quarta-feira, 31 de maio de 2017

OS DOIS DELEGADOS DA POLICIA FEDERAL QUE INVESTIGAVAM O ASSASSINATO DO JUIZ DO STF TEORI ZAVASKI FORAM BALEADOS E MORTOS EM SANTA CATARINA






A PF soltou uma nota esta manhã confirmando que o Delegado que foi assassinado foi quem instaurou o inquérito sobre o suposto acidente que vitimou o ministro do STF






Façam parecer um acidente uma casualidade e assim foi quando derrubaram o avião do Ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zvascki e assim foi na emboscada onde seguiram e assassinaram os dois Delegados da Policia Federal que investigavam quem derrubou o avião do Ministro.







O dois delegados da Polícia Federal que investigavam quem derrubou o avião do Ministro do STF Teori Zavascki foram mortos a tiros na madrugada desta quarta-feira, 31, em uma casa noturna em Florianópolis (SC). Um deles, Adriano Antonio Soares, era o chefe da PF em Angra dos Reis e responsável pela investigação do acidente aéreo que matou o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato, em janeiro deste ano.

O outro, Elias Escobar, foi delegado em Volta Redonda por dois anos. Ambos não estavam a serviço e se divertiam na casa noturna e sofreram uma emboscada e foram assassinados.

Eu escuto uma voz que me diz que era o plano de Romero Jucá e do Sarney e de todos delatados do PMDB na Lava Jato já que eles não tinham acesso e influencia sobre Teori Zavaski então derrubaram o avião dele fazendo parecer um acidente porque sabiam que com sua morte o Temer indicaria um novo Ministro para o STF para substituir Teori e revisar a Lava Jato e encontrar erros e arquivar tudo por falta de provas.

Com certeza o caso do Ministro do STF Teori Zavaski será enquadrado como segredo e vai ficar assim por no minimo 30 anos e o que esperamos nós brasileiros que clamamos por justiça e que a Ministra Carmem Lúcia homologue as delações e continue o trabalho de Teori para que aqueles que torciam pela sua morte sejam punidos pela nossa justiça porque pela justiça do além é certo de que eles não vão escapar porque ela não falha.      

Veja a transcrição do áudio:


MACHADO - Um caminho é buscar alguém que tem ligação com o Teori [Zavascki, relator da Lava Jato], mas parece que não tem ninguém.


JUCÁ - Não tem. É um cara fechado, foi ela [Dilma] que botou, um cara... Burocrata da... Ex-ministro do STJ [Superior Tribunal de Justiça].


Fim da conversa no bate-papo

O caminho já que não tinham ninguém com ligação com Teori então foi derrubar o avião do Ministro do STF e fazer parecer um acidente.   


"Não esperem que seja uma possível sabotagem no avião de Teori um serviço de amador porque eles estavam monitorando o avião há mais de um mês e estes profissionais sabem como causar uma pani nos instrumentos e desorientar o piloto e os técnicos responsáveis devem investigar isto porque eu não acredito em falha humana segundo os próprios colegas do Piloto e a possibilidade de acidente com um avião com um Ministro do Supremo Relator do processo mais importante da história do Brasil é uma em dois milhões"


O instrutor e piloto Osmar Rodrigues era considerado por colegas que trabalham no Campo de Marte, em São Paulo, o mais experiente da rota São Paulo - Paraty. O profissional possuía 30 anos de habilitação como piloto e a gravação de áudio do avião em que voava o ministro Teori Zavascki  indica, segundo peritos da Aeronáutica, que não houve relato de problemas na aeronave antes da queda em Paraty; registros da cabine do avião King Air teriam captado diálogos do piloto Osmar Rodrigues com outros pilotos que voavam pela região. Em uma conversa, de acordo com informações obtidas pela reportagem, o piloto diz que vai esperar a chuva diminuir antes de pousar. Pouco depois, "a gravação teria sido interrompida" interrompida como assim interrompida porque? FAÇAM PARECER UM ACIDENTE acham que somos idiotas? um piloto relatar chuva é absolutamente normal e corriqueiro durante a sua rotina de trabalho mas um piloto com mais de 30 anos de experiência sofrer um acidente aéreo fatal transportando o um Ministro do STF que homologaria delações que poderiam derrubar o Presidente da República não é normal. 

O FBI respondeu a pedido da Procuradoria Geral da República que, mesmo com toda a tecnologia, precisaria de mais de um século para superar as sofisticadas camadas de proteção de servidores da empreiteira então imaginem quantos séculos o FBI levaria para analisar uma sabotagem sofisticada em uma aeronave que transportava um Juiz que poderia derrubar um Presidente da República.   





Célio de Araújo, um trabalhador que vive em Parati.

“Quando reparei, ele soltou uma bola de fumaça branca, parecia aqueles aviões da esquadrilha.”
“Passou por cima do meu barco e foi perdendo altitude, bateu a asa no mar e capotou”, contou o barqueiro.
Célio narrou que os turistas ficaram em polvorosa e ele ligou imediatamente para a Defesa Civil.
“Liguei, me identifiquei e expliquei o que tinha acontecido. Eles chegaram rápido”, disse.
 Questionado se chovia muito na hora do acidente, Célio respondeu:
“Chovia bastante no local que o avião caiu […] mas, durante o resgate, a chuva aumentou bem mais”
“Pelo que vi, o acidente teve mais a ver com a quantidade de fumaça que o avião soltava do que com o mau tempo. Na minha opinião, teve um problema na aeronave”, encerrou.

imprensa internacional suspeita sobre a morte de Teori 




A probabilidade de um avião cair é de 1/2.000.000.


A probabilidade de um avião com dois motores cair é ainda menor.



A probabilidade de isso acontecer com um ministro do STF nas vésperas de homologação da delação da Odebrecht é quase impossível de ser calculada.

Não foi acidente e coincidências não existem derrubaram o avião do Ministro Teori um dia antes de ele homologar delações da Odebrecht e Camargo Correa, que atingiriam segundo a imprensa personalidades do PSDB e Judiciário.

O setor de inteligência do Supremo foi informado, de que espiões de Brasília dispunham de detalhes dos hábitos e horários do ministro, e iniciou investigação sigilosa para saber se Teori teve telefones grampeados e que outros tipos de monitoramento sofreu.


O STF tem que impedir o Presidente MIchel Temer de nomear o substituto de Teori Zavaski ele não pode nomear um Juiz que vai continuar uma investigação contra ele e seus Ministros.

Eu não acredito em acidente na véspera da homologação da delação premiada da Odebrecht derrubaram o avião do Ministro do Supremo e isto deve ser investigado porque o resultado e a consequência da morte dele vai atrasar todo julgamento por muitos anos.     
  

FERNANDO MORAIS COMENTOU 


Porque 1885 visualizações somente em um dia? Aonde está a caixa preta? Bom dia a todos. Para ter acesso ao site basta você entrar no site com o link http://www.jetphotos.net/showphotos.php?regsearch=PR-SOM . O prefixo e as características da aeronave foram noticiados pela Folha e pelo Globo e batem com o modelo que está no site. Ao entrar no site, clique em "detailed history". Abrirá uma janela auxiliar chamada "Detailed Photo View History", ao lado direito clique em "Stats Range" e altere o range para "daily (30 days)". O gráfico mostrará as visualizações da aeronave nos últimos 30 dias. Você observará que SOMENTE um dia teve visualizações (1885) e foi dia 3 de janeiro. Porque?? Em tempo, esse tipo de avião tem caixa preta. Porque ninguém está perguntando: aonde está ela e qual o seu conteúdo?












Veja a transcrição do áudio:


MACHADO - Um caminho é buscar alguém que tem ligação com o Teori [Zavascki, relator da Lava Jato], mas parece que não tem ninguém.


JUCÁ - Não tem. É um cara fechado, foi ela [Dilma] que botou, um cara... Burocrata da... Ex-ministro do STJ [Superior Tribunal de Justiça].


Fim da conversa no bate-papo





Sérgio Machado - Acontece o seguinte, objetivamente falando, com o negócio que o Supremo fez [autorizou prisões logo após decisão de segunda instância], vai todo mundo delatar.

Romero Jucá - Exatamente, e vai sobrar muito. O Marcelo, e a Odebrecht, vão fazer.


Machado - Odebrecht vai fazer.

Jucá - Seletiva, mas vai fazer.

Machado - A Camargo vai fazer ou não. Eu estou muito preocupado porque eu acho que... O Janot está a fim de pegar vocês. E acha que eu sou o caminho.
Jucá - [inaudível]

Machado - Hum?

Jucá - Mas como é que está sua situação?

Machado - Minha situação não tem nada, não pegou nada, mas ele quer jogar tudo pro Moro. Como não tem nada e como eu estou desligado...
Jucá - É, não tem conexão né...

Machado - Não tem conexão, aí joga pro Moro. Aí fodeu. Aí fodeu para todo mundo. Como montar uma estrutura para evitar que eu "desça"? Se eu descer...
Jucá - O que que você acha? Como é que voc...

Machado - Eu queria discutir com vocês. Eu cheguei a essa conclusão essa semana. Ele acha que eu sou o caixa de vocês, o Janot. Janot não vale "cibazol" [algo sem valor]. Quem esperar que ele vai ser amigo, não vai... [...] E ele está visando o Renan e vocês. E acha que eu sou o canal. Não encontrou nada, não tem nada.

Jucá - Nem vai encontrar, né, Sérgio.

Machado - Não encontrou nada, não tem nada, mas acha... O que é que faz? Como tem aquela delação do Paulo Roberto dos 500 mil e tem a delação do Ricardo, que é uma coisa solta, ele quer pegar essas duas coisas. 'Não tem nada contra os senadores, joga ele para baixo' [Curitiba]. Tem que encontrar uma maneira...

Jucá - Você tem que ver com seu advogado como é que a gente pode ajudar. [...] Tem que ser política, advogado não encontra [inaudível]. Se é político, como é a política? Tem que resolver essa porra... Tem que mudar o governo pra poder estancar essa sangria.

Machado - Tem que ser uma coisa política e rápida. Eu acho que ele está querendo... o PMDB. Prende, e bota lá embaixo. Imaginou?

Jucá - Você conversou com o Renan?

Machado - Não, quis primeiro conversar contigo porque tu é o mais sensato de todos.

Jucá - Eu acho que a gente precisa articular uma ação política.

Machado -...quis conversar primeiro contigo, que tenho maior intimidade. Depois eu quero conversar com Sarney e o Renan, com vocês três. [...] Eu estou convencido, com essa sinalização que conseguiu do Eduardo [incompreensível]. Desvincula do Renan.

Jucá - Mas esse negócio do Eduardo está atacando [incompreensível].

Machado - Mas ele [Janot] está querendo pegar vocês, tenho certeza absoluta.

Jucá - Não tem duas dúvidas.

Machado - Não, tenho certeza absoluta. E ele não vale um 'cibazol'. É um cara raivoso, rancoroso e etc. Então como é que ele age? Como não encontrou nada nem vai encontrar. [inaudível]

Jucá - O Moro virou uma 'Torre de Londres'.

Machado - Torre de Londres.

Jucá - Mandava o coitado pra lá para o cara confessar.

Machado - Pro cara confessar. Então a gente tem que agir como [incompreensível] e pensar numa fórmula para encontrar uma solução para isso.

Jucá - Converse com ele [Renan], converse com o Sarney, ouça eles, e vamos sentar pra gente...

Machado - Isso, Romero, o que eu acho primeiro: que é bom pra gente.
[...]

Segundo trecho

Jucá - Eu acho que você deveria procurar o Sarney, devia procurar o Renan,e a gente voltar a conversar depois. [incompreensível] 'como é que é'.

Machado - É porque... Se descer, Romero, não dá.
Jucá - Não é um desastre porque não tem nada a ver. Mas é um desgaste, porque você, pô, vai ficar exposto de uma forma sem necessidade. [...]

Machado - O Marcelo, o dono do Brasil, está preso há um ano. Sacanagem com

Marcelo, rapaz, nunca vi coisa igual. Sacanagem com aquele André Esteves, nunca vi coisa igual.

Jucá - Rapaz... [concordando]

Machado - Outra coisa. A frouxidão de vocês em prender o Delcídio foi um negócio inacreditável. [O Senado concordou com prisão decretada pelo STF]

Jucá - Sim, pô, não adianta soltar o Delcidio, aí o PT dá uma manobra, tira o cara, diz que o cara é culpado, como é que você segura uma porra dentro do plenário?

Machado - Mas o cara não foi preso em flagrante, tem que respeitar a lei. Respeito à lei, a lei diz clara...

Jucá - Pô, pois então. Ali não teve jeito não. A hora que o PT veio, entendeu, puxou o tapete dele, o Rui, a imprensa toda, os caras não seguraram, não.

Machado - Eu sei disso, foi uma cagada.
Jucá - Foi uma cagada geral.

Machado - Foi uma cagada geral. Foi uma cagada o Supremo fazer o que fez com o negócio de prender em segunda instância, isso é absurdo total que não que não dá interpretar, e ninguém fez nada. Ninguém fez ADIN, ninguém se questionou. Isso aí é para precipitar as delações. Romero, esquentou as delações, não escapa pedra...

Jucá - [incompreensível] no Brasil.

Machado - Não escapa pedra sobre pedra.[incompreensível]

Machado - Eu estou com todos os certificados do TCU, agora me deram, não devo nada, zero. E isso adianta alguma coisa? Então estou preocupado.

Jucá - Não, tem que cuidar mesmo.

Machado - Eu estou preocupado porque estou vendo que esse negócio da filha do Eduardo, da mulher, foi uma advertência para mim. E das histórias que estou sabendo, o interesse é pegar vocês. Nós. E o Renan, sobretudo.

Jucá - Não, o alvo na fila é o Renan. Depois do Eduardo Cunha... É o Eduardo Cunha, a Dilma, e depois é o Renan.

Machado - E ele [Janot] não tem nada. Se ele tivesse alguma coisa, ele ia me manter aqui em cima, para poder me forçar aqui em cima, porque ele não vai dar esse troféu pro Moro. Como ele não tem nada, ele quer ver se o Moro arranca...

Jucá -...para subir de novo.

Machado -...para poder subir de novo. É esse o esquema. Agora, como fazer?
Porque arranjar uma imunidade não tem como, não tem como. A gente tem que ter a saída porque é um perigo. E essa porra... A solução institucional demora ainda algum tempo, não acha?

Jucá - Tem que demorar três ou quatro meses no máximo. O país não aguenta mais do que isso, não.

Machado - Rapaz, a solução mais fácil era botar o Michel.

Jucá - [concordando] Só o Renan que está contra essa porra. 'Porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha'. Gente, esquece o Eduardo Cunha, o Eduardo Cunha está morto, porra.

Machado - É um acordo, botar o Michel, num grande acordo nacional.




Jucá - Com o Supremo, com tudo.

Machado - Com tudo, aí parava tudo.

Jucá - É. Delimitava onde está, pronto.

Machado - Parava tudo. Ou faz isso... Você viu a pesquisa de ontem que deu o Moro com 18% para a Presidência da República?

Jucá - Não vi, não. O Moro?

Machado - É aquilo que você diz, o Aécio não ganha porra nenhuma...

Jucá - Não, esquece. Nenhum político desse tradicional não ganha eleição, não.

Machado - O Aécio, rapaz... O Aécio não tem condição, a gente sabe disso, porra. Quem que não sabe? Quem não conhece o esquema do Aécio? Eu, que participei de campanha do PSDB...

Jucá - É, a gente viveu tudo



 A 'OPERAÇÃO LAVA - JATO'' já consegui sufocar ambos os setores e causar milhões de desempregos no Brasil. O foco dessa operação na corrupção não passa de uma manipulação política criminosa, uma vez que Governos Tucanos, milhares de vezes mais corruptos que os chamados operadores do Mensalão e Petrolão, nunca responderam a um chamado judicial. Além do que, o principal problema econômico do País não está assentado na corrupção . O maior problema econômico tem sua clara origem no trilionário confisco de tributos efetuados pelos banqueiros que todos os anos controlam a peça orçamentaria federal levando para os bancos privados quasse cinquenta por cento da arrecadação nacional. Em segundo lugar, está outro trilionário desvio de dinheiro pela burguesia nacional para os Paraísos Fiscais, cuja iniciativa nunca foi freada pelo BANCO CENTRAL DO BRASIL. Em terceiro, há ainda a sonegação interna de tributos por grandes empresas e bancos privados que, segundo denúncias da própria imprensa golpista, ultrapassa o montante de QUINHENTOS BILHÕES DE REAIS por ano. Em quarto lugar, e estratosfericamente superior a corrupção direta no Brasil, (DESVIO DE BILHÕES DE REAIS NO GOVERNO AÉCIO NEVES EM MG E OUTROS BILHÕES DE REAIS DESVIADOS PELO GOVERNO GERALDO AKCKMIN EM SP) estão os superfaturamentos de Obras Públicas muitas delas fúteis e dominadas pelo grande capital que atinge bilhões de reais ano a ano.Outro grande interesse dos capitalistas imperialistas, são as movimentações financeiras pelos grandes bancos brasileiros. Recentemente, a morte de dois altos executivos do Banco Bradesco trouxe a tona uma esgarçada disputa interna pela sua sucessão presidencial que está prevista para o início de 2016. Como o BRADESCO constitui um monstruoso império financeiro, atraiu para sí uma expressiva quantia de especuladores estrangeiros que vão desde Americanos, Europeus e Japoneses. Dentro da instituição bancária, formou-se dois setores completamente hostís entre sí. O setor capitaneado por um de seus Vice-Presidente, JOSÉ AUGUSTO PANCINI e mais ligado aos ''investidores internacionais'', travou uma aberta guerra contra outro setor ligado a outro Vice- Presidente MARCO ANTONIO ROSSI ( ''morto'' recentemente em acidente aéreo em Goiás). Sua morte foi acompanhada de enormes suspeitas , uma vez que ROSSI estava ligado a setores mais internos do País. O avião que conduzia MARCO ANTONIO ROSSI saiu de Brasília com destino a São Paulo e ''caiu misteriosamente''. O império pode ter derramado o sangue dos seus próprios entes para dar espaço aos mega-lucros dos especuladores internacionais e mesmo os gigantes financeiros não podem sair da mira e dos interesses dos imperialista, mesmo que coloquem em risco, estruturas como BRADESCO, ITAÚ , etc.O interesse pelo Imperialismo Americano pode ser ainda mais confirmado com a recente prisão do banqueiro ANDRÉ ESTEVES ligado ao BANCO BTG PACTUAL, que administra um valor quase trilionário de ativos financeiros e revela o olho grande dos especuladores Americanos. Comenta-se que o recém instalado escritório do megaespeculador Hungaro - Americano GEORGE SOROS no RIO DE JANEIRO , está atrelado a essas pretensões imperialistas. Outra questão que vem sendo denunciada é de que agentes da CIA e FBI vem dando ampla assistência à POLÍCIA FEDERAL e ao PODER JUDICIÁRIO FEDERAL na operação ''LAVA - JATO '' , oxigenando a todo momento o movimento pró golpe e centralizado por LILIANA AYALDE.Diante de um quadro político que se assemelha ao golpe fascista aplicado pelo Imperialismo Americano na Ucrânia financiado por GEORGE SOROS, faz-se necessário um amplo debate no Brasil para por fim a essa situação e possibilitar a recuperação econômica do País, bem como a estatização de todos esses setores econômicos de interesse dos parasitas internacionais como PETRÓLEO, CONSTRUÇÃO CIVIL E SETOR BANCÁRIO.Minha humilde opinião.Como vocês meus leitores já sabem eu não tenho compromisso com nenhuma teoria ou denúncia e apenas faço o que deve ser feito para adquirir conhecimento OBSERVAR TUDO e uma coisa que aprendi é que não devemos duvidar de nada e muito menos do Governo Norte Americano interesseiro e disposto a subornar ameaçar e matar e a fazer qualquer coisa para defender os seus interesses em detrimento do resto do mundo que na cabeça deles não passam de animais domesticados que não podem ou não devem se governar ou ter soberania como queiram.OBSERVAR TUDO E, em meio à tensão da Operação 


segunda-feira, 29 de maio de 2017

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domingo, 28 de maio de 2017

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sexta-feira, 26 de maio de 2017

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quarta-feira, 24 de maio de 2017

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terça-feira, 23 de maio de 2017

ALIADO DO PRESIDENTE GOLPISTA MICHEL TEMER ENTREGA PARA A PF A MALA COM 500 MIL (FORA TEMER DIRETAS JÁ)




O deputado Rocha Loures parlamentar e aliado do Presidente golpista Michel Temer (PMDB), foi flagrado na noite de 24 de abril, em São Paulo, saindo apressado do estacionamento de uma pizzaria nos Jardins, carregando uma mala preta com R$ 500 mil em dinheiro vivo. Agentes da Polícia Federal o seguiam e o filmaram.

Na manhã de hoje ele entregou à Polícia Federal, em São Paulo, a mala dos R$ 500 mil da JBS.



A Procuradoria-geral da República acusou o presidente Michel Temer de tentar deter, juntamente com o senador suspenso Aécio Neves, o avanço da operação "Lava Jato" sobre o esquema de propinas na Petrobras, em denúncia enviada ao Supremo Tribunal Federal. Temer teria agido em coordenação com Aécio Neves, candidato presidencial em 2014, que foi suspenso tanto de seu mandato no Senado como da presidência do PSDB. "Verifica-se que Aécio Neves, em articulação, dentre outros, com o presidente Michel Temer, tem buscado impedir que as investigações da Lava Jato avancem, seja por meio de medidas legislativas, seja por meio do controle de indicação de delegados de polícia que conduzirão os inquéritos" Leiam na íntegra da transcrição da conversa: [Joesley]: E aí, doutor, Tudo bem? Tudo bem? Faz tempo que a gente não se vê. [Presidente Temer]: Hein? [Joesley]: Faz tempo que eu não te vejo. [Presidente Temer]: É que você está fora do Brasil. Soube que você estava morando […]. Está nos Estados Unidos? [Joesley]: É… tudo bem? Tô ficando muito, muito, a maior parte é lá. Como é que está a correria? [Presidente Temer]: Sabe que eu era tão feliz e agora sabe como é, né, cheio de compromissos, né? E aqui, primeiro, que você sabe que eu estou fazendo dez meses e parece que foi ontem, né? Parece que foi ontem e parece que foi uma […], são duas coisas. Segundo, que tenho uma oposição complicada […] no começo, né? Eles começaram: “golpe, golpe, golpe”, daí não passou. Aí “economia não vai dar certo, não vai dar certo”, e daí começou a dar certo e daí os caras estão num desespero, entendeu? Primeiro, que eu tenho o apoio do Congresso, se eu não tenho o apoio do Congresso, eu tô ferrado… [Joesley]: Muito grande, né? [Presidente Temer]: Tenho apoio da imprensa, enfim, mas vai dar certo, nós vamos atravessar isso daí, você vai ver. Vamos chegar no final deste ano já muito melhor. E em 2018 vamos comemorar. [Joesley]: Com certeza. Sabe que nós vamos chegar, é isso mesmo, vamos chegar no fim desse ano olhando pra frente, […] Olhando… [Presidente Temer]: Já começou, modestamente e tal, mas já começou. E uma coisa que eu não esperava que começasse agora. [Joesley]: Muito rápido. Foi muito rápido, porque você está falando dez meses, mas, na realidade… [Presidente Temer]: Há seis começou, né? [Joesley]: Então, porque teve aquele periodozinho ali muito duro, né, que não podia fazer nada, que não… [Presidente Temer]: Seis meses como titular e olha o que nós já fizemos. O teto dos gastos, a reforma […] aprovamos a […], eu acho que estava lá há dez meses e não se votava, aprovamos a admissibilidade da Comissão Nacional da Justiça, fizemos um grande acordo trabalhista, que acordaram sobre padrão das centrais sindicais. Muito rápido. [Joesley]: Muito rápido. Muita coisa e muito rápido. [Presidente Temer]: É. [Joesley]: O… a economia está bem, vai ter que baixar o juro rápido, porque a expectativa foi muito rápida, né? A reversão da expectativa. [Presidente Temer]: […] desce mais um, vai descendo responsavelmente. [Joesley]: E você sempre tem que deixar o mercado com a sensação de que foi pouco. Tem que ficar na sensação de que… [Presidente Temer]: Tem razão. [Joesley]: Não pode tomar a dianteira. Que você vê, o Banco Central baixou 25, depois 25, aí quando ele deu aquele 75, o mercado deu uma animada, só que aí já esperava 1, aí deu 75, é muito, 75 é muito, aí deu 1! O mercado: Pô, agora vai dar 1? O mercado vai achar pouco, pô, mas só 1, tinha que ser 1,5. Não, tá bom, presidente, é tarde, deixa eu te falar. Primeiro, eu vim aqui roubar dois, três minutinhos de você […]. Primeiro, que eu não tinha te visto, né, desde quando você assumiu. [Presidente Temer]: […] Quando eu assumi, não? [Joesley]: Não, não, antes de assumir. [Presidente Temer]: Antes de assumir. Dez meses. [Joesley]: Eu estive contigo no teu escritório, dez dias antes ali… [Presidente Temer]: É. Isso. [Joesley]: …quando estava ali naquela briga ainda, naquela guerra pela… [Presidente Temer]: Tem razão. [Joesley]: … pela rede social… [Presidente Temer]: Tem razão. [Joesley]: … e tal e coisa de golpe e tal. Mas, tudo bem, e aí, enfim, de lá pra cá eu vinha falando com o Geddel, enfim, e aí também não… [Presidente Temer]: Deu aquele problema… Aquele idiota… foi confiar nos outros dá nisso. [Joesley]: Bobagem. [Presidente Temer]: Uma bobagem que eles fez, agora, sem consequência alguma… [Joesley]: Não precisava daquilo. [Presidente Temer]: E o cara aproveitou pra fazer um carnaval. [Joesley]: Mas eu vinha falando com o Geddel, andei falando algumas vezes com o Padilha também, mas agora que o Padilha adoeceu, ficou adoentado, enfim, aí eu fiquei meio… falei “deixa eu ir lá pra dar uma… “. Queria primeiro dizer o seguinte: “tamo” junto aí, o que o senhor precisar de mim, viu, me fala. [Presidente Temer]: Está bom, mas tem que esperar passar essa… [Joesley]: E vim te ouvir um pouco, como é que o senhor está nessa situação toda aí do Eduardo? [Presidente Temer]: O Eduardo tentou me fustigar. [Joesley]: Eu não sei, como é que está a situação? [Presidente Temer]: A defesa, o Moro indeferiu 21 perguntas dele que não tem nada a ver com a defesa dele. Era pra amedrontar: “Eu não fiz nada, eu não sei o quê”, e no Supremo Tribunal Federal, olha só, que fatalidade. E ele está aí, rapaz, mas […]… [Joesley]: É, eu queria falar assim, muito aqui na… dentro do possível, eu fiz o máximo que deu ali, zerei tudo o que tinha de alguma pendência daqui pra ali zerou, tal, doutor. Já liquidou tudo e ele foi firme em cima, ele já estava lá e veio, cobrou, tal, tal e tal. Pronto, acelerei o passo e tirei da frente. O outro menino, o companheiro dele que tá aqui, né, que o Geddel sempre tava… [Presidente Temer]: Lúcio… […] [Joesley]: Isso, que o Geddel é que andava sempre ali, mas o Geddel também com esse negócio eu perdi o contato, porque ele virou investigado e eu também não posso encontrar ele. [Presidente Temer]: É complicado. […] [Joesley]: Isso. O negócio dos vazamentos. O telefone lá do Eduardo com o com Geddel, volta e meia citava alguma coisa meio tangenciando a nós e não sei o quê, e eu tô lá me defendendo. Como é que eu… o que eu mais ou menos dei conta de fazer até agora? Eu tô de bem com o Eduardo. [Presidente Temer]: Tem que manter isso, viu? […] [Joesley]: Todo mês, também, e tô segurando as pontas, tô indo. Nesses processos eu tô meio enrolado aqui, né, no processo assim… [Presidente Temer]: Você está sendo investigado. [Josley]: Isso, é, investigado, eu não tenho ainda denúncia. Aqui eu dei conta de um lado do juiz, dá uma segurada, do outro lado o juiz substituto, que é um cara que fica… [Presidente Temer]: Está segurando os dois? [Joesley]: Tô [Presidente Temer]: Ótimo, ótimo. [Joesley]: Segurando os dois. E eu consegui um procurador, dentro da força tarefa, que está também me dando informação, e eu lá que eu tô pra dar conta de trocar o procurador que está atrás de mim. Se eu der conta, tem o lado bom e o lado ruim. O lado bom é que dá uma esfriada até o outro chegar e tal, e o lado ruim é que se vem um cara com raiva ou com não sei o quê… [Presidente Temer]: […] [Joesley]: O que tá me ajudando, tá bom, beleza. Agora o principal é o que está me investigando. Eu consegui colar um no grupo. Agora eu estou tentando trocar… [Presidente Temer]: O que está […]? [Joesley]: Isso… tô nessa aí. Então tá meio assim, ele saiu de férias, até essa semana eu fiquei preocupado que saiu um burburinho de que iam trocar ele e não sei o quê. Eu tô com medo, eu tô só contando essa história para dizer assim: Eu tô me defendendo aí, tô me segurando e tal, os dois lá tô mantendo, tudo bem. Mas antes… o Geddel estava aqui com aquele negócio da anistia e quase não deu. [Presidente Temer]: Quase… […] empresariais que vão dizer que você […] são nossos. Se todos se reunirem e fizerem isso […], mas se todos fizerem isso. [Joesley]: Sabe que eu estive até com o presidente Lula, na época, lá no dia, que o PT, parte do PT… “ah, o Paulo Pedro não sei o quê…” – “pô, presidente, mas…” “ô, eu quero uma aguinha, um…”. “Água que você quer?” Todo mundo… [Presidente Temer]: […] [Josley]: Então, isso foi um negócio que… o negócio da autoridade também era outra, né? A autoridade. [Presidente Temer]: Dos depoimentos? [Joesley]: Porque, ô, Presidente, eu não sei o quanto o senhor está ao par assim de um pouco de verdade das coisas, mas é uma brutalidade, um negócio assim… O negócio é o seguinte: há duas semanas atrás, três semanas atrás, um garoto, que eu nunca ouvi falar, que ninguém conhecia, que trabalhava lá com o Lúcio, que era do financeiro lá, não conheço, nunca vi, ninguém nosso nunca viu, nunca nada, e o menino disse assim: “Ah, porque eu ouvi falar do Lúcio que não sei o quê, eu ouvi falar de..”. Pô, me rendeu um Fantástico, um Jornal Nacional, e um não sei o quê, e uma confusão… Ainda bem que eu tenho boa relação com a imprensa e consegui rapidamente… Aquietou. Foi um dia, dois, pronto, parou. Mas é um… Tudo bem. Sobre esse ponto aí também estamos tocando. [Presidente Temer]: […] [Joesley]: Consegui. Tô fazendo um… 50 mil por mês do rapaz e tal, pra ele me dar informação, pelo menos me dar informação. “Ah, teve reunião, falou isso, falou daquilo”. O bravo é…enfim, mas vamos lá. Eu queria falar sobre isso e falar como é que é que… pra mim falar contigo, qual é a melhor maneira, porque eu falava com o Geddel… Eu não vou lhe incomodar, evidente… [Presidente Temer]: […] [Joesley]: Eu sei disso. Por isso é que… [Presidente Temer]: […] é o Rodrigo. [Joesley]: É o Rodrigo? Ah, então ótimo. [Presidente Temer]: […] da minha mais restrita confiança. [Joesley]: Eu prefiro combinar assim, se for alguma coisa que eu precisar, tal e tal, eu falo com o Rodrigo. E se for algum assunto desse tipo aí… [Presidente Temer]: […] [Joesley]: Funciona super bem à noite, onze horas da noite, meia?noite, dez e meia, venho aqui, converso uns dez minutinhos, meia horinha, vou embora… Tá. Falar de outra coisa aqui. O Henrique, como é que você está com o Henrique? [Presidente Temer]: Tá muito bem. Tranquilo. [Joesley]: Tá tudo bem? [Presidente Temer]: Quer dizer, ele concorda, não que vai acontecer isso aqui, mas ele faz o que eu […] muito bem. [Joesley]: Ele é trabalhador. Ele é trabalhador. [Presidente Temer]: É trabalhador. […] o que essa gente fez com o Brasil é inacreditável. É inacreditável. Mas o Henrique vai muito bem comigo. Eu chamo ele pra trabalhar… [Joesley]: E ele gosta. [Presidente Temer]: Ele gosta. [Joesley]: Ele gosta de trabalhar. Você não chama ele pra ir pra praia. Se você for pra praia e chamar ele, ih… [Presidente Temer]: Não tem graça. [Joesley]: Agora, se falar: “não, vamos trabalhar”. Eu tenho o Henrique como muito disciplinado, lógico, tenho uma relação ótima com ele. E eu tive assim, o não sei, eu já andei falando com ele alguns assuntos, conhecendo ele, ele é […] pra caramba, né, presidente? Um dia eu falei com ele. […] e tal e ele: “aquilo lá, não, faz as coisas e tira fora”. “Mas não é você que manda nessa merda?” “Não, aquilo lá”… [Presidente Temer]: […]. [Joesley]: Então, aí que eu quero… Um dia eu falei assim: “Henrique, precisa mexer na Receita Federal, porra. Tanto tempo aí.”. – “tenho um monte de coisa pra fazer”. “Ixe, não. Não posso mexer.”. Aí… BNDES. Não, BNDES é planejamento. Mas foi você que botou a Maria Silvia lá! Não, não, é do Jucá… É outro… [Presidente Temer]: […] ligou, acertou e tal. […] [Joesley]: Queria ter alguma sintonia contigo, pra quando eu falar com ele, ele não jogar “Ah não, o Presidente não deixa, não quer.”. Pô, Henrique, mas você é muito banana, você não manda porra nenhuma.”. [Risos] Aí eu falei com… […] aí era o… o Presidente do CADE ia mudar, mudou ou botou alguém aí. [Presidente Temer]: Já mudou. [Joesley]: Já mudou? Isso. Aí falei: Ei, pô, presidente do CADE. Ah, isso aí… Quero dizer o seguinte, resumindo, eu também não sei se é hora de mexer em alguma coisa, porque dentro do contexto geral, também não quero importunar ele, também… se eu for mais… que eu trabalhei com ele quatro anos, se for mais firme nele “pô, Henrique, tem que…” eu acho que ele… acho que ele corresponde. [Presidente Temer]: Ele, você sabe, […] maiores […], a vinda dele pra mim, foi por você. [Joesley]: Isso. Até voltando um pouco, ao Carlos Eduardo, na época… “Ó, briguei lá, tal… Ó, agora tem que ver se…”, enfim, tudo bem, aí ele, uns quinze dias antes dele…, o Eduardo, aí ele veio e deu uma cobradazinha em mim. “Ó, agora tenho que trabalhar, né, e não sei o que e tal”. “Eduardo, não é assim também, espera aí, não é assim não.”. “Ah, mas puta que pariu.”. [Presidente Temer]: Aí deu no que deu. [Joesley]: Aí deu no que deu. Aí eu falei: “Eduardo… – Uns quinze dias antes – Eduardo, não é assim, não, espera aí.”. “Não, pô, você tá com a Ferrari aí?”. Porque ele se referia, que ficou Fazenda, Banco Central… Banco Central perdeu status de Ministro, né? Pô, o Henrique ficou muito prestigiado, né? Mas espera aí, o Henrique também não vai sair fazendo […]. Queria só, não sei se eu… te dar um toque em relação a isso, em relação a… eu não sei o quanto eu vou mais firme no Henrique, o quanto eu deixo ele com essa pepineira dele aí e tal… Enfim. [Presidente Temer]: […] [Joesley]: Se ele jogar pra cima de você, eu posso bancar e dizer assim: Não, não, qualquer coisa eu falo com ele. [Presidente Temer]: […] [Joesley]: Pronto. Qualquer coisa… Ah, então. Lógico, lógico. Eu não vou falar nada descabido. Agora, esse presidente do CADE […] falei com ele: “Henrique, é importantíssimo ter o Presidente do CADE ponta firme.”. [Presidente Temer]: […] [Joesley]: Já foi. Já foi. Em Janeiro agora. Eu falei pra ele. Ele já foi nomeado Presidente. [Presidente Temer]: Tem que ter uma conversa franca. [Joesley]: Não sei, então, talvez… Por exemplo, agora tá o Presidente da CVM pra trocar, não trocar… É outro lugar, é fundamental. E aí, queria assim… [Presidente Temer]: Você poderia falar com ele. [Joesley]: Mas é que se eu falar com ele e ele empurra pra você, eu poder dizer: “não, não, não, espera aí”. [Presidente Temer]: Pode fazer. [Joesley]: Só isso que eu queria ter esse alinhamento, pra gente não ficar… E pra ele perceber que nós estamos… [Presidente Temer]: […] [Joesley]: Mas quando eu digo de ir mais firme no Henrique é isso. Falar: Henrique, porra, mas você vai levar? Você vai fazer isso? Vô. Então tá bom. Então que ele venha. Pronto, é só esse alinhamento só que eu queria ter… [Presidente Temer]: Pode fazer isso. [Joesley]: E todos, em termos assim mais amplos, assim, genéricos… Quando eu falar um negócio, bom, pelo menos vai, consulta lá, vê. O negócio do BNDES lá, da operação, Geddel me falou que teve todo empenho… [Presidente Temer]: […] não sei exatamente quem […] e eles queriam que […] [Joesley]: Não deu de um jeito, mas deu do outro, então, tá, e deu certo. [Presidente Temer]: […] eu chamei e ela veio me explicar. Daí […] mas nós fizemos de outro jeito e deu certo. Então ela… [Joesley]: É, o BNDES está bem travado. Esse negócio do BNDES é outra. […] influência […] E Maria Silvia está falando com quem? Parece que tá problemático, viu? [Presidente Temer]: […] [Joesley]: Então. [Presidente Temer]: […] eu não sei porque tem dois servidores lá que estão com os bens indisponíveis […] os caras não podem mexer e por isso eles estão com medo de mexer em qualquer coisa. Está com uma verba lá de 150 bilhões. […] [Joesley]: É isso que eu quero. Se ele escorregar eu digo ó, consulta lá. [Presidente Temer]: Consulta o presidente. [Joesley]: Consulta e me fala. Tá bom. E Geddel, você tem visto ele? [Presidente Temer]: Falei com ele hoje por telefone. Mas ele […] [Joesley]: Ah, é? E ele? Exatamente. O Lula vai voltar? Como é que vai ser as eleições em 2018? [Presidente Temer]: Não sei. Está desempenhando como nunca […] está ruim, realmente está ruim, está pesado, está quebrada a economia etc. etc., mas eu acho que quando melhorar bem a economia […]. [Joesley]: Com certeza. Casa que falta pão não tem União. Não é assim? Não tem nenhum remédio melhor do que as coisas bem financeiramente… Todo mundo acalma, todo mundo… E no TSE, como é que está? [Presidente Temer]: O negócio tá com o Herman Benjamin agora. Um troço meio maluco, não consigo […] primeiro que eu acho que não passa negócio da minha cassação, não passa, porque eles têm uma consciência política ‘porra, mais um presidente’. Primeiro. Segundo, […]. Terceiro, caso tenha a procedência da ação, não perco os direitos políticos e uma procedência tem recurso no Supremo e até aí já terminou o mandato. […] [Joesley]: Então tá bom. Puta que pariu… [Presidente Temer]: Os aborrecimentos que você tá tendo também, né? [Joesley]: É duro, Presidente, pelo seguinte. Igualzinho o senhor aqui também, a gente fica equilibrando os pratos. Nós não temos só isso. Tem a empresa, tem o concorrente, tem os Estados Unidos, tem o dia a dia, tem a empresa, e isso de repente tem que parar por conta de resolver coisa… Eu falo lá pro Procurador, eu digo “Dr. Procurador, o senhor quer me investigar, não tem problema. Mas não fica dando solavanco, não. Não fica… sabe, dando solavanco e fazendo medidas… escancaradas, divulgando pra imprensa… Doutor, é o seguinte, eu posso estar certinho, mas eu vou chegar lá morto de tanto solavanco que o senhor vai me dar, se estiver 100% certo, eu morro. Para com isso.”. Da última vez eu falei: “faz um favor pra mim, me denuncia de alguma coisa”. E ele disse: “Mas não tenho nada pra denunciar”. “Então inventa. Para, porque eu não aguento. Se o senhor ficar desse jeito, o senhor vai me quebrar.”. Puta que pariu. E eu sei que o seguinte… Mas tudo bem. Nós somos do couro grosso, né? Vamos lá. [Presidente Temer]: Vai passar. Vai passar. Não vai ficar a vida toda assim, né? [Joesley]: Tem… Como se diz, tendo os pés no chão, também, passar vai passar. Tá faltando, talvez, presidente, quando estava ali falando da anistia, o negócio da autoridade… a gente tinha uma coisa objetiva pra lutar pelo que, né, não? Ó, estamos lutando, trabalhando… a gente tinha que pensar o quê? […] esses meninos eles não têm juízo. Não para. Vão ficar… Pum, pum, pum… Porque um delata um, que delata o outro, que delata um, que delata o outro… Delação com a verdade, não precisa provar nada. E você sabe de um negócio, que é o seguinte, eu até perdoo o… já teve uns quatro, cinco que delatou nós. Coisa estapafúrdia. Aquele Sérgio Machado, nunca vi esse cara na vida. Eu vi o vídeo. Eu fiquei pensando… que fala assim: Fala aí da JBS. Não, não tenho nada. Ah, mas então vai preso. Então não vai embora. Não, não conheço esse povo. Não, lembra… senão não fecho. Eu vi o vídeo, o pobre coitado do Sergio Machado que eu não conheço. Ele comemorando o último capítulo, era o JBS. Então fala o JBS. Aí ele decorou, leu um papelzinho lá, tal, tal, tal… Quando acabou: ah, acabou… Tá no vídeo. [Presidente Temer]: O Sérgio Machado? [Joesley]: É. Falando de JBS. Nós nunca passamos perto da Petrobras, da… Transpetro. Nunca vi esse Sérgio Machado na vida, nem ele, nem os filhos dele, nada. Mas o Procurador viu… Fala, senão… Fala. Lembra de alguma coisa. Qualquer coisa. Aí o cara… Ah… [Presidente Temer]: Se pudesse degravar […] [Joesley]: Eu fico imaginando, teve um menino, numa dessas operações, que estava preso, ele contando, ele teve que falar alguma coisa nossa. Ele contando, dá dó do cara. Falou: Gente, vocês não sabe. Eu fiquei quinze dias humilhado na cadeia, porque não tinha nada pra falar de vocês. Aí foi, foi, foi… eu falei. Você olha pro cara… De tudo que aconteceu conosco até agora, tem só um tal do PIC, que é procedimento investigativo criminal. Não tem nada, não tem uma prova, não tem um dinheiro meu no exterior que eu depositei, não tem uma… E no dia que aconteceu eu estava nos Estados Unidos. Eu liguei pro meu advogado, o que é isso? Ele também não sabia, é criminalista. Não, o delegado disse que não precisa se preocupar… É um PIC, procedimento Investigativo criminal. Só um procedimento investigativo. Tá bom. Meia hora falou ó, bloqueou as contas. Passou mais meia hora, ó, os bens estão bloqueados. Que coisa que não é problema? Passou mais meia horinha… Estão recolhendo os passaportes. Não pode viajar. Tá louco? Daqui a pouco… Ué? Procedimento investigativo tu é preso. Foi onde corri lá no Procurador, dei um seguro garantia de um bilhão e meio… Pronto, resolveu meu problema. Imagina se eu não consigo fazer um negócio desses? É muito desproporcional. Então, eu acho, Presidente, assim, tem que criar… não sei o que também, alguma agenda, alguma coisa. Eu estava lendo PSDB, né, esse choque aí. Agora estão se mexendo, dizendo: Não, não sei o que… […] [Presidente Temer]: […] e daí começa a dar solução. [Joesley]: Não vou tomar mais seu tempo não. Obrigado. [Presidente Temer]: Bom te ver aí, viu. [Joesley]: Adorei te ver. Nós estamos combinando o seguinte, ó, primeiro, precisando de alguma coisa a gente se fala. [Presidente Temer]: Obrigado. [Joesley]: Segundo, estamos lá nos defendendo. Terceiro, o negócio do Henrique, ótimo. E, enfim, se surgir alguma novidade… e se for urgente, eu… [Presidente Temer]: […] [Joesley]: Eu gostei desse jeito aqui. Eu vim dirigindo, nem vim com motorista, eu mesmo dirijo. [Presidente Temer]: […] Rodrigo se identifica lá. [Joesley]: Eu tinha combinado de vim com ele. [Presidente Temer]: Ah, você veio sozinho? [Joesley]: Eu vim sozinho, mas eu liguei pra ele era dez e meia, até por isso que atrasei cinco minutinhos. Aí deu nove e cinquenta mandei mensagem pra ele. Ele não respondeu, deu dez e cinco eu liguei. Cadê? Puta, eu tô num compromisso aqui, vai lá, fala… Eu passei a placa do carro e fui chegando e eles abriram, nem dei meu nome. Fui chegando, viram a placa do carro, entrei… funcionou superbem. O senhor vai mudar pro outro [Palácio do Alvorada]? [Presidente Temer]: Eu mudei pro outro e fiquei uma semana lá […] Primeiro, tem lá embaixo, né? [Joesley]: Conheço, conheço, o térreo. [Presidente Temer]: Em cima, partindo da parte debaixo, então tem oito, dez dormitórios, tem cozinha, tem massagem […] e eu não consegui dormir […]. Falei: vamos voltar. E ela foi pra Bahia três dias e da Bahia daí não aguentei. […] [Joesley]: É muito frio, aqueles vidrão… Como é que a Dilma aguentava ficar sozinha lá? Bom, deixa eu ir embora. Já é tarde. [Presidente Temer]: Mas você tá bem disposto, né, Joesley? [Joesley]: Tô bem. Deixa eu pegar… [Presidente Temer]: Você emagreceu. [Joesley]: Emagreci. Estou me alimentando bem. Comendo mais saudável. Mas não é comendo pouco, não. Tô comendo bastante. Mas coisa mais saudável. Menos doce, menos industrializado… [Presidente Temer]: […] 

O EX PRESIDENTE LULA NÃO É CHEFÃO E NUNCA FOI BANDIDO ELE É UM LÍDER DA CLASSE TRABALHADORA

O ex presidente Lula não é chefão e nunca foi bandido ele é um líder que defende os interesses da classe trabalha...