quinta-feira, 21 de junho de 2018

O MAIOR DE TODOS OS MISTÉRIOS DA RUSSIA ( Incidente do Passo Dyatlov)

























Incidente do Passo Dyatlov foi um acontecimento que resultou na morte de nove esquiadores ao norte dos montes Urais na noite de 2 de fevereiro de 1959. O incidente aconteceu na costa leste da montanha Kholat Syakhl (Холат Сяхл), cujo nome em mansi significa "Montanha dos Mortos". Desde então, o passo de montanha onde o incidente ocorreu é chamado de Passo Dyatlov (Перевал Дятлова), baseado no nome do líder do grupo, Igor Dyatlov.

A ausência de testemunhas e as investigações subsequentes acerca da morte dos esquiadores inspiraram intensas especulações. Investigadores da época determinaram que os esquiadores rasgaram suas barracas de dentro para fora, fugindo a pé sob forte nevasca. Apesar dos corpos não demonstrarem sinais de luta, duas vítimas apresentavam o crânio fraturado e duas tinham costelas partidas. As autoridades soviéticas determinaram que uma "força desconhecida" provocara as mortes; o acesso à região foi consequentemente bloqueado a esquiadores e aventureiros por três anos após o incidente. Devido à ausência de sobreviventes, a cronologia dos eventos ainda permanece incerta.
Em 26 de fevereiro, as equipes de busca encontraram o acampamento abandonado em Kholat Syakhl. A barraca estava arruinada, e um conjunto de pegadas seguiam até a margem de um bosque próximo, estando cobertas por neve após 500 metros. Na beira da floresta, sob um grande e antigo pinheiro, foram encontrados os restos de uma fogueira, juntamente com os primeiros dois corpos, descalços e usando apenas roupa de baixo. Entre o pinheiro e o acampamento estavam outros três corpos, mortos em posição que sugeria que estivessem tentando voltar às barracas. Eles foram encontrados separadamente, a distâncias de 300, 480 e 630 metros do pinheiro.[

A barraca ao ser encontrada pelas equipes de busca em 26 de fevereiro de 1959
Um inquérito foi aberto imediatamente após o surgimento dos cinco primeiros corpos. Um exame médico não encontrou ferimentos que pudessem ter provocado as mortes, sendo concluído que todos morreram de hipotermia. Um dos corpos apresentava uma pequena fissura no crânio, inicialmente não considerada um ferimento fatal.

O exame dos quatro corpos encontrados em maio mudou completamente o cenário. Três deles apresentavam ferimentos fatais, sendo dois com fraturas cranianas e dois com extensas fraturas torácicas. A força necessária para provocar tais ferimentos teria de ser extremamente alta, com um dos especialistas comparando-a à força de uma colisão automobilística. O mais notável é que os corpos não traziam feridas externas, como se tivessem sido esmagados por um alto nível de pressão. Apenas um dos mortos tinha um ferimento externo considerável: estava sem a língua. A análise das roupas identificou que elas continham um elevado nível de radiação.

Minha Opinião: Não foi nenhuma especie de alienígena conhecida por Russos ou Norte Americanos e nem mesmo os seus serviços secretos sabem o que aconteceu é por isto que existe uma lei nos EUA que proíbe o contato com qualquer forma de vida desconhecida ou extraterrestre por causa da contaminação biológica ou por radiação e os civis que tiveram contato em diversos casos na maioria faleceram.            



Eu vou explicar aqui para vocês porque existe uma Lei Norte Americana que proíbe o contato com inteligências extraterrestres e o motivo é bem simples e no vídeo acima onde o Coronel Uyrangê Hollanda faz seu depoimento sobre a Operação Prato onde relata que todas as pessoas que tiveram seu corpo perfurado por sondas extraterrestres na ilha de Colares morreram algumas semanas após o ocorrido devido a uma contaminação de origem radiativa ou biológica e inclusive o próprio Coronel que aparece no vídeo apareceu enforcado em suas residência (provavelmente assassinado) depois de ter revelado estas informações.

A FAB não sabe de onde eles vem e para onde eles vão e muito menos quem são eles e por isto não revela nada ao público mas poderia ter deixado uma orientação para as pessoas onde existem estas incidências para se afastarem destas sondas porque correm risco de vida.        




A lei norte-americana que proíbe contato
No dia 16 de julho de 1969, o governo dos Estados Unidos aprovou uma lei chamada "Lei da Exposição Extraterrestre", vigente até hoje, a qual proíbe qualquer cidadão de manter contatos com seres extraterrestres e seus veículos espaciais. (Titulo 14, Sessão 1211 do Código Federal de Regulamentos) . Qualquer indivíduo culpado de tal infração, ou seja, ter contatos com extraterrestres ou aproximação com UFOs, poderá pegar até um ano de prisão e ainda pagar uma multa de 5.000 dólares (US$5.000,00) . Toda pessoa que tenha sido exposta a tal situação, poderá ser colocada em quarentena, sob vigilância a...



Foi criada, originalmente, supostamente para proteger a Terra de uma possível contaminação biológica resultante do Programa Espacial Apollo [US Apollo Space Program] e outros programas de exploração espacial. Pesquisadores e cientistas sugeriram que o governo norte-americano estava muito preocupado com um possível contágio mundial causado por contato com algum organismo extraterrestre. Foi determinado que o sistema imunológico dos seres humanos não seria capaz de combater o contato próximo ou penetração de elementos extraterrestres, portanto, qualquer tipo de exposição nesse sentido seria encarado seriamente por parte das autoridades.







,iLev Ivanov, chefe da investigação, disse durante entrevista em 1990 que, nos meses de fevereiro e março de 1959, diversas testemunhas, incluindo militares e meteorologistas, haviam relatado a visão de "esferas voadoras brilhantes" na área. Ivanov afirmou, na mesma entrevista, que já na época do incidente imaginara haver algum tipo de relação entre os casos.[1]

Inicialmente, especulou-se que o povo indígena Mansi poderia ter atacado e assassinado o grupo por invadir seu território, mas as investigações indicaram que a natureza das mortes não suportaria tal tese; apenas as pegadas dos esquiadores eram visíveis, e eles não apresentavam sinais de combate corpo-a-corpo.

Evidências sugerem que o grupo foi obrigado a deixar o acampamento durante a noite, quando já estavam dormindo. Embora a temperatura estivesse baixa (por volta de -25° a -30°C), com tempestade e fortes rajadas de vento, os mortos estavam apenas parcialmente vestidos. Alguns deles tinham apenas um sapato, enquanto outros usavam somente meias. Outros foram encontrados enrolados em pedaços de roupas rasgadas, aparentemente arrancadas daqueles que já haviam morrido.

O veredito foi que todos os integrantes do grupo morreram devido a uma "força desconhecida". O inquérito foi oficialmente encerrado em maio de 1959 devido à "ausência de parte culposa". Os documentos relativos ao caso foram então arquivados, sendo divulgados ao público somente na década de 1990, ainda assim em fotocópias com diversas partes ausentes.[1]


Fontes pesquisadas.    


" "Перевал Дятлова" - Урал
 "Цена гостайны - девять жизней", изд-во - "Уральский рабочий", Свердловск

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