quinta-feira, 9 de outubro de 2014

COMO FUNCIONA O SISTEMA EM QUE VIVEMOS (A ENGENHARIA SOCIAL)




O COMEÇO EM 1897


Dos 24 protocolos, resumi doze.

A tradução do inglês, afasta-se, talvez, um pouco do texto original, mas o conteúdo ficou fiel. A compilação completa dos protocolos descreve a situação atual do nosso mundo.

1. O controle da Emissão de Dinheiro 

[...] O controle das nações será assegurado pela criação de gigantescos monopólios privados que serão os depositários de imensas riquezas do qual dependerão até os gojim

[...] É assim que, no dia seguinte a uma catástrofe política, verá seu aniquilamento ao mesmo tempo que o do crédito concedido aos Estados. [...]

[...] crises econômicas atingirão os Estados inimigos, subtraindo-lhes o dinheiro colocado em circulação. Acumulando grandes capitais privados que são assim subtraídos ao Estado; este último será obrigado a dirigir-se a nós para pedir empréstimo desses mesmos capitais. Esses empréstimos concedidos com juros serão uma carga para os Estados, que se tornarão escravos, sem vontade própria. Eles dirigir-se-ão aos nossos banqueiros para pedir-lhes esmola ao invés de exigir impostos do povo. Os empréstimos estrangeiros são como sanguessugas, não há nenhuma possibilidade de tirá-los do corpo do Estado, pois essas dívidas só poderão se desgarrar por si mesmas ou serem rejeitadas pelo Estado.
Entretanto, os Estados gojim não os rejeitarão, eles farão sempre mais outras, o que os levará a um fim inexorável.

As dívidas de Estado tornarão os homens de Estado corruptíveis, o que os deixará cada vez mais à nossa mercê. [...]

Observação sobre a situação atual:

As dívidas dos Estados, dos Länder e das comunidades na Alemanha somavam em 1992 a totalidade de 1.300 bilhões de marcos alemães.

2. O controle da imprensa

[...] Procederemos da seguinte forma com a imprensa:
Seu papel é o de excitar e inflamar as paixões entre o povo [...] e o público está muito longe de poder imaginar quem é o primeiro beneficiário da imprensa. [...] 
Entre todos os jornais, haverá também quem nos atacará, mas como somos os fundadores desses jornais, seus ataques se dirigirão exclusivamente sobre os pontos que lhes teremos determinado com antecedência.

[...]

[...] Nenhuma informação será publicada sem antes ter recebido nossa aprovação. O que desde agora acontece, pois todas as notícias do mundo são reagrupadas somente em algumas agências.
Essas agências, estando sob nosso controle, só publicam o que aprovamos. [...]

[...] Nossos jornais serão de todas as tendências, aristocráticos, socialistas, republicanos, às vezes mesmo anarquistas, enquanto existir a constituição. [...]

[...] Esses idiotas que acreditarem que o texto de um jornal reflete sua própria Opinião 
 nada fazem, na realidade, a não ser repetir nossa opinião  ou aquela que desejamos ver exprimida. [...]

Observação sobre a situação atual:

Quase todas as agências de informação do mundo já estão controladas pela “Comissão Trilateral” e o “CFR”, todos os dois estreitamente ligados (explicarei mais adiante o que são essas organizações).

3. A extensão do poder

[...] Seremos para o público, o amigo de todos. 
[...] Nós apoiaremos a todos, anarquistas, comunistas, fascistas [...] e particularmente os operários. Ganharemos sua confiança e eles se tornarão assim, para nós, um instrumento muito útil. [...] 





4. O controle da fé

[...] Supriremos dos homens sua verdadeira fé. Modificaremos ou eliminaremos os princípios das leis espirituais. [...] A ausência dessas leis enfraquecerá a fé dos homens pois as religiões não serão mais capazes de dar nenhuma explicação. [...]
[
...] Preencheremos essas lacunas introduzindo um pensamento materialista e cálculos matemáticos. [...]

5. O meio com o qual provocar a confusão nos espíritos


[...] Para ter domínio sobre a opinião pública, é preciso levá-los a certo nível de confusão. [...]

[...] A imprensa nos será uma boa ferramenta para oferecer aos homens tantas opiniões diferentes que eles perderão qualquer visão global e se perderão no labirinto das informações. [...]

[...] assim, eles chegarão à conclusão que o melhor é não ter opinião (política). [...] 

6. A aspiração ao luxo

[...] Para acelerar a ruína da indústria dos gojim nós suscitaremos neles uma sede de luxo. O comum dos mortais não terá, entretanto, o prazer disso, pois faremos de sorte que os preços sejam cada vez mais altos. Assim, os trabalhadores deverão trabalhar mais do que antes para satisfazer seus desejos. [...]

[...] Eles estarão presos na armadilha do sistema antes de ter podido identificá-lo. [...]

7. A política utilizada como instrumento


[...] Destilando um sopro de liberalismo nos órgãos de Estado, nós modificaremos todo seu aspecto político.

[...]

[...] Uma constituição nada mais é do que uma grande escola de discórdias, de mal-entendidos, de discussões, em resumo, uma escola de tudo o que serve para falsear as administrações do Estado. [...]

[...] Na “época das repúblicas”, substituiremos os dirigentes por uma caricatura de governo com um presidente eleito pelos nossos marionetes, nossos escravos, que é o povo. [...]

[...] As eleições serão, para nós, um meio de chegar ao trono do mundo, sempre fazendo crer ao modesto cidadão que ele contribui para melhorar o Estado com sua participação nas reuniões e com sua adesão às associações. [...]

[...] Ao mesmo tempo, reduziremos a nada o impacto da família e seu poder educativo. Impediremos também o surgimento de personalidades independentes. [...]
[
...] É suficiente deixar um povo governar a si mesmo durante certo tempo (a democracia) para que ele se transforme numa população rica em caos. [...]
[
...] O poder da população é uma força cega, absurda, irracional, jogada sem cessar da direita para a esquerda. Mas um cego não pode conduzir outro sem cair no precipício. Somente aqueles que, desde seu nascimento, foi educado para tornar-se um soberano independente tem a compreensão da política. [...]

[...] Nosso sucesso, no tratamento com os homens dos quais necessitamos, será facilitado por nosso modo de tocar sempre o lado mais sensível da natureza humana, isto é, a cupidez, a paixão e a sede insaciável de bens físicos e materiais. [...]

8. O controle da alimentação

[...] Nosso poder reside também na penúria permanente da alimentação. O direito do capital, esfomeando os trabalhadores, permite sobre eles um controle mais seguro do que poderia fazê-lo a nobreza com seu rei. [...]

[...] Agiremos sobre as massas pela falta, a inveja e o ódio que disso resulta. [...]

[..] Mas todo proprietário rural pode ser um perigo para nós, pois ele pode viver em autarquia. É a razão pela qual é preciso, a todo preço privá-lo de suas terras. O meio mais seguro para se alcançar isso é aumentar os encargos rurais, [...] encher de dívidas os seus proprietários. [...]

9. O papel da guerra

[...] Colocaremos em rivalidade todas as forças, para impelir aqueles que têm sede de poder a abusar de seu poder. É preciso fomentarmos as dissensões e as inimizades em toda a Europa e por intermédio da Europa em outras partes da Terra. [...]



[...] É preciso que sejamos capazes de aniquilar toda a oposição, provocando guerras com os países vizinhos. No caso desses vizinhos ousarem nos enfrentar, é preciso responder a eles com uma guerra mundial. [...] 

10. O controle por meio da educação

[...] Não incitaremos os gojim a obter uma aplicação prática de sua observação imparcial da história mas os convidaremos para que tenham reflexões teóricas, sem fazer relações críticas sobre os acontecimentos que se seguirão. [...]
[...] Nesse jogo, saibam que a coisa principal é de tê-los convencido a aceitar as necessidades da ciência. [...]


[...] Tendo isso em conta, não cessaremos de criar uma confiança cega nessas teorias (científicas) e os jornais nos auxiliarão muito bem quanto a isso. Os intelectuais entre os gojim se gabarão de seus conhecimentos. [...]

[...] O povo perderá, cada vez mais, o hábito de pensar por si mesmo e de formar sua própria opinião, ele acabará pronunciando as palavras que desejarmos ouvir pronunciadas. [...]

Comentário: Citação de William Cooper: They just tell you, what they want you to know (Eles apenas vos dizem aquilo que eles querem que saibais!).

11. O controle das lojas franco-maçônicas

[...] Criaremos em todos os países da Terra lojas franco-maçônicas, nós as multiplicaremos e atrairemos as personalidades que se destacam. [...]

[...] Colocaremos todas essas lojas sob o domínio de nossa administraçao central que somente nós conhecemos e que os outros ignoram completamente. 

[...] Quem ou o que é que pode vencer um poder invisível? Eis aí onde se encontra o nosso poder. A franco-maçonaria não judia nos serve de cobertura sem o saber.
Mas o plano de ação de nosso poder continua sendo um segredo para todo o povo e mesmo para o restante da confraria. [...]

12. A morte 

[...] A morte é o fim inevitável para todos, por conseqüência, é preferível conduzir para ela todos os que são obstáculo para “nós”.
Após ter elaborado esse projeto para dominar o mundo (a “Nova Ordem Mundial” = “Novus Ordo Seclorum”), o banco Rothschild teria encarregado o judeu bávaro Adam Weishaupt de fundar a “Ordem Secreta dos Iluminados da Baviéra”.


Observação do autor:


Existem muitos escritos positivos ou negativos sobre “Os Protocolos dos Sábios de Sião”. É proibido reproduzi-los ou vendê-los na Alemanha, onde reina aparentemente a liberdade de imprensa e de opinião. Isso tem coerência pelo fato de Hitler ter-se servido do Protocolos para justificar sua “aversão pelos judeus”, o que estudaremos de perto mais adiante. Quanto a mim, autor deste livro, é-me indiferente que sejam os Rothschild e os sionistas que utilizam os Protocolos em nossos dias. Ao contrário, trata-se de saber como o princípio é aplicado. Temos um plano sob os olhos que mostra o que é preciso fazer para reduzir o nosso mundo à escravidão. É só preciso saber que esse plano está sendo colocado em aplicação agora. No final do meu livro, exporei com muitos detalhes que o importante não é saber quem se serve desses protocolos. Ao contrário, o essencial é conhecer o princípio que o move e saber que aqueles que são utilizados para isso se deixam levar!
Outra forma de alcançar essa finalidade é dividir a Terra, criando no Oriente uma sociedade de escravos e no Ocidente uma raça de senhores. Assim como descreve Rudolf Steiner, em seu livro Die soziale Grundforderung unserer Zeit (A exigência social fundamental de nossa época.), isso ocorre assim porque não conseguimos estabelecer uma síntese entre a fé do Oriente e a ciência do Ocidente. A conseqüência é a seguinte; os cientistas ateus não têm nenhuma vontade de interessar-se pelas religiões orientais, assim como os crentes do Oriente recusam a ciência do Ocidente.

Fiz este texto em 15 de novembro de 2004, após a leitura dos Protocolos:
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Protocolos e coincidências
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Antes de qualquer colocação pare e pense: você já leu os Protocolos dos Sábios de Sião? Sim? Ótimo. Não? Então, antes de emitir sua opinião baseado no que os outros disseram, leia os protocolos na íntegra e pense você mesmo.
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“Os Protocolos dos Sábios de Sião” foram publicados em 1897, e tornados públicos em 1905 (antes da Primeira Guerra). Escritos, provavelmente por um só homem. Existem fontes que garantem ter sido o judeu Achad Haam – codnome de Ascher Ginzberg – quem os escreveu.
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Segundo consta, foram descobertos por dois agentes secretos do Czar Russo Nicolau II. “Os Protocolos” versam sobre vários assuntos, mas, em resumo, com um único fim: o desgaste dos governos, sociedades, família, economias, indústrias, instituições e da própria religião cristã. Tudo para causar o colapso de todos os sistemas que gerem os países cristãos, com o único fim de “salvar a pátria”, ou melhor, o próprio mundo. Ou seja, depois de tudo destruído, ele (o povo judeu) indicaria um único rei (mundial) que seria adorado e idolatrado como a encarnação do próprio Deus. As leis mudariam, sendo totalmente o oposto de tudo que hoje está institucionalizado. Isto tudo está previsto nos “Protocolos” de forma meticulosa. 
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Nesta tradução, “Os Protocolos” vêm acompanhados de “Notas e comentários” que datam da década de trinta (antes da Segunda Guerra), feitos por um português que escreveu o livro “Brasil: colônia de banqueiros”, na própria década de trinta. Como os comentários são daquela época, os exemplos utilizados ali também o são. Todavia, sem nenhum esforço, podemos ler “Os Protocolos” e visualizar, nos dias de hoje, cada passo, cada linha, cada vírgula, como resultado deles. 
Existem correntes, desde a época quando foram escritos “Os Protocolos”, que afirmam serem eles pura propaganda anti-semita. Porém, pode-se imaginar quem foram os próprios criadores desta idéia. Mais uma vez, sem muito esforço.
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Para se ter uma idéia da veracidade da aplicação dos “Protocolos” hoje, aí vão algumas diretrizes citadas neles, lembre-se em 1897:
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ü O uso da franco-maçonaria como veículo de informação e manipulação de governos pelos mundo;
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ü A criação de grandes empréstimos externos a países, a juros altos, a fim de que se endividassem, ficando nas mãos desses próprios banqueiros (imagine qual a etnia desses banqueiros);
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ü O monopólio da mídia (na época, jornais e revistas) para criar idéias e discutir coisas sem real importância (hoje: tablóides, revistas de fofocas, novelas, futebol) inclusive criando pessoas que fossem contra o sistema, para se fazer parecer que o tal jornal fosse imparcial. Mas, ainda assim, tudo que se diz pelos pseudo críticos, é milimetricamente calculado. Não só isso, já na época, diziam sobre a criação da educação pela imagem, além das agências internacionais de notícias, tudo segundo “Os Protocolos”: “para mostrar ao mundo, as coisas conforme as cores das lentes de nossos próprios óculos”.
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ü Além disso, até mesmo a degradação da educação, como proibição do estado a investir pesado na educação, infra-estrutura básica, agricultura (a ponto de impedir subsídios agrícolas, para forçar empréstimos pelo pequeno agricultor, encarecendo produtos da alimentação básica, causando o encarecimento de todos os demais produtos). 
Promoçao da necessidade do consumo, para que o proletariado trabalhasse infinitamente para satisfazer falsas necessidades e, perdendo seu tempo com futilidades (alguma semelhança com o mundo de hoje? Que coincidência!), não tendo tempo para fiscalizar e pressionar o governo, que, por sua vez: “tem de ser corrupto, demagogo, burocrático e ineficaz” o que levará, a seu tempo, a uma revolta generalizada, claro que, infundida pelos “Sábios de Sião” com o intuito de estabelecer seu “Reino de Davi, com seus três iniciados”, o que você me diz disso?
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Para finalizar, convenhamos, é possível que os judeus – que negam com veemência a criação e utilização dos “Protocolos”, dizendo que isso é propaganda nazista anti-semita – tenham adivinhado com mais de cem anos de antecedência, tudo o que se passa hoje? Ou, mesmo o Czar Nicolau II, e seus dois agentes, terem imaginado o futuro? Pois, como podemos ver hoje, estes são os resultados da aplicação dos “Protocolos” em todas as áreas que de que eles tratam. Isso deixa de ser uma questão de opinião, e sim de raciocínio.
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“Fiz-me, acaso, vosso inimigo, dizendo a verdade? Gálatas 4:16”.
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"O trabalhador incansável de hoje não tem tempo durante a jornada de trabalho para refletir - e à noite ele está cansado demais para isso. E no final das contas, ele acha que isso é sorte." - G. B. Shaw 
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"Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação e não me importarei com quem redige as leis." - Mayer Amschel (Bauer) Rothschild 
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"Existem dois tipos de história mundial: uma é a oficial, mentirosa, própria para as salas de aula; a outra é a história secreta, que esconde a verdadeira causa dos acontecimentos." - Honoré de Balzac 
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"A verdade é chamada ódio por aqueles que odeiam a verdade" 
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"Os melhores escravos são os que pensam estar livres" 
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"Para saber quem domina o mundo, você deve saber qual grupo não se pode criticar” - Kevin Alfred Strom



Os Sábios de Sião

Outra organização secreta muito influente rivalizava em fervor para exercer um controle sobre a Inglaterra. Os ricos rabinos judeus, que eram os dirigentes políticos e religiosos do povo judeu aniquilado, uniram suas forças num grupo conhecido pelo nome de “Sábios de Sião” - os sionistas consideram-se como a elite “messiânica” do judaísmo e esperam que todos os judeus do mundo sejam solidários com suas finalidades. 
De 1640 a 1689 os Sábios de Sião projetaram “a revolução inglesa” na Holanda (a queda dos Stuarts do trono britânico) e emprestaram dinheiro aos diferentes pequenos partidos. Eles serviam-se de sua influência para que Guilherme II, duque alemão da dinastia Orange-Nassau, se tornasse o Stathouder do exército holandês e mais tarde, fizeram dele Guilherme, Príncipe de Orange. Arrumaram um encontro entre ele e Maria, a filha mais velha do Duque de York e irmã do rei Charles II da Inglaterra. O irmão deste último, sucessor de Jacob II, estava igualmente presente. Guilherme II casou-se com Maria, e eles tiveram um filho, Guilherme III, que se casou, mais tarde, com Maria II, a filha de Jacob II.
As casas reais holandesas e britânicas eram desde então, aparentadas. Os Whigs, partido composto de ingleses e escoceses influentes, ajudaram-nos a destituir os Stuarts do trono em 1688, e Guilherme III de Orange foi nomeado rei da Inglaterra, em 1689.
Guilherme III, de quem se diz ter sido franco-maçom, fundou, no mesmo ano, a Ordem de Orange, que se opunha ao catolicismo e visava a consolidar o protestantismo na Inglaterra. Essa ordem existe ainda até hoje; é representada principalmente na Irlanda, onde existem por volta de 100.000 membros, e onde instiga violentamente a guerra entre religiões.


páginas 53/54
O rei Guilherme III engajou bem depressa a Inglaterra em guerras custosas contra a França católica, o que causou fortes dívidas para a Inglaterra. Depois foi a revanche de Guilherme contra os Sábios de Sião: ele persuadiu o tesouro britânico, com o auxílio do agente William Paterson, a pedir emprestado £1,25 milhões aos banqueiros judeus que o tinham colocado nessa posição. A dívida do Estado cresceu muito rapidamente, e não restou mais ao governo outra possibilidade a não ser aceitar as condições exigidas.

As  condições 

1. os nomes dos emprestadores ficariam secretos, e eles teriam a garantia de poder fundar 
um “Banco da Inglaterra” (Banco Central);

2. garantir-se aos diretores desse banco o direito de fixar o preço do ouro com referência ao
papel-moeda; 

3. era-lhes permitido emprestar £10 de papel-moeda por libra de ouro depositada;

4. era-lhes permitido consolidar as dívidas nacionais e assegurar o montante pelos impostos 
diretos sobre o povo.

E assim foi erigido o primeiro banco central privado, o “Banco da Inglaterra”.
Este gênero de transação permitia ao banco fazer um ganho de 50% investindo 5%. E era o povo inglês que teria que pagar. Os emprestadores não se importavam de não serem reembolsados, pois o endividamento permitia-lhes ter influência sobre o encaminhamento da política. A dívida nacional da Inglaterra aumentou de £1,25 milhões em 1694 para £16 milhões em 1698.

Após Guilherme III, a dinastia de Hanover tomou o encargo da casa real britânica, o que continua hoje em dia, pois os Windsors descendem em linha direta da casa real de Hanover (Até 1901, todos os monarcas provieram da dinastia de Hanover, mas quando Eduardo VII esposou a princesa dinamarquesa Alexandra, o nome de Hanover foi trocado pelo de “Saxecoburg-Gotha”, nome do pai alemão de Eduardo. Ele foi novamente trocado por “Windsor” em 17 de julho de 1917, tal como é até hoje).

É compreensível que muitos ingleses não se regozijam com essa soberania alemã. Muitas organizações formaram-se para levar novamente os Stuarts ao trono. Devido a esse perigo, a dinastia de Hanover não autorizou o exército permanente na Inglaterra; eles recrutaram as tropas necessárias em seu principado e entre seus amigos alemães. Estes eram pagos, evidentemente, pelo Tesouro Britânico, o que era proveitoso para os banqueiros judeus. O príncipe Guilherme IX de Hesse-Hanau, que era também um amigo da dinastia de Hanover, colocou à disposição deles a maior parte dos mercenários.


A versão de 1917 diz-se que os "Protocolos" eram notas de um plano submetido ao "Conselho dos Sábios" por Theodor Herzl no Primeiro Congresso Sionista. Herzl teria "deixado escapar" esta indiscreta informação confidencial. O documento estaria assinado pelos "Sionistas do 33º grau" e pertenceriam ao Oriente maçônico francês;


QUEM SÃO OS SÁBIOS DE SIÃO?

Guilherme III, de quem se diz ter sido franco-maçom, fundou, no mesmo ano, a Ordem de Orange, que se opunha ao catolicismo e visava a consolidar o protestantismo na Inglaterra. Essa ordem existe ainda até hoje; é representada principalmente na Irlanda, onde existem por volta de 100.000 membros, e onde instiga violentamente a guerra entre religiões.
páginas 53/54

O rei Guilherme III engajou bem depressa a Inglaterra em guerras custosas contra a França católica, o que causou fortes dívidas para a Inglaterra. Depois foi a revanche de Guilherme contra os Sábios de Sião: ele persuadiu o tesouro britânico, com o auxílio do agente William Paterson, a pedir emprestado £1,25 milhões aos banqueiros judeus que o tinham colocado nessa posição. A dívida do Estado cresceu muito rapidamente, e não restou mais ao governo outra possibilidade a não ser aceitar as condições exigidas.
As condições do empréstimo eram as seguintes:
1. os nomes dos emprestadores ficariam secretos, e eles teriam a garantia de poder fundar
um “Banco da Inglaterra” (Banco Central);
2. garantir-se aos diretores desse banco o direito de fixar o preço do ouro com referência ao
papel-moeda;
3. era-lhes permitido emprestar £10 de papel-moeda por libra de ouro depositada;
4. era-lhes permitido consolidar as dívidas nacionais e assegurar o montante pelos impostos
diretos sobre o povo.
E assim foi erigido o primeiro banco central privado, o “Banco da Inglaterra”.
Este gênero de transação permitia ao banco fazer um ganho de 50% investindo 5%. E era o povo inglês que teria que pagar. Os emprestadores não se importavam de não serem reembolsados, pois o endividamento permitia-lhes ter influência sobre o encaminhamento da política. A dívida nacional da Inglaterra aumentou de £1,25 milhões em 1694 para £16 milhões em 1698.

Após Guilherme III, a dinastia de Hanover tomou o encargo da casa real britânica, o que continua hoje em dia, pois os Windsors descendem em linha direta da casa real de Hanover (Até 1901, todos os monarcas provieram da dinastia de Hanover, mas quando Eduardo VII esposou a princesa dinamarquesa Alexandra, o nome de Hanover foi trocado pelo de “Saxecoburg-Gotha”, nome do pai alemão de Eduardo. Ele foi novamente trocado por “Windsor” em 17 de julho de 1917, tal como é até hoje). 

É compreensível que muitos ingleses não se regozijam com essa soberania alemã. Muitas organizações formaram-se para levar novamente os Stuarts ao trono. Devido a esse perigo, a dinastia de Hanover não autorizou o exército permanente na Inglaterra; eles recrutaram as tropas necessárias em seu principado e entre seus amigos alemães. Estes eram pagos, evidentemente, pelo Tesouro Britânico, o que era proveitoso para os banqueiros judeus. O príncipe Guilherme IX de Hesse-Hanau, que era também um amigo da dinastia de Hanover, colocou à disposição deles a maior parte dos mercenários.



Os protocolos devem realizar-se

A Alemanha não teve a possibilidade de render-se, o Japão viu recusada a mesma petição. Os japoneses capitularam sem condições em março de 1945. Durante esse mesmo mês, o alto comando japonês comunicou à embaixada americana em Moscou, à embaixada russa em Tokyo e ao Pentágono em Washington, que o governo real japonês desejava uma capitulação sem condição.
Os americanos ignoraram-no! Por quê? Eles alegaram, depois, que a mensagem não havia sido decodificada! Mas, então, como eles tinham feito antes para decodificar os códigos militares e diplomáticos? Nós conhecemos a resposta: as ilhas japonesas não haviam ainda sido destruídas. O espetáculo iria apenas começar. Os B 29 realizaram no Japão o grande “saneamento” desejado pelos banqueiros internacionais.

Primeiro destruir Tóquio, depois lançar as bombas sobre Nagasaki e Hiroshima. Dizem que muitos generais japoneses eram membros de uma sociedade secreta mística denominada “Dragão Negro”. Nada mais sei a esse respeito.

A reconstrução da Alemanha e do Japão rendeu somas astronômicas aos banqueiros internacionais. Os alemães e os japoneses possuem entre eles trabalhadores e técnicos dos mais aplicados.

Mas seus governantes são escolhidos também pelos Illuminati, que os manipulam como marionetes. Ficareis melhor esclarecidos quando conhecerdes as listas dos membros das diferentes organizações. Muitos políticos do governo alemão são como peões no tabuleiro de xadrez, assim como os americanos ou os russos.

Fonte: Trecho do Livro As Sociedades Secretas e Seu Poder no Século XX, Autor Jan Van Helsig


A ATUALIZAÇÃO EM 1954

« Armas silenciosas para guerras tranquilas »

Operations Research ,Technical manual TM-SW7905.1
( pesquisa de operações, manual técnico )



Segurança.

É manifestamente impossível falar de engenharia social, ou de automatização de uma sociedade ( engenharia de sistemas de automatismos sociais ou : armas silenciosas ), sobre uma escala nacional ou internacional sem implicar objectivos extendidos de controle social e de destruição da vida humana ( escravidão ou genocídio ).

Este manual é por si, uma declaração de intenção análoga. A presente publicação deve manter-se distante de toda a opinião pública . Do contrário, poderia ser interpretado como uma declaração formal e técnica de guerra interior.



Introdução Histórica

A tecnologia de armas silenciosas evoluiu a partir de investigações operativas (Operations research, OR ) uma metodologia estratégica e táctica desenvolvida pelo estado maior militar em Inglaterra durante a segunda guerra mundial. O objectivo inicial das investigações Operativas era estudar problemas estratégicos e tácticos de defesa aérea e terrestre visando a utilização efectiva de recursos limitados contra os estrangeiros inimigos.

Os que estavam em posições de poder, aperceberam-se que essas técnicas seriam úteis para controlar uma sociedade. Mas eram necessários melhores instrumentos.

A engenharia social (a análise e a automatização de uma sociedade) requer a posta em relação de uma grande quantidade de informação e dados económicos sempre variáveis, vale dizer que um sistema ultra-rápido de tratamento da informação era necessário para ganhar à sociedade, e predizer quando esta chegaria a capitular.

As calculadoras relegadas eram demasiado lentas, mas o computador eletrónico inventado em 1946 por J . Presper Eckert e John W. Mauchly fez possível cumprir com essa missão.

A seguinte etapa decisiva era o desenvolvimento de uma metodologia de programação por linhas de código em 1947, pelo matemático George B. Dantzig.

Depois em 1948, o transistor, inventado por J. Bardeen, W. H. Battain, e W. Shocley, prometeram um campo de acção para a expansão e evolução rápida do computador graças à redução do espaço e da energia requerida.
Com estas três invenções sob sua direcção, os que estavam em posição de poder pressentiram fortemente que era possível para eles de controlar o conjunto do mundo apoiando-se num botão.



Imediatamente, a Fundação Rockfeller pôs isto em execução subvencionando um ciclo de estudos de 4 anos no Harvard College, criando o Harvard Economic Research Project para estudar a estrutura da economia americana. Um ano mas tarde, em 1949, a US Air Force juntava-se ao projecto.

Em 1952, o período de estudos culmina, e um encontro de alto nível da Elite foi levado a cabo para determinar a seguinte fase de investigações em operações sociais. O procjeto Harvard tinha sido muito frutuoso, e alguns destes resultados foram publicados em 1953, sugerindo a possibilidade de uma engenharia sócio-económica (*).


A Guerra Calma foi calmamente declarada pela Elite Internacional depois de seu encontro levado a cabo em 1954.
Bem que o sistema de armas silenciosas fossem concebidas 13 anos antes, a evolução deste novo sistema de armas não sofreu reveses ou contratempos maiores.

(*) "Studies in the Structure of American Economy" (1953), de Vassili Leontief (diretor of Harvard Economic Research Project), International Science Press Inc., White Plains, New York.



Energia

A energia é reconhecida como a chave de todas as actividades sobre terra. As ciências naturais são o estudo das fontes e de controle da energia natural, e as ciências sociais, expressas teoricamente através da economia são o estudo das fontes e controle da energia social.
Ambos são sistemas compatíveis: as matemáticas. Em conseqüência, as matemáticas são a primeira ciência da energia 

Toda a ciência é essencialmente um meio para um objectivo. O meio (estratégia) é o conhecimento. O objectivo é o controle. Mas lá disso, fica uma só pergunta: 
Quem será o beneficiário?

Em 1954, esse foi o tema de preocupação principal. Conquanto foram relevadas questões morais, desde o ponto de vista da lei da selecção natural, foi admitido que uma nação ou que uma população mundial quem não utilizaria a sua inteligência não seria melhor do que animais que não têm inteligência. Tais pessoas são animais domesticados por eleição (deles mesmos) e consentimento.

Em conseqüência, no interesse do futuro ordem mundial, de sua paz e de sua tranqüilidade, foi decidido de levar a cabo uma guerra calma contra o publico americano com um ultimo objectivo de deslocar a energia social e natural (riqueza) da massa indisciplinada e irresponsável para as mãos de alguns sortudos autodisciplinados e responsáveis.



A fim de conseguir este objectivo, foi necessário criar, proteger e de utilizar novas armas que, como o futuro o dirá, eram um tipo de armas tão subtis e sofisticados em seu princípio de funcionamento e sua aparência publica que obtiveram o apelido de "armas silenciosas".

( Nota: Silvio: Eu posso citar algumas que me ocorrem: microondas Haarp, armas de energia direccionada : DEW )
Em conclusão, o objectivo da investigação económica, tal como é levada a cabo pelos dirigentes do capital (bancos) e das indústrias de bens e serviços, é o estabelecimento de uma economia totalmente previsível e manipulável 


Afim de atingir para uma economia totalmente previsível, os elementos das classes inferiores da sociedade devem ser levadas a um controle total, isto é ser postas à rua submetidas ao jugo, e atribuídas a um dever social de longo prazo desde uma idade temporã, antes de que tenham uma oportunidade de fazer-se perguntas ou questionamentos sobre a propriedade da matéria. 

Para chegar a tal conformidade, a célula familiar das classes inferiores devem ser desintegradas por meio de um processo de aumento de preocupações por parte dos pais.
A qualidade da educação dada às classes inferiores deve ser da mais pobre, de maneira que a brecha da ignorância que isola as classes inferiores das classes superiores seja e permaneça incompreensível para as classes inferiores. 

Com tal incapacidade, mesmos os melhores elementos das classes inferiores têm pouca esperança de extirpar-se do lote que lhes foi atribuído na vida. Esta forma de escravatura é essencial para manter um verdadeiro nível de ordem social, paz e de tranqüilidade para as classes superiores dirigencial.


Nota, Silvio: Aqui começa a verificar-se que bate certo, Temos o exemplo de pequenas aldeias onde fecham escolas, aumento da preocupação dos pais quando sobem os preços dos livros escolares, fica quase impossível sustentar os estudos dos filhos. Os meninos ricos podem estudar em colégios privados e por veves tais colégios fabricam-lhes boas notas, enfim, isto para garantir que os pobres não terão boas oportunidades e nunca ocuparão os cargos de doutores ou engenheiros, pois esses cargos estão vagos para os filhotes da elite.



Introdução descritiva das armas silenciosas

Em conclusão, o objectivo da investigação económica, tal como é levada a cabo pelos dirigentes do capital (bancos) e das indústrias de bens e serviços, é o estabelecimento de uma economia totalmente previsível e manipulável 




Nota, Silvio: Aqui começa a verificar-se que bate certo, Temos o exemplo de pequenas aldeias onde fecham escolas, aumento da preocupação dos pais quando sobem os preços dos livros escolares, fica quase impossível sustentar os estudos dos filhos. Os meninos ricos podem estudar em colégios privados e por veves tais colégios fabricam-lhes boas notas, enfim, isto para garantir que os pobres não terão boas oportunidades e nunca ocuparão os cargos de doutores ou engenheiros, pois esses cargos estão vagos para os filhotes da elite.





Estas armas disparam situações, em vez de balas; propulsadas pelo tratamento de dados, em vez de reacção química, disparando sua origem de bytes de informações em vez de grãos de pó; a partir de um computador em vez de uma espingarda, manipulado por um programador de computadores em vez de um franco-atirador de elite.

Não produzem ruído de explosão evidente (as armas silenciosas), não causam dano físico ou mentais aparentes, nem interferem de maneira evidente com a vida cotidiana social de cada um.
Produz no entanto, um infaltavél " ruído", causa infaltáveis danos físicos e mentais, e interfere de forma infaltável na vida social cotidiana, ou mais bem infaltável para um observador treinado, para aquele que sabe que olhar e observar exatamente.


O publico não pode compreender esta arma, e então não pode crer que é em realidade atacado e submetido por esta arma.
O publico pode sentir instintivamente que algo não vai bem, mas em razão da natureza técnica desta arma silenciosa, o não pode expressar seu sentimento de maneira racional, ou tomar em mãos o problema com inteligência. 
Em conseqüência, o não sabe como gritar por ajuda e não sabe como associar-se com outros para defender-se.
Quando um arma silenciosa é aplicada gradualmente, as pessoas se ajustam, adaptam-se a sua presença, e aprendem a tolerar suas repercussões sobre suas vidas até que a pressão (psicológica via económica) volta-se demasiado grande e se afundam.

Em conseqüência, o arma silenciosa é um tipo de arma biológica. Ela ataca a vitalidade, as opções e a mobilidade dos indivíduos de uma sociedade, conhecendo, entendo, manipulando e atacando as suas fontes de energia social e natural, bem como as suas forças e debilidades físicas, mentais e emocionais.

Nota, Silvio : Se mencionam armas biológicas, eu posso citar algumas substâncias que interferem com o comportamento humano, estamos a ser diariamente doseados: fluor na água,H1N1, químicos na atmosfera ( chemtrails ) ,químicos nos frutos, poluição atmosférica e terrestre, aspartame nos refrigerantes e comidas light, carne animal  animais que foram alimentados com rações, etc.


Introdução teórica

"Dai-me o controle sobre a moeda de uma nação,
e não terei por que me preocupar daqueles que fazem suas leis."

Mayer Amshel Rothschild (1743-1812)


A tecnologia actual das armas silenciosas é uma extensão de uma idéia simples descoberta, sucintamente expressada, e efectivamente aplicada por Mayer Amshel Rothschild.
O Sr. Rothschild descobriu o componente passivo faltante à teoria económica, conhecida sob o termino de indução económica. Obviamente, ele não pensou sobre a sua descoberta nos termos do século 20, pelo que a análise matemática teve que esperar a segunda revolução industrial, a chegada das teorias físicas e eletrónicas, e finalmente a invenção do computador eletrónico, antes mesmo de ser efectivamente posto em aplicação para o controle da economia mundial.



O Sr. Rothschild tinha descoberto que o dinheiro ou as contas de crédito sobre depósito tinham a aparência necessária do poder que podia ser utilizado para induzir às pessoas trocando as suas riquezas contra uma promessa de riqueza maior (em vez de uma compensação real).


Afinal do controle económico teve que esperar que tivesse suficientes dados económicos e uma equipa informática rápido para registrar e ter uma aproximação mais certeira sobre as oscilações económicas criadas pelo " price-shocking " e o excesso de energia sob forma de crédito papel (indução-inductabilidade /inflacção ).

O campo da indústria aeronáutica provê a maior evolução em engenharia económica mediante a teoria matemática do "choque-testing". Neste procedimento, um projéctil é disparado a partir de um avião para terra (solo), e a impulsão do retrocesso (do avião) é medida por censores de vibrações localizados sobre a carroçaria, e conectados a registradores gráficos.

Estudando o eco ou as refracções do impulso de retrocesso sobre o avião, é possível descobrir as vibrações criticas na estrutura do avião (...). Desde o ponto de vista da engenharia, isto significa que as forças e as debilidades da estrutura do avião em termos da energia vibratória podem ser descobertas e manipuladas.


Aplicação à economia:

Para utilizar este método de " choque testing " aeronáutico na engenharia económica, os preços dos produtos estão submetidos a um choque, e a reacção do publico é medida. 
O eco resultante do choque económico é interpretado teoricamente pelos computadores e a estrutura psyco-económica é assim descoberto. 
É por este procedimento que é descoberto o que define o lar familiar e faz possível a sua avaliação (veja-se avanços de econometria .)

Desde então, a resposta do lar-família ao manejo dos choques futuros pode ser predecida e manipulada, e a sociedade converte-se então num animal bem regulado com as suas renas sob o controle de um sofisticado sistema de contabilidade de energia social regulado por computador.
Finalmente, cada elemento individual da estrutura esta sob o controle de um computador através do conhecimento das preferências pessoais, um tal conhecimento é estendido pela associação informática de códigos de barra com a identificação exacta do consumidor identificado (através do cartão de crédito, e mas tarde com o tatouagem permanente sobre o corpo de um número invisível sob a luz ambiente ordinária).

Silvio: De futuro será um sinal/ tatuagem? Ou mudaram de ideias e vão avançar com o implante digital ?

Graças à prova de choque (choque-testing), foi descoberta uma relação directa ente a disponibilidade do fluxo de dinheiro numa economia e a resposta de uma massa de gente em função a essa disponibilidade.
Por exemplo, estabeleceu-se que existe uma relação quantitativa mensurável entre o preço da gasolina e a probabilidade de que pessoa sofra de dor de cabeça, ressinta vontades de ver uma película violenta, fumar um cigarro, ou ir a um bar para tomar um par de cervejas.


Silvio: Eu posso citar outro exemplo, devido á crise económica em Portugal, subida do Iva e dos preços, a população portuguesa entrou em depressão, nos noticiários falaram que duplicou o consumo de anti-depressivos, e que os portugueses começaram a consumir mais alcóol. Eis aqui um efeito da economia- crise- na vida social.


Indução económica:

Um inductor eléctrico tem uma corrente eléctrica como primeiro fenómeno, e um campo magnético como segundo fenómeno (inércia). Corresponde a isto, um inductor económico a um fluxo de valor económico como primeiro fenómeno, e um campo de população como segundo fenómeno de inércia 
Quando o fluxo de valor económico (isto é o dinheiro) diminui, o campo de população humana desaparece com o objectivo de permitir ao valor económico de seguir circulando (caso extremo: guerra).


Amplificadores económicos:

A forma a mais simples de amplificador económico é um instrumento chamado publicidade.

Se uma publicidade televisiva se dirige a uma pessoa como se ela tivesse 12 anos de idade, então, em razão da sugestibilidade, ela terá, com uma verdadeira probabilidade uma resposta ou uma reacção tão desprovida de sentido critico que aquelas pessoas com uma idade de 12 anos.



Consentimento, a primeira vitória:

Um sistema de arma silenciosa opera a partir de dados (informação) obtida de um publico dócil por meios legais. Tanta informação se acha disponível para os programadores de sistemas de armas silenciosas através do Internal Revenue Service. (Ver Estudos na Estrutura da econômica americana para uma lista de fontes I.R.S.)
A informação consiste na entrega obrigatória de dados bem organizados conteúdos nos formulários de impostos federais ou nacionais, colectados, sistematizados, e apresentados pelos mesmos pagadores de impostos e os empregados.

Ademais, o número de tais formulários submetidos à I.R.S. é um indicador útil do consentimento do publico, um factor importante na tomada de decisão estratégica. Outras fontes de dados são expostos na curta Lista de inputs.

Os coeficientes de consentimento são um feedback numérico indicando o estatuto ou grau da vitória. Base sicológica: Quando o governo é capaz de colectar ou arrecadar os impostos e de dimensionar a propriedade privada sem justa compensação, é uma indicação que o publico esta maduro para render-se e consentir sua posta em escravatura e a seu submetimento legal. Um bom indicador, facilmente quantificável, de tempo mas duros no futuro é o numero de cidadãos públicos que pagam um imposto sobre lhe ingresso ante uma carência evidente de reciprocidade ou de serviço honesto por parte do governo.



Diversão, a primeira estratégia:


A experiência mostrou que o método mais simples para voltar eficaz uma arma silenciosa é ganhar o controle do publico é de manter o publico ignorante dos princípios básicos dos sistemas por um lado, sempre levando-lhe à confusão, desorganização, e distraído com temas sem importância real por outro lado.
Isto é obtido com:

1 - descomprometiendo suas mentes e espíritos ; saboteando suas atividades mentais; Provendo programas educativos de baixa qualidade em matemáticas, lógica, desenho de sistema e economia, e desmotivando a criatividade.

2 - Comprometendo as suas emoções, aumentando o seu egocentrismo e o seu gosto pelas actividades emocionais e físicas :
a) - multiplicando as suas confrontações e ataques emocionais (violação mental e emocional) por meio de um estanque constante de violência, de guerra, de sexo nos meios de comunicação social - em particular a TV e os jornais.
b) - dando-lhe o que eles desejam - em excesso - "junk food" para o espírito, e privando-lhe do que realmente precisam.
3 - Reescrevendo a história e a lei, e submetendo ao publico a distrações, de forma a ser capaz de deslocar seus pensamentos sobre suas necessidades pessoais para prioridades externas altamente fabricadas (artificiais).

Silvio: Programas de baixo nível como aqueles na tv de infedilidade em directo, instalam a insegurança na mente das pessoas, programas de piadinhas ordinárias e sem graça distraem as massas, tornando-as distraídas dos problemas da vida e das maquinações do governo.



Resumo da diversão:

Meios de comunicação: Manter o atendimento do publico adulto distraído, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativando-o com temas sem importância real.

Ensino: Manter ao publico ignorante das verdadeiras matemáticas, da verdadeira economia, da verdadeira lei, e da verdadeira história.



Trabalho: Manter o publico ocupado, ocupado, ocupado, sem tempo para pensar, de volta à granja com os demais animais.



Faça isto Para obter isto
Manter o publico ignorante Menos organização publica
Criar preocupação e inquietude Menos defesas
Atacar o núcleo familiar Controlar a educação da juventude 
Reduzir a liquidez e dar mais créditos ou indenizações Mas deixar fazer, deixar passar e prover-se de mais dados

Conformismo social Simplicidade na programação informática
Minimizar as queixas contra os impostos Máxima quantidade de dados económicos, mínimos problemas restritivos
Estabilizar o consentimento Simplicidade dos coeficientes
Estabelecer condições-marco Simplicidade dos problemas, solução das equações diferenciais
Apertar as agendas Menos defasagens e borrosidade nos dados obtidos
Maximizar o controle Resistência mínima ao controle





O que se investiga de cada cidadão:

Fontes de informação gerais:
- escutas telefónicas
- vigilância- análise do lixo
- comportamento dos meninos/meninas na escola colégio

Nível de vida segundo:
- alimentação
- vestimenta
- alojamento
- meios de transporte

Contactos sociais:
- telefone (gravação dos telefonemas registrados)
- família (certificados de casal, de nascimento, etc...)
- amigos, sócios, etc.
- adesão a associações
- afiliação política
A impressão do papel pessoal

Costumes pessoais de compra:
- cheques bancários
- compras por cartão de crédito
- compras por cartão de crédito "marcado" - associação do cartão de crédito com código de barra dos produtos (Ou.P.C. - Universal Product Code)

Posses (ativos):
- conta corrente
- caixa de poupança
- deposito em caixa forte de banco
- buissnes
- automóveis

Debilidades (passivos):
- empréstitos, créditos de consumo
- inimigos (ver fontes legais)

Fontes governamentais:
- Ajudas sociais
- Segurança social
- Indeminizações ou subsídios de desemprego
- Subvenções e bolsas
- Serviço de Rendimentos Interno
- OSHA
- Censos
- etc.
-Outras fontes governamentais:
- Vigilância do correio postal



Comportamentos adaptativos:
- consumo de álcool
- consumo de drogas
- entretenimento, espetáculos

fatores religiosos influenciando o comportamento
- outros métodos para escapar à realidade

Sensibilidade política:
- convicções
- contatos
- posição
- forças / debilidades
- projectos / actividades

Imputs legais - controle do comportamento:
- registo dos tribunais
- processos verbais (policiais)
- infracções de transito
- denúncias feitas à polícia







Criação de situações controladas, manipulação da economia e da sociedade 
- oferecer oportunidades
- destruir oportunidades
- controlar o meio económico
- controlar a disponibilidade de matérias primas
- controlar o capital
- controlar as taxas bancárias
- controlar a inflacção da moeda
- controlar a posse da propriedade
- controlar a capacidade industrial
- controlar a fabricação
- controlar a disponibilidade dos bens de consumo
- controlar o preço dos bens de consumo
- controlar os serviços, a força de trabalho, etc.
- controlar os pagamentos aos servidores públicos de governo
- controlar as funções jurídicas
- controlar as bases de dados pessoais
- controlar a publicidade
- controlar o contacto com os meios
- controlar o material disponível para a recepção de sinais TV
- distrair o atendimento dos problemas reais
- fomentar as emoções
- criar desordem, caos e alinhamento mental
- controlar a elaboração de formulários de impostos mais detalhados
- controlar o armazenamento de informação
- desenvolver análise e perfis psicológicos sobre os indivíduos
- controlar os factores sociológicos
- controlar as possibilidades de riqueza
- fazer do débil uma presa
- neutralizar lhes forças
- succionar a riqueza e a substância

O comportamento do publico é dominado pelo medo, a flojera e a facilidade. Isto é a base do estado de providência enquanto arma estratégica, útil contra um publico indigesto.

Ação- Ofensiva 

A maioria das pessoas quer ser capaz de submeter e/ou de matar outros seres humanos que molestam ou perturbam suas vidas cotidianas mas eles não querem enfrentar os problemas morais e religiosos que um tal acto da sua parte poderia gerar.
Em conseqüência, eles asigan o trabalho sujo a outros (incluindo a seus próprios filhos) como para manter o sangue afastado das suas mãos. Eles extasíam-se ao salvar-se animais de humanos e depois sentam-sediantes dum delicioso hambúrguer num bar repintado de alvo abaixo na rua e fora da vista dos demais .

Mas ainda mais hipócrita, eles pagam impostos para financiar uma associação de profissionais de homens celebres colectivamente chamados políticos, e depois queixam-se da corrupção no governo.


Já que a maioria do publico ordinário não exercerá um restrição, há duas alternativas para reduzir a inductabilidade económica do sistema :

1) Deixar o povo matar-se na guerra, o que teria como único resultado a destruição total da vida sobre a terra.

2) Tomar o controle do mundo por meio da utilização de " armas silenciosas " económicas, sob a forma de uma "guerra calma", e reduzir a inductabilidade económica a um nível seguro, mediante um processo de escravatura e de genocídio 


Algumas citações para meditar...
"Em política, nada ocorre por acaso. Cada vez que um acontecimento surge, pode-se estar seguro que foi previsto para levar-se a cabo dessa maneira."
Franklin D . Roosevelt
Presidente dos Estados Unidos (1933 a1945)

"O mundo divide-se em três categorias de gentes : Um muito pequeno número que produz acontecimentos, um grupo um pouco maior que assegura a execução e mira como acontecem, e por fim uma ampla maioria de não sabe nunca o que ocorreu em realidade "
Nicholas Murray Butler
Présidente da Pilgrim Society, membro da Carnegie, membro do CFR (Conselho para as Relações Externas, Council on Foreign Relations) 


Números para reflectir:

Segundo um Relatório do Programa das Nações Unidas pelo Desenvolvimento (PNUD): 
As 3 pessoas mais ricas do mundo são tão ricas como os 48 países mais pobres.

A riqueza das 84 pessoas mais ricas do mundo supera o produto interno bruto da Chinesa com os seus 1,2 Mil Milhões de habitantes.

As 225 pessoas as mais ricas dispõem de uma fortuna equivalente ao rendimento anual acumulado do 47% do total de indivíduos mais pobres do planeta, isto é mais de 3 Mil Milhões de pessoas.

Segundo o mesmo organismo de Nações Unidas, seria suficiente menos de 4% da riqueza acumulada destas 225 maiores fortunas mundiais (avaluado em mais de 1.000 Biliões de dólares) para dar a toda a população do planeta acesso às necessidades básicas e acesso aos serviços elementares: saúde, educação, alimentação.

Informe ONU - PNUD 1998 - disponível em Economica, 49, rue Héricart, 75015 Paris


Nos Estados Unidos, os mais 100 importantes Chefes de empresa (Gerentes Gerais) ganham cada um de média 1000 vezes mais do que os seus empregados "ordinários".

Em 2002, George W. Bush decidiu um aumento dos gastos militares de 40 Mil Milhões de dólares.
Este só aumento do orçamento militar americano representa exatamente a quantidade de dinheiro necessário para resolver definitivamente o problema da fome no mundo. (segundo estimações da ONU)





Fonte: http://perso.wanadoo.fr/metasystems/ES/Topics.html

Tradução para português: Silvio G

Rodrigo Veronezi Garcia é Blogueiro e estuda sobre Mitologia, Religião, História, Arqueologia, Ciências Ocultas, Sociedades Secretas, Segredos Militares, Geo Politica, Parapsicologia, Ufologia.
Rodrigo Veronezi Garcia Rodrigo Veronezi Garcia

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