quarta-feira, 30 de novembro de 2016

TODOS OS SERES HUMANOS TEM O OLHO DE HÓRUS


O Olho de Hórus é uma representação artística de um órgão supostamente atrofiado que existe no cérebro de todos os seres humanos e que foi desenhado nas paredes no interior das pirâmides e dos templos do Egito Antigo.    





No cérebro, aproximadamente na posição indicada pelo diagrama 17, existem dois pequenos órgãos chamados: corpo pituitário e glândula pineal. A ciência médica não sabe quase nada a seu respeito assim como tão pouco de outras glândulas do corpo. A Ciência chama a glândula pineal de “terceiro olho atrofiado” porem sem embargo, nenhuma nem outra estão se atrofiando. Isto é um manancial de perplexidades para os cientistas, pois a natureza não conserva nada inútil. Em todo o corpo encontramos órgãos que estão se desenvolvendo ou atrofiando-se, sendo estes assim como pedras milenares no caminho que o homem vem seguindo até chegar em seu estado atual de desenvolvimento, indicando aquelas os futuros aperfeiçoamentos e desenvolvimentos. O corpo pituitário e a glândula pineal pertencem a outra classe de órgãos, que atualmente não se degeneram nem se desenvolvem, mas que estão adormecidos. Num passado remoto, quando o homem estava em contato com os mundos “internos” , esses órgãos eram o meio de ingresso neles e tornarão a servir ao mesmo propósito num estado ulterior. Estavam relacionados com um sistema nervoso simpático e involuntário. O homem via então os mundos internos, como no Período Lunar. As imagens se apresentavam completamente independentes de sua vontade. Na maioria dos homens esses centros são inativos, porém o desenvolvimento apropriado pô-los-á em movimento, na mesma direção em que giram os ponteiros de um relógio, como se explicou anteriormente. Esse é o detalhe difícil na clarividência positiva. O que aspira a verdadeira visão deve, antes de tudo dar provas de desinteresse, porque o clarividente idôneo não tem “dias livres” . Não é, de nenhum modo, negativo, depende dos reflexos que possam cair sobre ele em qualquer forma. Pode olhar a qualquer momento e ver os pensamentos e planos dos demais, sempre que dirija sua atenção especialmente para isto, e não em caso contrário. Os grandes perigos que trariam para a sociedade o uso indiscreto desse poder, se estivesse em mãos de qualquer indivíduo, são facilmente compreensíveis. Com ele pode se ler os mais secretos pensamentos. Portanto o Iniciado é obrigado pelo voto mais solene a não empregar jamais esse poder para servir seus interesses individuais, nem mesmo em grau mínimo, nem para salvar a si mesmo de qualquer dor ou tormento. Este Sol visível, ainda que seja o campo de evolução de inteligências muito superiores ao homem, não é, entretanto, de nenhuma maneira, o Pai dos outros planetas, como supõe a ciência. Ao contrário, ele mesmo é uma emanação do Sol Central, que é a fonte invisível de tudo o que existe em nosso Sistema Solar. Nosso Sol visível não é senão um espelho em que se refletem os raios de energia do Sol Espiritual. O Sol Real é tão invisível como o “homem real” Quando um planeta tem duas luas indica que há seres na onda de vida que esta evolucionando nesse planeta demasiado atrasados para poderem continuar na evolução da onda de vida principal, os quais tiveram de ser afastados do planeta para evitar que estorvassem o progresso dos adiantados. Tal foi o caso com os seres que habitam a nossa Lua. AS JERARQUIAS CRIADORAS A segunda interpretação da primeira sentença também nos da uma ideia completa de Deus, quando fala da “dupla energia” , indicando as fases positiva e negativa do Espírito Uno de Deus em manifestação. De acordo com os ensinamentos da Ciência Oculta, representa-se Deus com um Ser composto. Isto se acentua ainda mais nos versículos seguintes do capitulo.


REFERÊNCIAS
Trecho do Livro "Conceito Rosacruz do Cosmos" Fraternidade RosaCruz 
Publicada com permissão da Senhora Max Heindel e da Fraternidade Rosacruz, associação internacional de Cristãos Místicos com sede em Oceanside, Califórnia, Estados Unidos da América do Norte.  

ELE-ELA NÃO PODEM SER APRENDIDOS E JAMAIS SERÃO "o Rigveda""




O Senhor não é uma criação de nossa inteligência; ao contrário, foi Ele quem nos criou.

O senhor Manu disse: O ser vivo supremo criou este mundo material animado, e, ninguém deve concluir que Ele tenha sido criado por este mundo material.  



Não havia ser, ou não ser, ou éter, ou essa tenda do céu, nada a envolver, nada envolvido... mas aquele, esse respirava só, só com ela, cuja vida ele acalenta no seu seio.

Além dele, nada existia que depois tenha existido.

O desejo formado pela inteligência desse tornou-se semente original; a semente tornou-se progressivamente providência, ou almas sensíveis e matéria ou elementos.

Trata-se, por conseguinte, de um Universo não criado e criado ao mesmo tempo, impensável, desconhecido, que se organizou, fiz Rig Veda, pelo poder da contemplação.

Explicando melhor: a criação e o principio Ele-Ela não podem ser aprendidos e jamais o serão.

Parusha, um ser primordial, e desmembrado é usado para criar diferentes elementos do mundo material. Sua estória semelhante a de Ymir, em que a essência do mundo foi criada a partir do mais notável tipo de sacrifício o autosacrificio.

No oceano primordial flutuava um ovo de ouro. Esse ovo havia boiado por 1.576.800.000.000 anos mortais na imensidão do agitado mar do caos. Sozinho dentro do ovo de ouro estava Parusha, já farto de sua solidão. Quando o fogo aqueceu as águas escuras e o oceano encapelou-se, o ovo se partiu.

Parusha era o universo manifestado e ele surgiu do ovo com mil cabeças, mil mãos e mil olhos. Como se sentia só dividiu-se em dois. Um quarto dele produziu a Terra e Viraj (poder universal feminino); o restante formou os deuses e o universo. Parusha, então, desmembrou suas partes remanescentes para completar a criação. Sua boca transformou-se em Brâman, o poder do universo; seus olhos tornaram-se o Sol; sua mente virou a Lua. Nada foi desperdiçado: ele se tornou tudo e é tudo. Se ele mudar de ideia e juntar-se todo novamente, o universo acabará.

Prajapati

Outro deus védico, Prajapati, também é descrito como o criador universal. Ele sobreviveu até o período hindu, quando se fundiu com Brahma. Em algumas narrativas, ele criou os primeiros deuses por meio de meditação e jejum. Uma de suas primeiras criações foi sua filha Ushas, a aurora. Mas ele a cobiçou, o que a deixou tão aterrorizada que ela preferiu transformar-se em uma corça. Ele simplesmente converteu-se em veado e seu sêmen caiu sobre roda a Terra, criando as primeiras pessoas. Em outro relato, Prajapati criou-se a partir do mar primordial e chorou com a visão de seu vazio. Suas lágrimas deram origem aos continentes e, em seguida, descascou seu corpo, camada por camada, como uma cebola, e criou todo o resto a partir disso.



O Rigveda é de longe mais arcaico que qualquer outro texto indo-ariano. Por essa razão, foi o centro de atenção da sabedoria ocidental dos tempos de Max Müller. 



O Rigveda foi traduzido ao inglês por Horace Hayman Wilson em 1850-88[3] e por Ralph T.H. Griffith em 1896. Traduções parciais ao inglês por Maurice Bloomfield e William Dwight Whitney existem. A tradução de Griffith é boa, considerando a sua idade, mas não substitui a tradução de Geldner de 1951 (em alemão), a única tradução escolar independente até agora.

Friedrich Max Müller, The Hymns of the Rigveda, with Sayana's commentary (Os Hinos do Rigveda, com o comentário de Sayana) , Londres, 1849-75, 6 vols., 2a. ed. 4 vols., Oxford, 1890-92.
Theodor Aufrecht, 2a. ed., Bonn, 1877.

OS SEIS TIPOS DE AMOR


ZEUS E ERA O REI E A RAINHA DOS DEUSES 



FORMAS GREGAS DE AMAR

Eros: O primeiro tipo de amor era eros, nomeado por causa do deus Grego da fertilidade, e representava a ideia de paixão sexual e desejo. Mas os Gregos não pensavam nele como algo sempre positivo. Na verdade, eros era visto como uma forma perigosa, ardente e irracional de amor que poderia dominar e possuir você – uma atitude compartilhada por muitos pensadores espirituais mais tardios, como o escritor Cristão C.S.Lewis. Eros envolvia uma perda de controle que assustava os Gregos. O que é estranho, porque perder o controle é precisamente o que muitas pessoas agora procuram em um relacionamento. Não esperamos, nós todos, apaixonar-nos “loucamente”? Philia: A segunda variedade de amor era philia ou amizade, que os Gregos valorizavam muito mais do que a sexualidade baixa de eros. Philia abrangia a amizade camarada profunda que se desenvolvia entre irmãos em armas que haviam lutado lado a lado no campo de batalha. Tinha a ver com demonstrar lealdade aos seus amigos, sacrificando-se por eles, assim como dividir suas emoções com eles. (Uma outra forma de philia, às vezes denominada storge, incorporava o amor entre pais e seus filhos.) Todos podemos nos perguntar quanto deste amor philia camarada temos em nossas vidas. Ludus: Esta era a ideia dos Gregos de amor divertido, que se referia à afeição divertida entre crianças ou jovens amantes. Todos tivemos um gosto dele no flerte e provocação nos estágios iniciais de um relacionamento. Mas também vivenciamos nosso ludus quando sentamos em roda em um bar contando piadas e rindo com amigos, ou quando saímos para dançar. Dançar com estranhos pode ser a mais fundamental atividade lúdica, quase um substituto divertido para o sexo em si. Agape: O quarto amor, e talvez o mais radical, era ágape ou amor abnegado. Este era um amor que você estendia a todas as pessoas, seja membros familiares ou estranhos distantes. Agape foi mais tarde traduzido para o Latim como caritas, que é a origem da nossa palavra caridade. Lewis referia-se a ele como “amor presente”, a mais alta forma de amor Cristão. Mas ele também aparece em outras tradições religiosas, como a ideia de mettā ou “bondade amorosa universal” no Budismo Theravāda. Há evidências crescentes de que agape está em perigoso declínio em muitos países. Níveis de empatianos E.U.A. caíram quase 50 por cento ao longo dos últimos 40 anos, com a queda mais acentuada ocorrendo na década passada. Precisamos urgentemente renovar nossa capacidade de nos preocuparmos com estranhos. Pragma: Outro amor Grego era pragma ou amor maduro. Este era o profundo entendimento que se desenvolvia entre casais de longo casamento. Tinha a ver com fazer acordos para ajudar o relacionamento a funcionar ao longo do tempo, e demonstrar paciência e tolerância. O psicanalista Erich Fromm disse que gastamos muita energia “caindo na paixão” e precisamos aprender mais como “ficar de pé no amor”. Pragma tem precisamente a ver com ficar de pé no amor – fazer um esforço para dar amor ao invés de apenas recebê-lo. Com as taxas de divórcio atualmente na casa dos 50 por cento, os Gregos certamente pensariam que deveríamos trazer uma dose séria de pragma para nossos relacionamentos. Philautia: A variedade final de amor era philautia ou auto-amor. Os espertos Gregos perceberam que havia dois tipos. Um era uma variedade não saudável associada com narcisismo, onde você se tornava obcecado consigo, e focado em ganhar fama pessoal e fortuna. Uma versão mais saudável de philautia elevava a sua capacidade mais ampla de amar. A ideia era que se você gosta de si mesmo e se sente seguro em si mesmo, você terá amor suficiente para dar aos outros (hoje isto é refletido no conceito inspirado no Budismo de “auto-compaixão”).

Ou como disse Aristóteles, “Todos os sentimentos amigáveis por outros são uma extensão dos sentimentos do homem por si mesmo”.
Então o que os Gregos estão realmente tentando nos dizer? De forma mais impressionante, eles encontraram diversos tipos de amor em relacionamentos com uma ampla gama de pessoas – amigos, família, esposas, estranhos e até mesmo com si mesmos. Isto contrasta com o nosso típico foco em uma única relação romântica, onde esperamos encontrar todos os diferentes amores empacotados em uma única pessoa ou alma gêmea. A mensagem dos Gregos é para alimentar as variedades de amor e conectar-se às suas muitas fontes. Não procure apenas eros, mas cultive philia passando mais tempo com velhos amigos, ou desenvolva o seu ludus dançando noite afora.
Ademais, deveríamos abandonar nossa obsessão com a perfeição. Não espere que seu parceiro lhe ofereça todas as variedades de amor, o tempo todo (sob o risco de você poder negligenciar um parceiro que falhar em atender aos seus desejos). Reconheça que um relacionamento pode começar com bastante eros e divertido ludus, e então evoluir rumo a incorporar mais pragma ou agape abnegado.
Há também o pensamento consolador de que se você sente a falta de um amante em sua vida, ao mapear a extensão na qual todos os seis amores estão presentes, você poderá descobrir que tem muito mais amor do que jamais imaginou.
É hora de introduzirmos as seis variedades de amor Grego em nosso vocabulário cotidiano. Desta forma nos tornaremos tão sofisticados na arte de amar como somos quando pedimos uma xícara de café.



Após o fracasso da humanidade no uso e controle das outras forças do universo que se voltaram contra nós, é urgente que nos alimentemos de outro tipo de energia. Se quisermos que nossa espécie sobreviva, se nos propusermos encontrar um sentido à vida, se desejarmos salvar o mundo e que cada ser sinta que nele habita, o amor é a única e última resposta.
Talvez ainda não estejamos preparados para fabricar uma bomba de amor, um artefato bastante potente para destruir todo o ódio, o egoísmo e a avareza que assolam o planeta. Porém, cada individuo leva no seu Interior , um pequeno mas poderoso gerador de amor cuja energia espera ser liberada.
Quando aprendermos a dar e receber esta energia universal, querida Lieserl, comprovaremos que o amor tudo vence, tudo transcende e tudo pode, porque o amor é a quintessência da vida. Lamento profundamente não ter sabido expressar o que abriga meu coração, que há batido silenciosamente por você toda minha vida.
Seu pai,
Albert Einstein”



Roman Krznaric. É um pensador cultural Australiano e co-fundador da The School of Life em Londres. Este artigo é baseado no seu novo livro,  How Should We Live? Great Ideas from the Past for Everyday Life (BlueBridge).www.romankrznaric.com @romankrznaric

OS ABORÍGENES AUSTRALIANOS ESTIVERAM NA ILHA DO CAMPECHE HÁ MILHARES DE ANOS








Eu estava lendo novamente o livro do General Couto de Magalhães onde ele relata que os Aborígenes visitaram o Brasil milhares de anos antes dos Portugueses  comparando os petróglifos e inscrições rupestres da Ilha do Campeche em Santa Catarina com os petróglifos e inscrições rupestres dos Aborígenes Australianos e encontrei grandes semelhanças.  


Desde fevereiro de 1940, a Ilha do Campeche está sob os cuidados da Associação Couto de Magalhães, entidade que trabalha para a preservação do lugar. Por causa de mais de 100 petróglifos distribuídos em 10 sítios arqueológicos, nove estações líticas, monumentos rochosos e sambaquis.

Segundo estudiosos, o local possui sozinho mais inscrições rupestres que a Ilha de Santa Catarina, a Ilha do Arvoredo e a Ilha das Aranhas juntas. Os povos antigos também deixaram um monolito com nove metros de altura e um ponto magnético sinalizado com inscrição rupestre onde as bússolas têm comportamento alterado.

A mitologia dos aborígenes australianos gira em torno do Tempo do Sonho. No início, a Terra era plana e escura. Não havia vida ou morte, sol, lua ou estrelas. Todos dormiam embaixo da Terra, junto aos ancestrais eternos. Um dia, o sol se levantou e todos os outros acordaram de sua eternidade para viajar por todo território, fazendo rios e planícies, andando como homens, animais, plantas ou seres híbridos, espalhando guruwari, a semente da vida. Dois deles - os Ungambikulas, que haviam se criado a partir do nada - começaram a enxergar pessoas parcialmente criadas pelos ancestrais, que jaziam disformes, inacabadas, semi transformadas, híbridas de animais ou plantas. Tudo finalizado, todos os ancestrais voltaram ao Tempo do Sonho. Alguns se transformaram em rochas e árvores para marcar o caminho sagrado que eles uma vez fizeram. O Tempo do Sonho não é só um período da história passada. Ele está sempre presente, manifestando-se em rituais sagrados. Sacerdotes tornam-se ancestrais nessas cerimônias para contar essas viagens pelo território australiano. O Homem é ((atuado)) em profundidade – no inconsciente, por instinto ou por lei biológica – sem que o seu intelecto participe da escolha e no processo da ação nas manifestações mais elevadas da sua evolução. Este fenômeno é regido: pelo plano da sua espécie, razão primordial que o diferencia dos animais e das plantas; pelas suas aquisições hereditárias registradas no seu complexo biológico. A memória do homem e dos animais é anterior ao nascimento. O que ontem se chamava instinto(noção inata), continuando a ser verdadeiro para certos caso(impulso, sentimento motivado por um sentido misterioso) é,  na maioria das vezes, uma recordação hereditária transmitida pelos cromossomas-memórias ao sistema nervoso. Extrapolando, certos biólogos pensam até que o fenômeno se estende a todos os reinos da natureza e ao Cosmos. Donde pode concluir-se que o Universo possui também os seus cromossomas-memórias análogos ao arquivos acáxicos do mundo, pressentidos quase milagrosamente, desde á séculos pelos espiritualistas. Os indivíduos nada inventam de essencial. A sua inteligência (reflexão, especulação, trabalho experiência) apenas lhes serve para evoluírem socialmente em progressão, em regressão ou em mutação, segundo as diretivas do plano que é ele mesmo regido, verossímilmente, pelas leis universais a que é permitido chamar de Deus ou Leis de termos diferentes. A inteligência, que  parece implicar no livre arbítrio e na criatividade, depende de aquisições baseadas fundamentalmente no fenômeno memória. Em resumo pode dizer-se que o plano de cada espécie é uma memória inicial e hereditária inscrita prioritariamente nos cromossomas.



ANTIGOS CRUZAMENTOS
Tudo nos induz a crer que, ao tempo do descobrimento, havia aqui na América duas raças, uma –que é tronco – vermelha, cuja existência remonta como disse, a muitos mil anos; outra cruzada com raças brancas.
Um dos cruzamentos com o tronco branco deixou em si documento mais autêntico do que se assenta a história, e esse documento são milhares de raízes sânscritas que se encontram no Quíchua, segundo a comparação feita pelo Sr. Fidel Lopez, de Buenos Aires, em sua recente obra- RAÇAS ARIANAS NO PERU; idênticos vestígios se encontram em outras línguas, como o demonstra o Padre Brasseur de Bourbong em sua Gramática da Língua Quiché e seus dialetos.
“Lyell’s Prino. Of Geologi t.II PAG 479 Londres 1872” porem o estabelecimento da humanidade na America, apesar de ser um fato comparativamente recente, pode remontar até o período paleolítico da Europa Oriental
LINGUAS ARIANAS DA AMERICA mais de 10.000 a.c
Parece hoje fora de dúvida que o sânscrito forneceu cerca de duas mil raízes ao quíchua.
Relações entre as línguas americanas e esta grande língua asiática, de onde se originaram as sete línguas atuais da Europa, haviam pressentido de muitas. Os estudos sérios de biologia comparada datam da publicação da gramática de Bop.
Auxiliado pelo General Urquiza, que coligiu documentos quíchuas, a peso de ouro, o Sr. Fidel Lopez começou seus estudos comparativos entre a língua dos incas e a em que estão escritos os Vedas, talvez o mais antigo monumento da sabedoria humana. Auxiliado depois por um egiptólogo, que propositalmente foi a Buenos Aires e publicou em francês a sua obra: Raças Arianas do Peru, em que apresenta centenas de raízes quíchuas idênticas a raízes sânscritas. O doutor em leis José Fernandez Nodal , publicava em Cuzco (1872) Os Elementos de gramática quíchua ou idioma de los Yncas, um volume com 444 paginas, facilitando assim a comparação dessa curiosa língua americana com o sânscrito, depois de ter lido os trabalhos de Srs Fidel Lopez, Brasseur de Bourbourg e Nodal, convenci-me de que as línguas de que tratam sofreram profundas modificações em seus vocabulários por vocábulos sânscritos. Uma raça ariana, portanto esteve largamente em cruzamento com os índios americanos e os incas e seus progenitores eram filhos dos plateaux ou araxás da Ásia Central. Ignoro se existe no Brasil alguma língua que com justa razão com tendo afinidade com o sânscrito; se há o guaicuru deve ser uma delas.


FONTES:FONTE: Titulo original: LE LIVRE MYSTEIREUX INCONNU, Robert Lafount, 1969

LIVRARIA BERTRAND, S.A.R.L.- Lisboa
Este texto foi retirado do livro do general Couto de Magalhães “O Selvagem” da Editora Universidade de São Paulo, edição revista pelo sobrinho do autor Dr. Couto de Magalhães



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O RISO MATA O MEDO, E SEM MEDO NÃO PODE HAVER FÉ E AQUELE QUE NÃO TEME O DIABO NÃO NECESSITA MAIS DE DEUS




Incluímos aqui que o primeiro mandamento de uma loja secreta é nunca citar o nome da loja em público: pronunciar mesmo o nome de um irmão da loja é às vezes passível de pena de morte (por exemplo, na 99a Loja). Qualquer um que pronunciasse, por exemplo, o último teorema de Pitágoras, “o octógono”, era passível de morte na escola secreta de Pitágoras. O octógono é uma chave importante para compreender o Merkabah (Mer-ka- bah = dois campos luminosos inversamente rotativos que veiculam corpo e espírito = desmaterialização e teleportação do corpo físico) - designação do campo magnético do er humano - e leva, pois, “à iluminação”, isto é, a uma solução dos problemas que temos. Saber guardar um segredo é uma força interna. Isso permite conduzir bem as operações sem encontrar entraves, complicações legais ou um adversário potencial. Isso dá nascimento também a uma ligação, aquela de um grande saber, entre aqueles que sabem. Nesta parte do livro tomemos conhecimento da cena principal de “O Nome da Rosa”, de Umberto Eco, quando o abade cego pergunta ao inquiridor William de Baskerville: “O que Desejais verdadeiramente?” Baskerville responde: “Eu quero o livro grego, aquele que, segundo vós, jamais foi escrito. Um livro que só trata da comédia, que odiais tanto quanto o riso. Trata-se provavelmente do único exemplar conservado do segundo livro da poesia de Aristóteles. Existem muitos livros que tratam da comédia, porque esse livro é precisamente tão perigoso?” O abade responde: “Porque ele é de Aristóteles e vai fazer rir”. Baskerville replica: “O que há de tão inquietante no fato de que os homens possam rir?” O abade: “O riso mata o medo, e sem medo não pode haver fé. Aquele que não Teme o Diabo não necessita mais de Deus”.

(Esta frase aproxima-nos mais do que podemos imaginar, da solução de muitos problemas que há neste planeta. Muitos dentre os leitores o sabem ou, espera-se, o descobrirão logo. Que o leitor torne a ler, pois, uma segunda vez essa citação). Se uma loja secreta engana o público, mentindo-lhe e Manipulando-o para alcançar um poder político e econômico, em detrimento de outros, guardar um segredo pode tornar-se - como o exemplo precedente - um instrumento de morte. Isso não significa que todas as sociedades secretas sejam destruidoras ou maldosas.Por exemplo, um dos numerosos ramos dos franco-maçons que surgiu em 1307 é oriundo dos templários, que foram perseguidos pelo Vaticano, por ordem do rei francês Filipe IV. Aqueles que puderam escapar da prisão e da tortura imposta pelos inquisidores se refugiaram principalmente em Portugal, na Inglaterra e na Escócia. Lá, eles trabalharam em segredo durante séculos para trazer justiça ao mundo e para fazer crescer os direitos dos seres humanos. Mas a história mostra que, de outro lado, sociedades secretas tais como, por exemplo, “o 33o grau do Rito Escocês dos franco-maçons”, podem ser uma força perigosa capaz de eleger governantes, derrubá-los e de servir-se de alianças secretas para provocar perturbações globais. Muitíssimos livros surgiram tendo como assunto os Illuminati, mas em sua maioria eles estão disponíveis apenas em inglês. O que me constrange é que eles foram escritos frequëntemente por fanáticos, quer sejam cristãos, mórmons, testemunhas de Jeová, quer sejam fanáticos de direita ou de esquerda. Certamente eles perceberam o que se passa entre nós, mas seus argumentos foram muito subjetivos, e eles finalmente puseram a culpa sobre outro grupo ou sobre Satã. Por isso, procuro concentrar de forma relativamente sumária e sem preconceitos os fatos que me parecem ser os mais importantes, concernentes aos mais diferentes setores da política, da religião e das finanças. Assim, toda pessoa, mesmo sem religião, que se sente livre e capaz de refletir por si mesma, deveria poder aceitar esses fatos e ater-se às causas, qualquer que seja a cor de sua pele. O livro deveria, pois, permitir-nos compreender por que os Illuminati não desejam que qualquer um possa ter o direito de saber tudo. Nenhum autor pode provavelmente conseguir dar-nos uma imagem global perfeita do emaranhado das lojas, das altas finanças e da política deste planeta. Este livro visa principalmente a mostrar ao leitor qual é a finalidade dessas pessoas e a forma da qual elas se utilizam para isso. Como já mencionei, a ação dos Illuminati remonta pelo menos até os sumerianos, mas falarmos disso agora nos levaria muito longe e nos faria deixar de lado nossa finalidade. Vamos, pois, começar a interessar-nos pelos franco-maçons. Voltemos nosso olhar para os três últimos séculos, o que é amplamente suficiente, porque se os nomes e as instituições mudam no decorrer da história, a força que permanece, ao contrário, não muda.

Para resumir, diremos que existem muito mais lojas e ordens secretas que este livro não menciona e que elas existem desde a noite dos tempos. Este livro deve permitir compreender que lojas e ordens secretas estão estreitamente entremeadas, e pode levar- nos a pressentir também que existem, mais do que nunca, seres poderosos que têm concepções de valor “um pouco diferentes” das nossas. Este livro existe para dar apanhado global das organizações negativas. Uma vez que nosso mundo material não pode existir senão na polaridade, podemos partir do princípio que há também um potencial muito importante de forças positivas e construtoras que mantém o equilíbrio.


Somente a maior parte dos seres humanos não está consciente da existência de tais forças nem dos efeitos provocados por aqueles que as utilizam com finalidades muito precisas. Isso explica, entre outras coisas, porque eles ainda se deixam abusar tão facilmente. Minha finalidade principal é a de mostrar os caminhos positivos, mesmo tratando desse tema tão negativo, para que possamos ter acesso à nossa liberdade por nós mesmos.

Assim, poderemos “desenvolver” - de conformidade com a nova era - uma nova compreensão das forças cósmicas (Do grego cosmos = ordem), das organizações em seu conjunto global, das relações de pessoa a pessoa e poderemos ampliar nossa consciência. Que o leitor não se desencoraje se não puder dominar de imediato esse fluxo de informações. Se tiver muitas vezes dificuldade de compreensão ou sentir-se perdido nessas confusões, ele não deve pular, entretanto, nenhum capítulo, pois a coerência depende da leitura de todos os capítulos. Que ele não se apresse nem hesite em fazer às vezes duas leituras. A bibliografia permite um estudo autodidata e convida-vos a aprofundar vossa viagem de descobertas através da selva de informações. Minha retrospectiva histórica só leva em consideração a ponta do iceberg ou, para manter-me no assunto, a ponta da “pirâmide”

OS TRÊS TIPOS DE SERES HUMANOS







Poderiamos, em conseqüência, dividir os seres humanos em três tipos:

1. aqueles que agem;
2. aqueles que são espectadores dos acontecimentos;
3. aqueles que se espantam que tenha acontecido alguma coisa.

Resumamos brevemente esse sistema:

1. provoca-se o conflito, fazendo os homens lutar entre si e não contra aqueles que são ao origem da dissensão;

2. não mostrar-se como o verdadeiro instigador;

3. sustentar todos os partidos em conflito;

4. passar-se assim por uma “instância benevolente” que poderia dar fim ao conflito.

Todos  os homens e mulheres  sobre este planeta Terra que reinvindicam seu direito de liberdade e de livre desenvolvimento para cumprir aqui o seu dever. A paz entre as nações como entre relações humanas me são caras ao coração - espero que seja também para a maioria da humanidade - e considero como minha responsabilidade pessoal dar ao menos essas informações aos meus concidadãos para permitir-lhes tomar uma posição. 

O leitor não deve acreditar piamente no que se segue, como se faz quando se trata de estórias que são servidas diariamente pela mídia. Aconselho a todos os espíritos superficiais e àqueles que estão satisfeitos com a vida que fechem o livro já nesta página.


Quanto aos outros, se tiverem a capacidade de encarar a questão, poderá acontecer que este livro os impulsione a mudar profundamente de atitude.

E se desejamos encontrar a verdade, sem entretanto passar nossa vida procurando-a, devemos dar-nos a possibilidade de examinar e de admitir sem descanso toda a informação nova. Isso pode significar também que, se o nosso espírito já estiver preenchido por opiniões estabelecidas, por ponto de vista, por dogmas ou por uma concepção do mundo bem firmadas, então não haverá mais lugar para outra verdade.


Além disso, a verdade poderá ser completamente diferente daquela que imaginávamos. 

Por essa razão, desde já peço ao leitor para manter o espírito aberto. 

Durante a leitura deste livro nossas opiniões pessoais em matéria de religião, de política e de etnia, sejamos simplesmente como uma criança, abertos e capazes de aprender

Procuremos também não comparar o que é dito como uma opinião ou um ponto de vista já existente. 

Sigamos nossa intuição, nosso sentimento e verificaremos, nós mesmos, se essas informações soam justas, mesmo que elas nos acabem desestabilizando.


Desprezemos nosso pensamento rotineiro, que poderia soprar-nos ao ouvido: “Meu Deus, se tudo isso for verdade, que sentido tem, pois, minha vida e qual é o meu papel nesse cenário?”


"Se dois ou três homens despertos se encontram no meio de uma multidão de adormecidos, eles se reconhecem imediatamente, enquanto os adormecidos não poderão vê-los... Se duzentos homens conscientes achassem necessária uma intervenção , poderiam mudar todas as condições de existência na Terra".



O sábio suiço Jean-Jacques Babel verificou que desde os últimos 56 séculos, a humanidade organizou 14.500 guerras, que provocaram três bilhões e meio de mortes.

Isso representa a metade da população mundial de hoje.

Somente no ano de 1991, por exemplo, registramos 52 guerras ou focos de crise em nossa terra. Isso significa que após numerosos conflitos neste planeta, dentre os quais duas guerras mundiais em um século, esse ano viu opor-se reciprocamente 104 ideologias, cujas solicitações eram Muito importantes para justificar novamente o massacre de muitos milhões de seres humanos. Qual finalidade impele, pois, a guerra entre os homens?

O motivo da guerra é, já há séculos, o quebra-cabeça das organizações de paz, mas também dos filósofos.

Eles chegaram à conclusão de que quase todas as criaturas da Terra se afrontam regularmente por falta de alimento e de território.

Não podemos atribuir ao ser humano a agressividade dos animais entre si, pois ele possui, além disso, uma inteligência, uma consciência e uma ética.

Pensamos na diferença que existe entre dois animais predadores que lutam por sua presa, e nas multinacionais de armamento que só vivem da venda de armas e, portanto, das crises permanentes. Que o “combate pela vida” possa servir de distração, nós o sabemos desde a antiga Roma, onde sob a divisa de panem et circenses (o pão e os jogos distraem o povo), os gladiadores combatiam entre si, o que ocasionava a alegria da plebe e a impedia de pensar na própria desgraça.

É o mesmo princípio que mantém, em nossos dias, a televisão, o vídeo e os grandes jogos de futebol: dá-se ao cidadão superficial a possibilidade de escapar do vazio e do peso da existência. Será que são verdadeiramente os motivos ideológicos próprios de certos grupos que causaram essa guerra ou será preciso encontrar quem está por detrás disso? Eis aqui um pequeno exemplo de poder: Imaginemos que sois o novo rei de um país e desejais ter a segurança de continuar sendo. Então, convocais separadamente duas pessoas das quais tendes a certeza de que elas farão o que lhes direis. Para uma dareis diretrizes “de esquerda” e a financiareis para que ela possa criar um partido.

Com a outra agireis da mesma forma, fazendo-a criar um partido “de direita”.  Acabais de dar vida a dois partidos de oposição, financiais a propaganda, os votos, as ações e estais exatamente a par de seus mínimos planos. O que significa que controlais os dois. Para que um partido tenha vantagem sobre o outro, só tendes de lhe dar mais dinheiro. Os dois chefes de partido crêem ter-vos a seu lado, e sois assim “amigo” dos dois.   O povo é assim, dessa forma, preso nesse vai-e-vem entre “esquerda” e “direita” e sequer pode imaginar que, como rei podeis ser a origem da dissensão. O povo até vai pedir-vos auxílio e conselho.

Trecho do Livro As Sociedades Secretas e seu poder no Século XX

O CADERNO PRETO E OS ASSUNTOS PROIBIDOS PARA A IMPRENSA




Jacques Bergier, pesquisador dos enigmas da humanidade, revelou a existência de uma lista de assuntos proibidos para a imprensa, minuciosamente relatados em um caderno preto. Segundo ele, a proibição é de alcance mundial e universal, não levando em consideração o regime político dos vários países, e todo diretor de jornal importante tem uma cópia desse caderno, seja ele de tendências comunistas ou capitalistas. 


Entende-se por sociedade secreta um grupo mais ou menos numeroso de pessoas, que se caracteriza por manter reuniões estritamente limitas a seus adeptos, e também por manter o mais absoluto sigilo a respeito das cerimônias e dos rituais onde se manifestam os símbolos que esta sociedade se atribui. As finalidades das sociedades secretas são as mais variadas: políticas, religiosas, espirituais, filosóficas e até criminosas. 


A pirâmide de três degraus. No primeiro degrau, de fácil acesso, encontram-se os homens considerados úteis. No segundo degrau, o acesso é mais selecionado e seus adeptos desempenham papéis importantes, influenciando no plano nacional e internacional. No cimo da pirâmide estariam as sociedades secretas superiores, que agem por trás dos bastidores. Todos os assuntos importantes da política internacional estariam nas mãos dessas sociedades. 



A robotização das massas: "Os homens ficarão uns autômatos, animados artificial e momentaneamente por uma vontade infernal, e isto dará uma idéia nítida do que acontece à própria beira da dissolução final". 

Hoje, o que podemos perceber é que as influências mágicas mudaram na sua forma, no seu ritual e na sua aparência, mas as técnicas de condicionamento mágico continuam existindo. Basta observarmos com que facilidade se lança uma moda. O que pode ser feito com a moda pode ser aplicado em muitos outros campos, porque o comprimento de uma saia e um slogan político, além do controle da informação, podem ser divulgados da mesma maneira, observou Robert Mercier. 

Goebbels, o único ministro da propaganda nazista, sabia perfeitamente que as massas podem ser manobradas, porque prevalece a lei pela qual o comportamento de uma coletividade desorganizada é sempre caracterizado pelo nível intelectual mais baixo. 

O texto sânscrito Vishnu Purana descreve que a época de Kali, ou seja, da detruição, poderá ser identificada quando "a sociedade atingir um nível em que a propriedade outorgue categoria, a riqueza for a única fonte de virtude, a paixão constituir o único laço de união ente marido e mulher, a falsidade for a matriz do sucesso na vida, o sexo o único meio de prazer, e quando os ornamentos exteriores se confundirem com a religião interior". 

O domínio dos dirigentes ocultos dos grupos por eles supervisionados se faz também do uso sistemático da força psíquica dos símbolos. É fácil constatar, especialmente nas ideologias que exploram as massas, o uso e a eficácia dos símbolos, verdadeiras "armas" que ativam e despertam a energia que se encontra profundamente arraigada na psique humana, na parte que constitui o inconsciente coletivo da humanidade. 

Os jovens políticos que conhecem as manobras complicadas que se passam por trás dos bastidores são muito raros, e, quando certas figuras começam a atrapalhar os planos secretos que estão sendo executados, quer tenham ou não consciência disso, são tomadas as medidas necessárias, que podem ser sumárias ou secretas, para eliminá-las. Via de regra, os atentados políticos da história se caracterizam pela presença de um assassino fanático, instrumento de um grupo poderoso e insuspeito que permanece fora de cena. Em seguida, esses fanáticos são eliminados depois do atentado (por policiais ou pelo próprio povo) ou, quando presos com vida, se há dúvidas quanto à garantia de seu silêncio, são eliminados de forma definitiva. Foi isso o que teria acontecido a Lee Oswald, o assassino de Kennedy. 


Parece fantástico imaginar que existe uma Santa Aliança contra o saber, uma organização para fazer desaparecer certos segredos. Entretanto, tal hipótese não é mais fantástica do que a da grande conspiração nazista. É que, somente agora, nos percebemos até que ponto era perfeita a Ordem Negra, até que ponto seus filiados eram numerosos em todos os países do mundo, e até que ponto essa conspiração estava próxima do êxito.É por isso que não podemos rejeitar, a priori, a hipótese de uma conspiração mais antiga.O tema do livro maldito, que tem sido sistematicamente destruído ao longo da história, serviu de inspiração a muitos romancistas, H. P. Lovecraft, Sax Rohmer, Edgar Wallace. Entretanto, esse tema não é somente literário. Essa destruição sistemática existe em tal amplidão, que se pode perguntar se não é uma conspiração permanente que visa impedir o saber humano de desenvolver-se mais depressa. Coleridge estava persuadido que uma tal conspiração existira e chamava seus membros de “persons from Porlock”. Esse nome lhe recordava a visita de um personagem vindo da cidade de Porlock e que o impedia de realizar um trabalho muito importante que iniciara. Encontram-se traços dessa conspiração, tanto na história da China ou da Índia, quanto na do Ocidente. Dessa forma, pareceu-nos necessário reunir toda informação possível sobre certos livros malditos e sobre seus adversários. Alguns exemplos precisos de livros malditos antes de tudo. Em 1885, o escritor Saint-Yves d’Alveydre recebeu uma ordem, sob pena de morte, de destruir sua última obra: “Missão da Índia na Europa e Missão da Europa na Ásia. A questão dos Mahatmas e sua solução”.


Saint-Yves d’Alveydre obedeceu a essa ordem. Entretanto, um exemplar escapou da destruição e, a partir desse exemplar único, o editor Dorbon voltou a imprimir a obra, com tiragem limitada, em 1909. ora, em 1940, desde a sua entrada em França e em Paris, os alemães destruíram todos os exemplares dessa edição que puderam encontrar. É duvidoso que reste algum. Em 1897, os herdeiros do escritor Satanislas de Guaita receberam ordem, sob pena de morte, de destruir quatro manuscritos inéditos do autor que versavam sobre magia negra, assim como todo seu arquivo. A ordem foi executada e não mais existem tais manuscritos. Em 1933, os nazistas queimaram na Alemanha uma infinidade de exemplares do livro sobre os Rosa-Cruzes, “Die Rosenckreuzer, Zur Geschichte einer Reformation”. Uma edição desse livro reapareceu em 1970, mas nada prova que realmente seja conforme o original. Poderia multiplicar tais exemplos, mas podemos encontrar um número suficiente no curso desse livro. Quem são os adversários desses livros malditos? Suponhamos a existência de um grupo ao qual chamarei “ORDEM NEGRA”. A idéia dessa denominação surgiu-me quando comecei a notar, em todas as conferências pró-Planeta e anti-Planeta, um grupo de homens vestidos de preto, de aspecto sinistro, sempre o mesmo. Penso que esses homens vestidos de preto são tão antigos como a civilização: creio que se pode citar entre seus membros o escritor francês Joseph de Maistre e Nicolau II da Rússia. A meu ver, seu papel é impedir uma difusão mais rápida e mais compreensível do saber, difusão que conduziu à destruição civilizações passadas. Ao mesmo tempo que os traços dessas civilizações nos chegam, com eles nos vem, penso eu, uma tradição cujo princípio consiste na pretensão de que o saber pode ser terrivelmente perigoso. Os técnicos na conservação da magia e da alquimia juntam-se, ao que parece, a esse ponto de vista. Pode-se constatar, também, que a ciência moderna admite, hoje, que se torna por vezes muito perigosa. Michel Magat, professor no Colégio de França, declarou recentemente numa obra coletiva sobre os armamentos modernos (Flammarion): “Talvez seja necessário admitir que toda ciência é maldita”. O grande matemático francês ª Grothendieck escreveu no primeiro número do boletim Survivre, a propósito dos possíveis efeitos da ciência: “A fortiori, se evocarmos a possibilidade de desaparição da humanidade nos próximos decênios (três bilhões de homens, três bilhões de anos de evolução biológica...), isto é muito gigantesco para ser concebível, é uma abstração absolutamente nula como conteúdo emotivo, impossível de se levar a sério. Luta-se por aumento de salário, pela liberdade de expressão, contra a seleção para a universidade, contra a burguesia, o alcoolismo, a pena de morte, o câncer, o racismo – a rigor, contra a guerra do Vietnam ou contra qualquer guerra. Mas a aniquilação da vida sobre a Terra? Isto ultrapassa nosso entendimento, é um “irrealizável”. Sente-se quase vergonha de falar disso, sente-se suspeito de procurar efeitos fáceis como recurso a um tema que, no entanto, é o mais antiefeito que podemos encontrar”. E ainda: “Hoje que enfrentamos o perigo da extinção de toda a vida sobre a Terra.


FONTE:OS LIVROS MALDITOS Jacques Bergier


Texto Extraído da Revista Planeta - Sociedades Secretas

Transcrito por Krishna Bonavides
FONTE: TRECHO DO LIVRO A GRANDE CONSPIRAÇÃO UNIVERSAL, AUTOR ERNESTO BONNO publicado em 1992

Trecho do Livro AS SOCIEDADES SECRETAS E SEU PODE NO SÉCULO XX


TODOS NÓS BRASILEIROS TEMOS A OBRIGAÇÃO DE RESISTIR CONTRA O GOLPE DE ESTADO NO BRASIL "FORA TEMER"












O Senador Romero Jucá articulou politicamente o Golpe de Estado no Brasil e afirmou neste dialogo com um empresário investigado pela Operação Lava Jato que mantinha contatos com Ministros do STF e também com Comandantes Militares e isto é uma vergonha e um absurdo... quem são estes Ministros?  Quem são estes comandantes militares? graças a Deus eles disseram também neste dialogo que o Ministro Teori é muito fechado (honesto)


Veja a transcrição do áudio:

Jucá - Tem que demorar três ou quatro meses no máximo. O país não aguenta mais do que isso, não.

Machado - Rapaz, a solução mais fácil era botar o Michel.

Jucá - [concordando] Só o Renan que está contra essa porra. 'Porque não gosta do Michel, porque o 

Michel é Eduardo Cunha'. Gente, esquece o Eduardo Cunha, o Eduardo Cunha está morto, porra.

Machado - É um acordo, botar o Michel, num grande acordo nacional.

Jucá - Com o Supremo, com tudo.

Machado - Com tudo, aí parava tudo.

Jucá - É. Delimitava onde está, pronto.



OS MOTIVOS DO GOLPE EM POUCAS PALAVRAS


Quando Dilma Rousseff aponta um nome não aprovado por Wall Street para a presidência do Banco Central os interesses financeiros externos se articulam aos interesses das elites brasileiras para mudar o quadro político no país usando uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta que forma um público tão vil como ela mesma e que deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular.
O controle sobre a política monetária brasileira e a reforma macroeconômica eram os objetivos últimos do golpe de Estado.
As nomeações principais do ponto de vista de Wall Street são o Banco Central, que domina a política monetária e as operações de câmbio, o Ministério da Fazenda e o Banco do Brasil”,
Michel Temer nomeou um ex-CEO de Wall Street (com cidadania dos EUA) para dirigir o Ministério da Fazenda”, diz o artigo, referindo-se a Henrique Meirelles que tem dupla cidadania Brasil-EUA.
Já o atual presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, nomeado por Temer em 16 de maio, tem dupla cidadania Brasil-Israel


Quem será o beneficiário?

Em 1954, esse foi o tema de preocupação principal. Conquanto foram relevadas questões morais, desde o ponto de vista da lei da seleção natural, foi admitido que uma nação ou que uma população mundial quem não utilizaria a sua inteligência não seria melhor do que animais que não têm inteligência. Tais pessoas são animais domesticados por eleição (deles mesmos) e consentimento.
Em consequência, no interesse do futuro ordem mundial, de sua paz e de sua tranquilidade, foi decidido de levar a cabo uma guerra calma contra o publico americano com O publico não pode compreender esta arma, e então não pode crer que é em realidade atacado e submetido por esta arma.
Afim de atingir para uma economia totalmente previsível, os elementos das classes inferiores da sociedade devem ser levadas a um controle total, isto é ser postas à rua submetidas ao jugo, e atribuídas a um dever social de longo prazo desde uma idade temporã, antes de que tenham uma oportunidade de fazer-se perguntas ou questionamentos sobre a propriedade da matéria.
Para chegar a tal conformidade, a célula familiar das classes inferiores devem ser desintegradas por meio de um processo de aumento de preocupações por parte dos pais.
A qualidade da educação dada às classes inferiores deve ser da mais pobre, de maneira que a brecha da ignorância que isola as classes inferiores das classes superiores seja e permaneça incompreensível para as classes inferiores.

Com tal incapacidade, mesmos os melhores elementos das classes inferiores têm pouca esperança de extirpar-se do lote que lhes foi atribuído na vida. Esta forma de escravatura é essencial para manter um verdadeiro nível de ordem social, paz e de tranquilidade para as classes superiores dirigentes.
Aqui começa a verificar-se que bate certo, Temos o exemplo de pequenas aldeias onde fecham escolas, aumento da preocupação dos pais quando sobem os preços dos livros escolares, fica quase impossível sustentar os estudos dos filhos. Os meninos ricos podem estudar em colégios privados e por vezes tais colégios fabricam-lhes boas notas, enfim, isto para garantir que os pobres não terão boas oportunidades e nunca ocuparão os cargos de doutores ou engenheiros, pois esses cargos estão vagos para os filhotes da elite.


Guilherme Estrella o Geólogo que descobriu as reservas do Pré Sal


Leiam o que Guilherme Estrella escreveu:


"Vocês acham que vamos compartilhar essa riqueza incomensurável com estrangeiros?"
É por causa da descoberta deste geólogo que estão tentando de todas as formas derrubar o nosso Governo que foi eleito pela maioria do povo Brasileiro porquê só assim eles vão tentar privatizar a Petrobras e acabar com a esperança do Brasil e do seu povo de ser independente.
Estrella denunciou aqueles que praticam o que chamou de “terrorismo de Estado” - os transgressores que usam os direitos constitucionais e, dentro do aparelho de Estado, engendram a crise e o Golpe!

E sugeriu que os jovens da plateia usassem a internet, maciçamente, para enfrentar esses “selvagens”.
Porque a “grande mídia”, aqui chamada de PiG, o PiG defende os totalitários!, disse ele!

E contou o episódio de Majnoon, um dos maiores poços de petróleo do mundo, que os geólogos da Petrobras descobriram no Iraque.
A narrativa ilustra o caráter mau-caráter, traidor, do Serra, que luta furiosamente para cumprir o que prometeu à Chevron: entregar o pré-sal, como demonstra o WikiLeaks.

Contou o Geólogo Guilherme Estrella.

Em 1963, militares da corrente baathista assumiram o poder no Iraque, que era uma construção artificial dos ingleses, quando desmoronou o Império Otomano – assistir a Lawrence de Arábia.
A certa altura, os jovens militares nacionalizaram o petróleo e criaram a INOC, Irak National Oil Company.

As petrolíferas a quem, hoje, o Cerra quer entregar o pré-sal recorreram, então, à Corte Internacional de Haia e, inacreditavelmente, venceram.

E se montou um embargo, de âmbito mundial, ao petróleo iraquiano.

O Iraque não podia mais vender petróleo, como aconteceu, recentemente, com o Irã, até fazer o acordo com os Estados Unidos.
Como se sabe, naquela altura, o Brasil importava 2/3 do petróleo que consumia e o Iraque era um de seus maiores fornecedores.
O Governo Geisel não teve duvida.

Desrespeitou o embargo e continuou a comprar petróleo do Iraque.
O tempo passou e o Governo do Iraque, agradecido, comprou Volkswagens brasileiros, pediu à empreiteira Mendes Junior – hoje destruída pelo Moro – para construir uma ferrovia lá, e chamou geólogos da Petrobras para tentar achar petróleo numa área promissora, mas inexplorada.

E a Braspetro,  – hoje quase destruída pelo Moro - , sob a liderança de Bolivar Montenegro Guerra, descobriu um “super-gigante” poço.

O jovem Estrella estava lá, na equipe da Braspetro.
Segundo o contrato original, a Braspetro teria uma fatia gorda no que achasse, porque ela, sozinha, assumiu os riscos materiais e empregou a sua tecnologia para fazer a incrível descoberta!
Uma certa manhã, a equipe da Petrobras – que o Moro não descansa enquanto não destruir – foi convocada, em Bagdá, à direção da INOC.

Os dirigentes iraquianos disseram, em bom português:
- Parabéns, vocês são formidáveis, mas esse petróleo é nosso! Não faz nenhum sentido o Iraque compartilhar essa riqueza incomensurável com estrangeiros. O nosso futuro está aqui, em Majnoon. Então, nós agradecemos muito, vamos ressarcir sua empresa de todos os gastos feitos aqui, mas, passem bem!
E a Braspetro voltou para o Brasil de mãos abanando.
Abanando, não!

Com mais conhecimento, com um acervo tecnológico mais amplo, o que faz dela uma das melhores companhias petrolíferas do mundo.

Uma interessante conexão entre os irmãos Koch, o Charles Koch Institute, os “Estudantes pela Liberdade” e o “Movimento Brasil Livre”, um dos principais promotores dos protestos contra o governo brasileiro foi apontada por jornalistas brasileiros, inclusive na CartaCapital e possível que se estenda a outras entidades, como sugere, por exemplo, o currículo de Fabio Ostermann, cofundador dos “Estudantes pela Liberdade”, diretor do libertarian Instituto Ordem Livre, “mentor intelectual do Movimento Brasil Livre” segundo a revista Veja e com cargos em organizações como o Instituto Liberal e o Instituto Liberdade.

Seria tolo supor que manifestantes ou eleitores são pagos em massa, mas faz diferença permitir a um punhado de jovens politicamente ambiciosos dedicar-se em tempo integral a uma agenda, assim como o patrocínio de veículos e jornalistas simpáticos às suas causas.

Embora o petróleo esteja na raiz das fortunas dos Koch e motive sua campanha contra ambientalistas e climatologistas que alertam sobre o aquecimento global, não é obrigatório supor que seu principal interesse no Brasil seja a privatização da Petrobras.


A verdade é filha do tempo, e não da autoridade.
Galileu Galilei



É PRECISO LEMBRAR QUE:

A vice-procuradora da República Ela Wiecko que renunciou na noite desta terça-feira (30), após dizer, em entrevista à Veja, que o interino Michel Temer (PMDB) está sendo delatado na Lava Jato e, por isso, ela não vê com bons olhos que o peemedebista assuma a cadeira conquistada por Dilma Rousseff na eleição de 2014.

Vou lembrar também estes fatos:

O Procurador da República Rodrigo Janot havia algumas semanas atrás feito um pedido de prisão dos políticos Eduardo Cunha Romero Jucá , Renam Calheiros e José Sarney o pedido já esta no STF, onde foi analisado por Teori Zavascki que negou o pedido do PGR levando estes senhores a consumarem o Golpe de Estado Parlamentar e lembrando também que para procurador, os peemedebistas tentaram obstruir as investigações da Lava Jato.
Eu não sou advogado sou um simples blogueiro e apenas posto aqui minha opinião que esta formada sobre aquilo que eu observo e sobre a minha intuição que sempre me diz a verdade verdadeira.
  

Rodrigo Janot afirmou que não é possível atribuir a evolução do Impeachment no Congresso a atuação de Eduardo Cunha.

Eu acho sim que é possível e provável e deve ser investigado porque segundo a nossa Presidente ela sofreu chantagem política de Eduardo Cunha para que ela intercede-se junto ao seu partido para os deputados do PT não votassem pela cassação de Eduardo Cunha o que ela não fez porque não é ético e moral e ela acertou nesta decisão e por ter tomado esta decisão que o próprio Eduardo Cunha por vingança aceitou um parecer sem nenhuma base jurídica.
Em seu parecer o PGR lembra que a tramitação recebeu o aval da maioria do Legislativo.


Recebeu porque o legislativo em nenhum momento observou o aspecto legal e jurídico e votaram em nome de suas famílias e de Deus como o mundo todo assistiu.

Improvável falar em direito liquido e certo a nulificação de atos que sucederam-se dentro dos parâmetros da legalidade.

parâmetros da legalidade? se fosse assim o Eduardo Cunha já teria sido cassado e preso.

Os indícios para a nulificação dos atos perpetrado na presidência do Deputado Eduardo Cunha, porém são basicamente reportagens jornalísticas correntes, incapazes de demonstrar como o antagonismo político e o interesse da autoridade coatora foram determinantes para a obtenção do sim da Câmara.

As basicamente reportagens jornalísticas que o senhor fala o influenciam sim e aos Ministros do STF também e já influenciaram vocês em muitas outras decisões e porque agora é diferente?

A obtenção do sim na câmara pode ocorrer de muitas formas como o oferecimento de cargos políticos e nomeações e possivelmente de dinheiro e isto é de domínio público.

Vou lembrar de novo aqui que a vice-procuradora da República Ela Wiecko que renunciou na noite desta terça-feira (30), após dizer, em entrevista à Veja, que o interino Michel Temer (PMDB) está sendo delatado na Lava Jato e, por isso, ela não vê com bons olhos que o peemedebista assuma a cadeira conquistada por Dilma Rousseff na eleição de 2014.

Vou lembrar de novo também estes fatos:

O Procurador da República Rodrigo Janot havia algumas semanas atrás feito um pedido de prisão dos políticos Eduardo Cunha Romero Jucá , Renam Calheiros e José Sarney o pedido já esta no STF, onde foi analisado por Teori Zavascki que negou o pedido do PGR levando estes senhores a consumarem o Golpe de Estado Parlamentar e lembrando também que para procurador, os peemedebistas tentaram obstruir as investigações da Lava Jato.

A Imprensa, o Congresso e alguns Ministros do Supremo Tribunal Federal juntaram todas as forças que atuaram para derrubar Dilma, segundo Romero Jucá em áudio vazado pela Folha de S. Paulo hoje, Dilma não está sofrendo o processo do impeachment porque não cometeu crime de responsabilidade e o que esta acontecendo na realidade é uma eleição parlamentar ilegal porque o nosso regime é presidencialista e sendo todo processo ilegal o que acontece de fato é um Golpe de Estado porque as Organizações Criminosas e os políticos corruptos de fato querem e se livrar da Lava Jato.