mesmo local, pode-se suspeitar que ambos tenham sido envenenados: o presidente eleito era o alvo principal; o mordomo tivera o azar de estar no local errado, na hora errada.

Outra pista de que a morte de Tancredo não foi fatalidade, mas um plano minuciosamente arquitetado: em 1996, durante uma entrevista ao programa "Roda Viva", de São Paulo, o general Newton Cruz admitiu que, em outubro de 84, quando era comandante militar do Planalto, foi procurado pelo então candidato Paulo Maluf, que teria proposto um golpe militar, caso Tancredo fosse eleito, justificando que o adversário estava muito doente.

Como Maluf poderia saber da doença de Tancredo com seis meses de antecedência?"



No mês da morte de Trancredo A rede globo mostrou uma reportagem especial sobre a morte de trancredo.

Conversando com um professor de história ouvi a história de que Trancredo Neves foi assassinado,então eles inventaram o conto da diverticulite,que agora vem sendo questionado e a rede globo tenta manter as aparências de seu passado militar.

O que sei é que no dia de sua posse,na missa celebrativa(catedral de Brasília),acabou a luz e ouviu-se um tiro(ou algo parecido),...dias depois foi divulgado que Trancredo teve uma crise e estava no hospital(UTI),no caso ele já estaria morto,mas os militares que por sinal apoiavam Sarney,encobriram a noticia e deixaram para divulgar sua morte no dia 22/04,coincidência com Tiradentes?,não fizeram isso pensando na comoção nacional...

Diz-se ainda que a repórter Gloria Maria ,presenciou a cena,e teve que ir fazer umas ?reportagens? por alguns anos na Finlândia...

MORTES MISTERIOSAS “QUEIMA DE ARQUIVO”

A doença súbita de Tancredo foi óbvia. Assim como a morte montada para o assassinato de PC Farias. Assim como o óbito inexplicável da esposa de PC Farias, logo depois dela ameaçar dizer o que sabia.
Outra morte misteriosa foi a do Ministro Sérgio Motta. Ele foi o responsável pela privatização do sistema Telebrás (na época um dos maiores cabides de emprego do governo)

“Gravações obtidas pelo jornal, Folha de São Paulo, envolveram o ministro no escândalo de compra de votos para a aprovação da emenda de reeleição de FHC.

Nas gravações, o deputado João Maia (PFL). dizia que recebeu R$ 200 mil para votar a favor da emenda que permitiu a reeleição de FHC. O deputado revela ainda que a barganha pelo voto previa receber R$ 200 mil do governo federal e outros R$ 200 mil do governo do Estado do Acre. O dinheiro usado na operação, segundo Maia, foi providenciado pelo governador do Amazonas, Amazonino Mendes (PFL), e pelo ministro Sérgio Motta. (...)

Caso Tancredo Neves

Tancredo nao tomara posse, entao o legitimo sucessor, era o Pres.da Camara, Ulysses Guimaraes. Mas, infelizmente, por pressoes de militares, de parte do PMDB(o Ministerio de Tancredo ja havia sido montado) e do PFL, Sarney assumiu.

Caso Ulysses Guimaraes/Impeachment de Collor.

Como sabemos, a campanha de Collor e Itamar(seu Vice, eleitos na mesma chapa), foi feita e financiada por um grande esquema de corrupçao, PC Farias. Mesmo que Itamar nao soubesse desse esquema, ele foi beneficiado, como integrante da chapa eleita. Tanto que o mais correto juridicamente, era cassar Collor e seu Vice, Itamar. Nesse caso, assumiria o Pres.da Camara, interinamente por 30 dias, e convocaria uma eleiçao indireta, pra eleger um Presidente para completar o mandato. Ou entao, o TSE empossaria o segundo colocado na eleiçao de 1989 (Lula). No caso, a eleiçao indireta era a mais logica. E caso ela ocorresse, sem sombras de duvidas, que Ulysses seria eleito o novo Pres.da Republica, com o apoio unanime do Congresso Nacional.

Nesse caso, a morte de Ulysses, interessava principalmente a Itamar(assumiria a Presidencia), ao PT(interessados numa hipotese da posse de Lula), ao PSDB(Itamar ha havia prometido Ministerios e apoio à Presidencia,em 1994),PDT(Brizola,era o candidato de Collor a Presidencia) è a Collor e aliados(PFL e PTB, desejosos de vingança).

Vale lembrar, que se Ulysses tivesse ganho a Presidencia, Quercia seria eleito Presidente em 1994,com apoio dele.E o PMDB ficaria anos na Presidencia...

Vou informar a vocês o que me enviaram, Ulysses Guimarães teria descido do helicóptero com os outros passageiros em um sítio na região onde foram vistos por um morador que comentou isto em um debate, eles teriam desistido da viagem devido ao tempo que não era favorável?  Ulysses e os outros que estavam com ele no helicóptero entraram em dois veículos de cor preta com placas oficiais e foram assassinados em outro local? os destroços do helicóptero e os corpos desapareceram!!!!!

Eu trabalho com especulação e posso afirmar com toda a convicção possível depois de minhas investigações e com muitas testemunhas que o primeiro presidente eleito depois da ditadura foi assassinado antes de tomar o poder e foram os memos que mandaram envenenar João Goulart e os mesmos que mandaram assassinar Ulysses Guimarães, leiam os testemunhos que coletei em foruns na internet e as pessoas que viram Tancredo Neves ser assassinado estão abrindo a boca depois de tantos anos de mentiras.

    TESTEMUNHAS QUE COMENTARAM

Meu amigo, vc conseguiu pesquisar bem os fatos (VERDADE), eu por exemplo, conheço 3 pessoas que não se conhecem entre si que presenciaram o tiro de bala dum-dum, que foi dado exatamente na igreja, claro que Glória Maria viu tambem...está é a quarta pessoa, mas nunca conversei com ela, as outras três são militares de diversas Armas...E o repórter Antonio Brito!!! Que sabia de tudo e virou até governador!!!! Meu amigo ninguem tem é coragem de falar a verdade que sabem, pois todos tem medo de morrer...Sei que estamos arriscando as nossas vidas aqui delatando o que sabemos, mas é mais do que passada a hora para agirmos, se o Bem não ir a luta, não conseguiremos ser felizes de verdade nunca!!!!


 Tancredo foi assassinado com um tiro. Seu corpo foi congelado até que o governo fosse recomposto para que Sarney assumisse. Acho que naquele momento foi feito o que era melhor para o País, frente ao assassinato de Tancredo, uma condição difícil para volta da democracia.


Na época ouvi uma história.
Lembro que foi noticiado que Tancredo passou mal num jantar. Pois bem, nesse jantar ele teria sido baleado. Dentre os presentes, Glória Maria (repórter da Globo), que teria se desesperado com a cena, sendo a única pessoa que não teria se comprometido com o "silêncio". Se verificarmos, à época a referida repórter "sumiu". Tempos depois apareceu como correspondente no estrangeiro.

Tal fato teria sido narrado por um dos presentes, alto funcionário de um Banco Público,na época.

Segundo uma fonte religiosa da igreja católica realmente Tancredo foi baleado e uma repórter parece-me que, estranjeira viu a cena. Ocorre nesses casos que a bala não é de metal e sim de gelo; um gelo de 200 graus abaixo de zero e com veneno. A pessoa nem percebe que foi baleada, e dado aos sintomas parece que foi envenenada de outra forma.

Eu assistia a tv quando Tancredo sofreu o atentado. Foi realmente à saída da Cateral, após uma missa. Ele recebeu um tiro à queima roupa. Quem fazia a reportagem era a Glória Maria, da Rede Globo. Após o atentado, em segundos, as transmissões foram interrompidas instantâneamente. Após isso, a Globo sumiu com a Glória Maria, enviou-a para lugares distantes, não sei onde, e só reapareceu anos depois. Lambram do sumiço da Glória Maria? Após isso, notícias foram veículadas que os parentes de Tancredo denunciavam tais atos, e que deixaram e que deixaram Tancredo com as feridas expostas para que sofressem infecções e não sobrevivesse. Ele poderia estar vivo ainda, ou pelo menos ter assumido a presidência, mas ouve uma grande conspiração, que causou a morte de Tancredo. Os assassinos ainda estão livres por aí, na política brasileira. Quem serão eles?
Há boatos, que considero verídicos, sabendo dos fatos das torres gêmeas nos EUA, que foram os Illuminati, ou a maçonaria que cometeu tal ato contra Tancredo, que não concordava com a impantação da Nova Ordem Mundial, assim com o presidente Kennedy. Acredito que foi realmente isso.

A Globo também é uma poderosa rede maçônica.
Peocurem saber a realidade sobre a Nova Ordem Mundial e o extermínio de 80% da população mundial e o domínio total dos que sobreviverem.
Pesquisem na internet enquanto ainda há possibilidade sobre:
 
Eu comentava hoje o fato com a minha esposa, que na época eu assistia a TV Globo quando aconteceu o assassinato de Tancredo e Glória Maria havia sido ferida, cortaram a cena ao vivo e nos estúdios o repórter (não me lembro qual) deu a notícia da morte de Tancredo e que Glória Maria estava ferida.
Em seguida a emissora saiu do ar, voltando narrando a doença de Tancredo.

Fiquei em dúvida do que tinha visto pois tinha 15 anos, até hoje eu lembro mais ninguém toca no assunto, foi bom ler os relatos e acreditar no que vi.

Bem estranho , lendo tudo isto fiquei meio atordoado , pois nesta epoca era ,1985, eu servia ao exercito , pois e obrigatorio , quando notamos uma correria entre os oficiais tudo ficou muito tenso entramos em alerta maximo,isto,na AMAN , ficamos por 3 dias fortemente armados para combate , com um aparato pra guerra , nao me lembro do dia com axatidao , somente apos alguns dias , foi nos passado que era uma " grande manobra " , que o exito teria sido alcançado, isto dias antes do ocorrido......


Em 1984 eu também servia as Forças Armadas - 16º RC MEC, Bayeux, PB, e nesta noite ficamos de "!prontidão". Só que depois tudo se normalizou e não formos empregados em nada. Se quer sabíamos que missão era essa.


Interessante o texto. Sempre soube que ele foi assassinado, desde a época do ocorrido. Mas o texto foi fechado de uma forma bem estranha: "Brizola era o candidato de Collor" (????). Que coisa mais sem nexo. Brizola sempre foi o legítimo representante do trabalhismo brasileiro, duro opositor do Collor e da ditadura. Brizola era O representante do povo, e O único que poderia abalar o sistema. Ulisses morreu em um helicóptero dentro de uma tempestade. Um amigo que estava em Trindade viu o helicóptero passar, e logo depois a chuvarada sinistra caiu, junto o helicóptero.

Agora sobre o Tancredo haviam outros rumores. Queriam liberar as Diretas Já, mas o medo dos ditadores era do Brizola ganhar. Os mesmos que votaram contra as Diretas, votaram contra o candidato da ditadura, Paulo Maluf. Isso demonstra que era tudo manobra. Trancredo sempre fez o jogo do sistema, nunca foi opositor, inclusive participou da manobra para implantar o parlamentarismo no Brasil, e tirar o poder do presidente Jango, do partido do Brizola. Usaram ele, por causa de seu carisma. A manobra completa foi: vetar as Diretas; eleger indiretamente o suposto opositor da ditadura; o então presidente nacional do PSD, José Sarney, fundou o PFL, e se candidatou a vice; assasinaram o Tancredo; e mantiveram o PDS, com uma máscara de PFL no poder por mais 5 anos.

Existe também uma misteriosa foto tirada de Tranquedo momentos antes de sua morte, foto tirada de dentro do hospital.Vcs viram ontem a noite dia 31/03/2011 no final da entrevista de Lobão no programa do Jô, sinais satanicos com as maos agradeçendo a entrevista. Existe uma manipulação espiritual e física pois como disse Goethe filósofo alemão " Não há ninguem mais desesperançosamente escravizado que aquele que falsamente acredita estar livre". Aqueles que não acreditam em conspiração eu respeito pois estão alienados e não conseguem enxergar a realidade, porém aqueles que sabem e não fazem nada esse sim é o verdadeiro alienado.

De todas as teorias conspiratórias que li aqui, no texto e nos comentários, a única que realmente acredito que há algo muito estranho ocultado, é em relação à morte de Tancredo Neves. Ulysses Guimarães é que não devia ter andado de helicoptero em tempestade no meio do mar, não tem nada a ver, ele já estava com 76 anos e não faria mais nada na política, muito menos ser presidente, já tinha passado o tempo.
Tirando as outras teorias, a morte de Tancredo é estranha, e mais estranho ainda é que passado 26 anos, o assunto se mantenha encoberto. Penso que não restaram inocentes nessa história, nem no PDS, nem no PMDB e nem na mídia da época (a mesma até hoje). Todos tinham o rabo preso, e preferiram acobertar, pois se a verdade viesse a tona, a transição política ficaria abalada. Setores da linha dura militar estariam por trás da morte de Tancredo, porém a própria oposição estava cheia de corruptos, por isso ficaram com o rabo preso.
Tancredo estava velho, com 75 anos, e faria um mandato de transição de apenas 2 anos (aliás era o que Brizola queria) c/ eleições diretas p/ presidente já em 1986. Além disso, havia o temor do "revanchismo". Sarney, 20 anos mais jovem, não ficou 2 anos mas 5 e era um ex-aliado do regime anterior.
As diretas já também só ocorreram porque os principais estados (SP,RJ,MG) já eram governados pela oposição desde 1982, quando ganharam a eleição, os comícios foram aí e a polícia não reprimiria mais nada.


Lembro que na faculdade eu conheci tive um colega e em um belo dia , fazendo trabalho de faculdade em grupo, ele, que tinha uns 50 a tantos anos de idade comentou sobre o Tancredo. Ele lembrava que o pai dele era militar, e falava que o Tancredo já estava morto, porém os militares estavam segurando a notícia para divulgá-la no dia de Tiradentes para causar a comoção nacional. Em um dos momentos que os militares estavam "orquestrando" tal "peripércia", antes do dia oficial da morte dele, os militares seguraram o corpo do sr. Tancredo Neves que estava com um par de óculos escuro nos olhos e na janela do hospital acenaram um "tchauzinho" para as pessoas que estavam lá embaixo, fazendo as pessoas acreditarem que ele estava vivo e se recuperando. Esse meu amigo não me falou da bala que o atingiu, falou apenas do fato enquanto estava no hospital, porque o pai dele fazia parte do grupo de militares que estavam no hospital perto do corpo de Tancredo.


Infelizmente toda esta historia sobre o assassinato na igreja e verdadeira, ja sabia cerca de seis meses antes da morte de Tancredo que isto aconteceria, conhecia uma vidente (minha madrinha ja falecida) que ja recebia as informaçoes inclusive nao acreditavamos pois a mesma dizia que nem o Tancredo nem o Maluf assumiriam, porem nos diziamos que era impossivel pois um deles seria eleito, mas para a minha surpresa quando pensava que esta querida senhora havia se enganado na vespera da posse houve o assassinato a tiros e na epoca ela ja dizia que a reporter Gloria Maria presenciou tudo assim como familiares e a esposa porem foi avisado que caso abrissem a boca seriam mortos tambem, tambem consta que o assassino pertencia a familia e por isso estava perto de Tancredo o tiro foi a queima roupa e consta que houveram dois tiros e nao somente um. Hoje muitos ainda nao eram nascido, mas realmente Tancredo iria escancarar a podridao do poder que atre hoje e muito semelhante, e quem se lembra dava do de Paulo maluf, pois tancredo acabava com ele nos debates chamava de sem vergonha e ladrao mesmo.

sou de sao joao del rei , na epoca que tancredo morreu eu so tinha 1 ano de idade mas em sao joao del rei todos dizem ate hoje que tancredo morreu de tiro.que foi um militar quem atirou nele, dizem tambem que a globo era contra a eleiçao do tancredo e que a gloria maria sabia de muita coisa por isso quando ele morreu a gloria sumiu por um tempo e depois voltou como a melhor reporter. muito estranho pois nessa epoca a globo tambem ficou fora do ar um tempinho e voltou com tudo, a globo apoiou os militares e o eleito opositor em troca do sucesso. esperaram ate o dia 21 de abril para informar sobre sua morte, so para ele morrer como o heroi tiradentes que por acaso são conterraneos


Conheci uma senhora que trabalhou muitos anos com Tancredo. Ela afirma que foram 3 tiros na Catedral. E que ele foi embalsamado e a orte no dia 22 foi publicidade política.. A D.Risoleta queria por a boca no mundo mas foi ameaçada de morte..Alguém lembra dos tambores que ficaram tocando nos terreros do Nordeste?? Isso tem dedo do povo de lá!

Me lembo muito bem desse dia, em que a Glória Maria mencionou o assassinato do presidente Trancredo Neves, e muito rapidamente ela foi sensurada (saiu do ar) para não divulgar a morte de Tancredo com um suposto tiro. Depois disso Glória Maria sumiu do ar por longos anos, ou seja, ela foi exilada.
Não há registros na internet sobre esse vídeo, pois a morte de Tancredo, é mencionada com vídeos da emissora Globo dizendo que ele morreu no Instituto do Coração, o que é uma verdadeira farça!
Ele foi sim, assassinado! Dá até raiva da hipocrisia da Globo!!!
Vi a reportagem na televisão com meus pais, e logo estranhamos o fato de tirarem a jornalista do ar. Sou dessa época, portanto, não estou falando bobagem.

A senhora Gloria Maria Revelou tudo a minha Mãe na minha presença ,
Falou tudo como aconteceu e já não aguentava mais se esconder .Pois a Rede Globo exigiu que a mesma sumisse por um tempo.Sou uma prova viva que a mesma me revelou quando e como tudo aconteceu. Ate mesmo o tiro que quase, a matou. Fazer o que..... Sou de Fortaleza - CE. Tenho certeza que A senhora Gloria Maria lendo este desabafo se lembrara
de tudo quando aqui esteve se escondendo da verdade.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

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O LIVRO A PRIVATARIA TUCANA (A GUERRA CONTRA O PATRIMÔNIO PUBLICO BRASILEIRO)


UM BREVE RESUMO DO LIVRO "A PRIVATARIA TUCANA"
















Com 200 páginas e 16 capítulos que jamais deixam cair seu contundente interesse, PRIVATARIA TUCANA é o resultado final de anos de investigações do repórter Amaury Ribeiro Jr. na senda da chamada Era das Privatizações, promovida pelo governo Fernando Henrique Cardoso, por intermédio de seu ministro do Planejamento, ex-governador de São Paulo, José Serra. A expressão “privataria”, cunhada pelo jornalista Elio Gaspari e utilizada por Ribeiro Jr., faz um resumo feliz e engenhoso do que foi a verdadeira pirataria praticada com o dinheiro público em benefício de fortunas privadas, por meio das chamadas “offshores”, empresas de fachada do Caribe, região tradicional e historicamente dominada pela pirataria.
Essa “privataria” toda foi descoberta num vasto novelo cujo fio inicial foi puxado pelo repórter quando ele esteve a serviço de uma reportagem investigativa, encomendada pelo jornal “Estado de Minas”, sobre uma rede de espionagem estimulada pelo ex-governador paulista José Serra para levantar um dossiê contra o ex-governador mineiro Aécio Neves, que estaria tendo romances discretos no Rio de Janeiro. O dossiê teria a finalidade de desacreditar o ex-governador mineiro na disputa interna do PSDB pela indicação ao candidato à Presidência da República, e levou Ribeiro Jr. a uma série de investigações muito mais amplas, envolvendo Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-tesoureiro das campanhas de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, o próprio Serra e três de seus parentes: Verônica Serra, sua filha, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marín Preciado. Serra e seu clã são o assunto central do livro, mas as ramificações e consequências sociais e políticas das práticas que eles adotam são vastas e fazem com que o leitor comum fique, no mínimo, estupefato.


Sem dúvida, o brasileiro padrão, mediano, que paga seus impostos, trabalha dignamente e luta pela vida com dificuldades imensas estará longe de compreender o complexo mundo de aparências e essências, fachadas e bastidores da corrupção política e empresarial, e toda a sofisticação desses crimes públicos que passam por “lavanderias” no Caribe, e, neste caso, o estilo objetivo e jornalístico de Amaury Ribeiro Jr. é de grande ajuda para que as ações pareçam inteligíveis para qualquer pessoa mais instruída.

Um dos principais méritos do livro é descrever toda a trajetória que o dinheiro ilícito faz, das “offshores” a empresas de fachadas no Brasil, e da subsequente “internação” desse dinheiro nas fortunas pessoais dos envolvidos. Neste ponto, o livro de Ribeiro Jr., embora não tenha nada de fictício, segue a trilha de livros policiais e thrillers sobre corrupção e bastidores da política, já que o leitor pode acompanhar o emaranhado e sentir-se recompensado pelo entendimento. O livro, aliás, tem um início que de cara convida o leitor a uma grande jornada de leitura informativa e empolgante, revelando como Ribeiro Jr., ao fazer uma reportagem sobre o narcotráfico na periferia de Brasília, a serviço do “Correio Braziliense”, sofreu um atentado que quase o matou e, descansando desse atentado, voltou tempos depois a um jornal do mesmo grupo, “O Estado de Minas”, para ser incumbido de investigar a rede de espionagem estimulada por Serra, mencionada no início. É o ponto de partida para tudo.


O que este PRIVATARIA TUCANA nos traz é uma visão contundente e realista como poucas dos bastidores do Brasil político/empresarial.
O desencanto popular com a classe política, nas últimas décadas, acentua-se dia após dia, e um livro como este só faz reforçá-lo. Para isso, oferece todo um manancial de informações e revelações para que o leitor perceba onde foi iludido e onde pode ainda crer na humanidade, pois, se a classe política sai muito mal, respingando lama, dessas páginas, ao menos o jornalismo investigativo, honesto e necessário, prova que os crimes de homens públicos e notórios não ficam para sempre convenientemente obscurecidos. Há quem os desvende. E quem tenha coragem de revelá-los.
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Imprensa ‘independente’ esconde livro sobre privataria tucana


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Nos últimos anos, qualquer livro de autoria de desafetos ou adversários políticos do ex-presidente Lula e/ou do PT recebeu monumental cobertura da grande mídia. Tais obras costumam ser anunciadas em portais de internet, revistas semanais, jornais, televisões e rádios apesar de não conterem nada além de insultos e acusações sem provas.





Que interesse público ou meramente jornalístico pode ter um livro que chama o ex-presidente Lula de “anta” ou outro que chama de “petralhas” os mais de um milhão de filiados do Partido dos Trabalhadores? Apesar disso, esses livros, escritos por pistoleiros contratados para caluniar e xingar, são anunciados o tempo todo pelos grandes meios de comunicação.





Neste fim de semana, chega ao público um livro que, apesar de jamais ter sido sequer mencionado em um grande jornal ou em qualquer outro grande meio de comunicação, era aguardado por dezenas de milhares de internautas que dele souberam através da blogosfera e dO livro recém-lançado pelo jornalista Amaury Ribeiro Jr., acusado no ano passado pela grande mídia de integrar complô para montar dossiê contra José Serra, pode não conter apenas acusações sem provas ou meros xingamentos. Segundo o autor, apresenta provas de roubo de dinheiro público no processo que o jornalista Elio Gaspari batizou como “privataria”.





É revelador como o livro A Privataria Tucana jamais recebeu um único comentário inclusive do autor do termo que resume o que foi o processo de privatização de empresas públicas durante o governo Fernando Henrique Cardoso, ou seja, um dos maiores saques sofrido pela nação em toda a sua história e que superou até a roubalheira da ditadura militar.





A imprensa que vive se dizendo “independente”, portanto, ao tentar esconder o livro “proibido” está dando a ele a maior contribuição que poderia.






Explico: se fosse uma obra fraca, com denúncias fracas, seria excelente alvo para veículos partidarizados como Globo, Veja, Estadão e Folha. Se a escondem, é porque seu conteúdo deve ser arrasador. E como quem se interessa por assuntos assim certamente tem acesso à internet e a blogs políticos, a censura aumentará o interesse.






Os grandes meios de comunicação fazerem de conta que não viram o livro, portanto, talvez seja tão importante quanto seu conteúdo, pois pessoas bem-intencionadas que têm dúvidas sobre o partidarismo político daqueles meios agora dispõem de prova incontestável desse partidarismo.





Ora, imprensa que se diz “independente”, se fosse mesmo não precisaria concordar com um livro considerado bombástico para noticiar seu lançamento ou para produzir análises de seu conteúdo. O lançamento da obra é um fato político saboroso para qualquer jornalista de verdade. Aliás, é escandaloso que o autor do termo “privataria” tenha se calado.e uma única revista semanal, a Carta Capital.


alguma novidade dos 45 escandalos do PSDB?//


5 - Propina na privatização


A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de FHC e do senador José Serra e ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil,é acusado de pedir propina de R$ 15 milhões para obter apoio dos fundos de pensão ao consórcio do empresário Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.





A Privataria Tucana - Jornal da Record News


A Privataria Tucana - Por Maurício Ricardo
http://www.youtube.com/watch?v=KjwRtgUHbQw&feature=related
.
"A privataria tucana" Humberto Costa quer apuração sobre denúncias. 14.12.2011
http://www.youtube.com/watch?v=DiNSem3A0Wc&feature=related









A PRIVATARIA TUCANA
Copyright c 2011 by Amaury Ribeiro Jr.
1a edicao — Novembro de 2011
1a reimpressao — Dezembro de 2011
Grafia atualizada segundo o Acordo Ortografico da Lingua Portuguesa
de 1990, que entrou em vigor no Brasil em 2009.
Colecao Historia Agora
Editor e Publisher
Luiz Fernando Emediato
Diretora Editorial
Fernanda Emediato
Produtora Editorial
Renata da Silva
Assistente Editorial
Diego Perandré
Capa e Projeto Grafico
Alan Maia
Preparacao de Texto
Josias A. Andrade
Revisao
Gabriel Senador Kwak
Dados Internacionais de Catal ogação na Publicação (CIP)
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Ribeiro Junior, Amaury
A privataria tucana / Amaury Ribeiro Jr.. ‑‑
Sao Paulo :
Geracao Editorial, 2011. (Colecao historia agora ; v. 5)
ISBN 978-85-61501-98-3
1. 1. Brasil - Politica e governo 2. Jornalismo
politico 3. Privatizacao - Brasil 4. PSDB (Partido
politico) - Brasil I. Titulo. II. Serie.
11-12469 CDD
Índices para catálogo sistemático

Email: geracaoeditorial@geracaoeditorial.com.br

www.geracaoeditorial.com.br

2011


Impresso no Brasil

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

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