quinta-feira, 27 de abril de 2017

O JUIZ SÉRGIO MORO PODE SER INCONSCIENTEMENTE MAIS UM DOS ASSASSINOS ECONÔMICOS







 
Um calhamaço de papéis e depoimentos sigilosos reunidos por ISTOÉ provam que a CIA continua ativa no Brasil. Os agentes americanos atuam com desembaraço, tomam conhecimento de investigações confidenciais e têm acesso a informações de segurança nacional. A espionagem ianque recebeu as bênçãos governamentais e, comprovadamente, operou no Brasil alojada em um estratégico birô da Polícia Federal brasileira: o Centro de Dados Operacionais (CDO), hoje rebatizado de Serviço de Operações de Inteligência Policial (Soip), que tem bases em Brasília e em outras sete capitais.

A construção da sede do CDO no Distrito Federal foi bancada pelo governo americano, que também paga o aluguel dos demais escritórios. A inusitada boa vontade americana tinha como contrapartida a tolerância às xeretices da CIA no Brasil. Na mais ousada delas, o próprio presidente Fernando Henrique Cardoso foi grampeado. “O equipamento usado para grampear FHC era da CIA”, revela o delegado José Roberto Benedito Pereira, peça-chave na denúncia obtida por ISTOÉ sobre a atuação da agência no Brasil.

Em 1995, o CDO era chefiado pelo delegado Mário José de Oliveira Santos. Lá foi feito o grampo – denunciado por ISTOÉ – que captou conversas entre o presidente FHC e seu assessor direto, o embaixador Júlio César Gomes dos Santos, além de diálogos sobre a licitação internacional do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam). O bilionário negócio (U$ 1,4 bi) acabou no colo da indústria americana Raytheon. Para grampear Júlio César, o CDO recorreu a um expediente corriqueiro: sua suposta ligação com o narcotráfico.

O embaixador foi flagrado conversando sobre o Sivam. Nada a respeito de drogas. No meio do grampo, algumas inconfidências de FHC. Era com o produto dessas gravações que o delegado Vicente Chelotti contava para se eternizar na direção da PF. Em conversas com amigos, costumava dizer que tinha “o homem na mão”. Chelotti caiu porque, segundo os policiais que trabalharam no caso, os trechos pessoais supostamente envolvendo FHC teriam sido apagados. Coube ao general Alberto Cardoso, chefe da

Agência Brasileira de Informação (Abin), desmascarar o blefe com a ajuda da própria PF. A escaramuça palaciana, entretanto, ocultava interesses bem maiores.

Depois do fim da guerra fria, os órgãos de espionagem dos EUA, para manter o status e justificar os altos orçamentos, começaram a trabalhar também com espionagem comercial, acompanhando acordos internacionais de interesse de empresas americanas. Oswald Le Winter, ex-membro da agência, narra no livro Democracia e secretismo”, publicado este ano em Portugal: “A CIA e a NSA
(Agência Nacional de Segurança) interceptaram chamadas telefônicas entre representantes brasileiros e a empresa francesa Thomson sobre um sistema de radar que os brasileiros queriam adquirir. Uma firma americana, Raytheon, também estava na corrida, e relatórios preparados a partir de interceptações foram canalizados para a Raytheon.” A bisbilhotice da CIA continuou, e sempre “incrustada dentro da
Polícia Federal”, como definiu o delegado Wilson Ribeiro, da Divisão Disciplinar da PF, no relatório de um caso recente.


O diplomata americano Lacy A. Wright Jr envia carta, no dia 6 de maio de 1997, ao chefe da Interpol no Brasil, Washington Melo (à esq.). Wright quer a indicação de um federal para participar de seminário na cidade de Washington. Os americanos se oferecem para pagar as despesas. No último parágrafo, ele revela quem é o contato da CIA no Brasil: “Robert Evans, primeiro-secretário, escritório para assuntos regionais, no fone 3217272, ramal 2026”. Melo indica um dia depois o delegado José Roberto para a viagem aos EUA


No dia 6 de maio de 1997, Lacy A. Wright Jr enviou uma carta ao chefe da Interpol no Brasil, delegado Washington Melo. Wright queria a indicação de um policial federal para participar de seminário sobre entorpecentes entre os dias 12 e 14 de maio nos EUA. O convite mostra que os americanos pagam a conta e, por isso, tratam os delegados brasileiros como subordinados: “A tarifa da viagem aérea (classe econômica) será paga pelo governo dos Estados Unidos, e o atendente receberá a diária padrão do governo americano para cobrir as despesas com alimentação e hospedagem durante o seminário (a diária atual para área de Washington é de U$ 124 por noite para hospedagens e U$ 42 para refeições e despesas diversas).”

A face da CIA em terras brasileiras com nome, sobrenome e telefone é revelada no final da carta: “Para obtenção de detalhes adicionais, ou no caso de Vossa Senhoria ter algumas perguntas, favor contate o sr. Robert Evans, primeiro-secretário, Escritório para Assuntos Regionais.” Melo indica um dia depois o delegado José Roberto Benedito Pereira, tira do alto escalão, que foi chefe de gabinete de Chelotti. 

A carta de Mr. Wright era uma simulação. Não tinha seminário algum. O próprio José Roberto, em um relatório confidencial obtido por ISTOÉ, conta que a farsa serviu para submeter federais brasileiros ao teste do polígrafo – o detector de mentiras, cuja aplicação no Brasil é ilegal, assim como as diárias pagas pelos EUA. José Roberto escreve: “Consoante determinação recebida no sentido de me submeter ao polígrafo, apresentei-me para a sessão às 12 horas do dia 12.05 p.p. (mesmo dia do suposto seminário) no Hotel Hyatt Dulles, próximo ao Aeroporto Internacional de Washington em companhia do Sr. Robert Evans, agente da CIA, vinculado à Embaixada Americana no Brasil”. José Roberto revela qual a verdadeira função de Robert Evans: espião da CIA, cujo cargo de primeiro-secretário não passava de uma camuflagem para encobrir os inconfessáveis interesses da CIA no Brasil. Durante o teste na máquina de mentiras, o delegado, um especialista em interrogatórios, respondeu a perguntas do tipo se “aceitaria subornos em sua atividade”.

O relatório dele deixa claro que a CIA usava o vestibular do polígrafo para selecionar os colaboradores em suas empreitadas tropicais. “Como reagiria a opinião pública se tomasse conhecimento de tamanha ingerência em assuntos de segurança interna?”, questiona José Roberto. As indagações estão até hoje sem resposta. Procurado por ISTOÉ e confrontado com os papéis e suas assinaturas, o policial confirmou que redigiu e entregou o documento ao chefe da Interpol. Outros delegados da elite da PF, além de reprovarem o uso do polígrafo, acusam a CIA de tentar cooptar policiais brasileiros. “A convivência com os americanos era comum pelos corredores da Interpol. Eles tomavam conhecimento de tudo o que acontecia por aqui”, conta Luiz Zubcov, outro delegado que se rebelou contra a ingerência da CIA.


As acusações de José Roberto e Zubcov viraram sindicância interna de número 1414/97 na Corregedoria Geral da PF, chefiada pelo delegado Arthur Lobo Filho. Zubcov diz que “desconhecia base legal para o acordo” e confirma que a CIA se portava como dona do Soip. O despacho
foi encaminhado ao diretor geral da PF, Vicente Chelotti (ao lado), que, por
escrito, manda tomar providências


O detector de mentiras, cuja aplicação no Brasil é ilegal, como também as diárias pagas pelo governo dos EUAJosé Roberto, em um relatório confidencial obtido por ISTOÉ, conta que a ida aos EUA era uma farsa para submeter federais brasileiros ao teste do polígrafo –


Crise amarga – Em 18 de novembro de 1997, Zubcov, a pedido de seu chefe na Interpol, Washington Melo, reuniu 40 federais envolvidos no programa custeado pela CIA, entre eles José Roberto. Zubcov comunicou que o diretor-geral, Vicente Chelotti, estava tirando o programa com a CIA da Interpol. O que seria uma reunião para anunciar mudanças burocráticas foi o estopim da crise mais amarga experimentada pela PF. No encontro, José Roberto e Zubcov explicitaram suas críticas ao programa da CIA. No dia seguinte, uma denúncia, assinada por 13 dos policiais presentes à reunião, caiu como uma bomba na mesa de Chelotti. Em um relato da reunião, os policiais atribuíram a Zubcov a insinuação de que a “CIA se valia do programa de cooperação com a PF para manter sua base de coleta de informações no Brasil”. O delegado Zubcov também teria criticado a subserviência dos agentes do programa ao dizer que “não se venderia por cents”. 

As acusações viraram a sindicância 1414/97 na Corregedoria da PF, chefiada à época pelo delegado Arthur Lobo Filho. Chamados a esclarecer, os dois delegados fizeram denúncias ainda mais sérias. Todas por escrito. Zubcov afirmou que “desconhecia base legal para o acordo” e confirmou que a CIA se portava como dona do pedaço: “Esse acordo, apoiado no binômio capital x trabalho, por serem os EUA o suporte financeiro, não lhe dava o direito de interferir na seleção de pessoal e gerência das atividades.” O mesmo Zubcov ironizou: “Que estranho fascínio o programa exerce sobre seus selecionados, a ponto de comungarem dos mesmos sentimentos como verdadeiros devotos?”. José Roberto atacou a vocação imperialista dos americanos: “Só quem conviveu com a ingerência, insolência e atrevimento dos agentes da CIA entende o estado de espírito de um funcionário probo.”

Propinas verdes – Depois de afirmar que “vivenciou a tentativa de cooptação”, José Roberto faz uma grave revelação. Nem todos os “devotos” resistiram ao assédio verde: “O agente federal Maurício de Souza Pinheiro teve o descaramento de, em seu pronunciamento, dizer que recebia de salário US$ 600: ‘Foram os americanos que me pagaram gratificações que me permitiram viver com dignidade, e me deram cursos quando o DPF nunca me deu nada’”, relata José Roberto textualmente.

Tudo isso se tornou oficial. O chefe da divisão disciplinar da PF, delegado Wilson Ribeiro, alertou em dois ofícios que a sindicância sobre as relações espúrias CIA-PF “toleradas pela Administração” poderiam criar “embaraços”: “Como o Ilmo. Sr. diretor-geral do DPF deve ter pleno conhecimento do que se passa no órgão que dirige, certamente conhecia essa circunstância noticiada pelo Dr. Zubcov e, se não adotou as medidas esperadas, é porque, certamente, não convinha à Administração”, conclui Wilson Ribeiro se referindo a Vicente Chelotti. Quando, em 20 de maio de 1999, depôs na CPI do Narcotráfico, Chelotti qualificou a presença da CIA em território brasileiro como “loucura” e “absurdo”. Não é bem assim. ISTOÉ teve acesso a vários despachos assinados por Chelotti ao longo de 1998 na sindicância que investigava
a presença da CIA no Brasil. Mesmo com tanta nitroglicerina, a sindicância não teve nenhum resultado.


ARMAÇÃO: Júlio César dos Santos (à esq.), assessor de FHC, teve seu telefone grampeado a pedido do delegado Mário Santos, que solicitou autorização judicial para investigar o narcotráfico.






A operação do Juiz Sérgio Moro permitiu recuperar até o momento 1 bilhão de euros (cerca de R$ 4,2 bilhões) mas os impactos diretos e retiraram mais R$ 142,6 bilhões da economia brasileira levando a falência milhares de empresas e deixando milhões de brasileiros desempregados o equivalente a uma retração de 2,5% do PIB que ótimo negocio para a economia das nações concorrentes.

A Petrobras, que reduziu em 37% o volume de investimentos previstos entre 2015 e 2019,

A redução dos investimentos da Petrobras e do setor de construção de obras públicas, contabilizando as perdas no valor bruto da produção, nos empregos, nos salários e na geração de impostos.


O grosso das demissões ainda não ocorreu teremos mais de 2 milhões de empregos a menos no país.

A forma pela qual a Lava Jato vem sendo tocada, com excesso de publicidade e pouco critério na divulgação das delações, aumenta desnecessariamente o custo sobre emprego e produção"

O resultado desastroso das ações de Moro vai levar o Brasil vai ter á a terceira maior população de desempregados entre as maiores economias do mundo.


Estou fazendo um trabalho baseado no que venho observando e depois eu vou criar um tópico enumerando todos os aspectos que provam que este Juiz esta trabalhando para o Governo dos EUA e atacando setores estratégicos da nossa Economia e Soberania e ligando tudo que esta acontecendo ao projeto do Submarino Nuclear brasileiro a Base de Alcântara o Projeto do Foguete lançador de Satélites, a entrega das reservas do Pré Sal, do Nióbio e do Aquífero Guarani.

Vocês vão me perguntar e os Políticos que foram delatados pela Odebrecht? Eu vou responder falando a verdade porque não vão condenar José Sarney, Collor e Fernando Henrique Cardoso porque já prescreveram as denúncias e inquéritos contra eles... e não vão condenar José Serra, Aécio Neves e Geraldo Alckmin ou por falta de provas ou porque vão prescrever os processos contra eles e se condenarem Lula vai ser um Julgamento político porque ele defende a classe trabalhadora e os Sindicatos que estão na mira de todo este Golpe.

DELAÇÃO PREMIADA NÃO É PROVA E NÃO VALE NADA PARA O FIM DA CONDENAÇÃO

Isoladamente a delação premiada não constitui prova suficiente para a condenação do réu. Isso é texto expresso da lei 12.850/13, art. 4º, § 16, que diz: “Nenhuma sentença condenatória será proferida com fundamento apenas nas declarações de agente colaborador”.

A delação premiada, como se vê, por força da lei, é prova, porém, meramente indiciária, porque se não corroborada por outras provas seguras (que estejam além da dúvida razoável), não vale nada para o fim da condenação (nem sequer do próprio réu, que para colaborar deve confessar participação no delito). Essa é a regra da corroboração.

O Procurador da Lava Jato tem uma interpretação estranha da história e acha que foi a colonização portuguesa quem legou a corrupção à terra natal. Quem veio de Portugal para o Brasil foram degredados, criminosos e quem foi para os Estados Unidos foram pessoas religiosas, cristãs.
Vamos imaginar que os Procuradores fizessem uma Operação semelhante a Lava Jato nos EUA e não respeitassem o direito de defesa dos acusados e a própria Constituição grampeando o telefone do Presidente da República e entregando as gravações para a Imprensa... imaginem eles interrogando os empresários empreiteiros e executivos de Wall Street obrigando eles a delatarem os Senadores e ex Presidentes em troca de sua liberdade... com certeza absoluta ele teriam que condenar políticos Democratas e Republicanos e os últimos 5 ex Presidentes dos EUA...

John Shulman, que estudou direito em Harvard um especialista e fala que há empresas nos EUA muito mais corruptas do que no Brasil, podem ter certeza"

Em entrevista concedida em um programa da rede CBS ano passado o Presidente Trump colocou o Brasil ao lado de China, Japão e Índia entre os países que supostamente estariam “roubando” postos de trabalho de norte-americanos. Para ele, trazer de volta esses empregos seria uma das medidas para fazer dos Estados Unidos um país “forte novamente”.

“Olhem a quantidade de desperdício, fraudes e abusos que temos, é incrível. Vou trazer de volta postos de trabalho da China, do Japão, da Índia, do Brasil”, afirmou.
Operations Research ,Technical manual TM-SW7905.1

Este manual é por si, uma declaração de intenção análoga. A presente publicação deve manter-se distante de toda a opinião pública . Do contrário, poderia ser interpretado como uma declaração formal e técnica de guerra interior.

Em 1954, esse foi o tema de preocupação principal. Conquanto foram relevadas questões morais, desde o ponto de vista da lei da seleção natural, foi admitido que uma nação ou que uma população mundial quem não utilizaria a sua inteligência não seria melhor do que animais que não têm inteligência. Tais pessoas são animais domesticados por eleição (deles mesmos) e consentimento.
Eu trabalho na especulação e assim adquiro conhecimento, separei aqui para vocês leitores dois escândalos internacionais envolvendo políticos da oposição golpista do Brasil, que é controlada e financiada por banqueiros e industriários internacionais, e, eles estão de olho nas riquezas do subsolo brasileiro mais precisamente nas reservas do Pré- Sal e nas reservas de Água e Nióbio que valem trilhões de dólares..

Os fascistas entenderam isto, e todos perceberam que os ''banqueiros'' que os mantiveram na Segunda Guerra Mundial é que tinham o poder REAL. Eles compreenderam que o poder econômico é quem dita o poder político como fez a Odebrecht no Brasil, mesmo num país supostamente democrático onde este poder financeiro pode comprar o poder político daqueles que estão muito mais interessados nos confortos físicos imediatos e no status econômico do que no destino a longo prazo de seu país.
Os fascistas não poderiam ter feito o que fizeram sem a ajuda destes traidores ''internos''

Eu analisei tudo que se passou e todos os possíveis candidatos as eleições de 2018 foram delatados pela Odebrecht e todos estão na lista de Fachin para serem investigados e não escapou ninguém dos principais presidenciáveis o Senador Aécio Neves PSDB o campeão nas delações, Governador Geraldo Alckmin foi delatado, o Senador José Serra foi delatado, a Cúpula do PMDB foi toda delatada também inclusive o articulador do Golpe de Estado Romero Jucá e seu comparsa Eduardo Cunha que já esta na prisão...

Segundo especialistas consultados o destino dos recursos espalhados por centenas de contas que, segundo o governo suíço, são ligadas a empresários e políticos brasileiros, depende da comprovação de sua origem e da conclusão das ações criminais contra eles mas os depósitos que foram efetuados em condições especiais? no futuro, a sofrer um embargo, um seqüestro de bens por parte de um Governo. Torna-se portanto necessário que este depósito não seja nominativo.

Durante uma viagem a Suíça, combinam um código com o Banco: o dinheiro só pode ser levantado por quem possua “o mot de passe”ou um código combinado por exemplo: X – 75 – FH – 4885, que é parcialmente guardado em quatro sobrescritos selados.

O primeiro contem o primeiro sinal do código, X; o segundo, 75; o terceiro FH; o ultimo, 4885. Em principio, é o suficiente para afastar qualquer tentativa de fraude, pois o depositário não indica o nome nem a direção.

O único risco, que acontece com freqüência: se o depositário morre, o tesouro fica sem proprietário. Calcula-se que pelos menos cerca de 800 bilhões em suspenso nos bancos que jamais serão reclamados. Este cálculo aproximado é de 1963, imaginem hoje quanto dever ter!!!!
Se alguns Ministros avaliam que STF não tem estrutura para lidar com os inquéritos da Odebrecht então amigos existe um risco de prescrição de boa parte dos casos o que vai significar o arquivamento de processos antes mesmo de serem julgados e estas regras de prescrição estão expressas no Código Penal o que significa que o dinheiro que foi enviado para Suíça por políticos corruptos e empresários nunca mais vai voltar para o Brasil.

Como diz o artigo do Professor Michel Chossudovsky o controle sobre a política monetária brasileira e a reforma macroeconômica eram os objetivos últimos do golpe de Estado. As nomeações principais do ponto de vista de Wall Street são o Banco Central, que domina a política monetária e as operações de câmbio, o Ministério da Fazenda e o Banco do Brasil”.

“Em nome de Wall Street e do ‘consenso de Washington’, o ‘governo’ interino pós-golpe de Michel Temer nomeou um ex-CEO de Wall Street (com cidadania dos EUA) para dirigir o Ministério da Fazenda”, diz o artigo, referindo-se a Henrique Meirelles, nomeado em 12 de maio.
Meirelles, que tem dupla cidadania Brasil-EUA, serviu como presidente do FleetBoston Financial (fusão do BankBoston Corp. com o Fleet Financial Group) entre 1999 e 2002 e foi presidente do Banco Central sob o governo Lula, entre 1º de janeiro de 2003 e 1º de janeiro de 2011. Antes disso, o atual ministro da Fazenda, que volta ao poder sob o governo Temer após ter sido dispensado por Dilma em 2010, também atuou por 12 anos como presidente do BankBoston nos EUA. Já o atual presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, nomeado por Temer em 16 de maio, tem dupla cidadania Brasil-Israel e foi economista-chefe do Itaú, maior banco privado do Brasil. Segundo o artigo, Goldfajn “tem laços estreitos tanto com o FMI [Fundo Monetário Internacional] quanto com o Banco Mundial”.

“Goldfajn já havia trabalhado no Banco Central sob Armínio Fraga, bem como sob Henrique Meirelles. Ele tem estreitos laços pessoais com o prof. Stanley Fischer, atualmente vice-presidente do Federal Reserve dos EUA [além de ex-vice-diretor do FMI e ex-presidente do Banco Central de Israel]. Desnecessário dizer que a nomeação de Golfajn ao Banco Central foi aprovada pelo FMI, pelo Tesouro dos EUA, por Wall Street e pelo Federal Reserve dos EUA”, afirma o artigo.
Fraga, por sua vez, atuou como presidente do Banco Central entre 4 de março de 1999 e 1º de janeiro de 2003. Ele foi diretor de fundos de cobertura (hedge funds) por seis anos na Soros Fund Management (associada ao magnata George Soros), e também tem dupla cidadania Brasil-EUA.
“O sistema monetário do Brasil sob o real é fortemente dolarizado. Operações da dívida interna são conducentes a uma dívida externa crescente. Wall Street tem o objetivo de manter o Brasil em uma camisa de força monetária”, explica o professor canadense.
Por isso, afirma o artigo, quando Dilma Rousseff aponta um nome não aprovado por Wall Street para a presidência do Banco Central, a saber, Alexandre Antônio Tombini, cidadão brasileiro e funcionário de carreira no Ministério da Fazenda, é compreensível que os interesses financeiros externos se articulem aos interesses das elites brasileiras para mudar o quadro político no país.
Como aconteceu em 1964 não importando o que os EUA fizessem, a situação do Brasil devia deteriorar-se.

Rodrigo Veronezi Garcia é Blogueiro e estuda sobre Mitologia, Religião, História, Arqueologia, Ciências Ocultas, Sociedades Secretas, Segredos Militares, Geo Politica, Parapsicologia, Ufologia.
Rodrigo Veronezi Garcia Rodrigo Veronezi Garcia

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