terça-feira, 26 de junho de 2018

O STF TEM QUE DETERMINAR A LIBERDADE DE LULA É INCONSTITUCIONAL MANTER ELE PRESO

DISCURSO HISTÓRICO DE LULA EM PORTO ALEGRE  
EU MESMO EM CARNE OSSO E ESPÍRITO ASSISTINDO O DISCURSO HISTÓRICO DE LULA EM PORTO ALEGRE 


O TRILPEX NUNCA PERTENCEU A LULA AQUI ESTA A PROVA PORQUE ESTA EM NOME DA OAS EMPREENDIMENTOS S.A... O TRIPLEX NUNCA FOI REFORMADO AS FOTOS DO MTST PROVAM ISTO E NÃO FOI INSTALADO NENHUM ELEVADOR TAMBÉM.

O EX PRESIDENTE LULA NUNCA COMETEU NENHUM ATO ILICITO NA PETROBRAS AQUI ESTA A PROVA .

“PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, vem pro meio desta, em resposta ao ofício acima mencionado, recebido no dia 24 de março de 2017, no qual V. Exa. solicita, para fins de instrução da ação pena, que seja informado a esse juízo se, durante realização de auditoria na Petróleo Brasileiro S/A, Petrobras, foi identificado algum ato de corrupção ou ato ilícito com a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, como se positivo, o envio de cópia, informar que, no período em que atuamos como auditores independentes da companhia (exercícios sociais de 2012 a 2016), não foram identificados e nem trazidos ao nosso conhecimento atos de corrupção ou atos ilícitos com a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva”







O STF deve determinar a liberdade do ex presidente Lula porque é inconstitucional manter ele preso e todos temos muitas dúvidas a serem esclarecidas aonde estão as provas materiais de que o Triplex é do Lula? aonde estão as provas de que ele ocultou patrimônio? estas provas não existem e não existe prova de favorecimento a nenhuma empreiteira em nenhum contrato da Petrobras.
   

Isoladamente a delação premiada não constitui prova suficiente para a condenação do réu. Isso é texto expresso da lei 12.850/13, art. 4º, § 16, que diz: “Nenhuma sentença condenatória será proferida com fundamento apenas nas declarações de agente colaborador”.

A delação premiada, como se vê, por força da lei, é prova, porém, meramente indiciária, porque se não corroborada por outras provas seguras (que estejam além da dúvida razoável), não vale nada para o fim da condenação (nem sequer do próprio réu, que para colaborar deve confessar participação no delito). Essa é a regra da corroboração.

Existe uma perseguição Judicial de setores partidarizados da Justiça foi o que um especialista de Havard disse e eu concordo com ele e se existe uma corregedoria para Procuradores e Juizes eles tem a obrigação de apurar quais Delegados Juizes e Promotores são partidarizados e porque eles foram escolhidos para investigar um adversário político deles o nosso Ex Presidente Lula que é vítima de perseguição judicial e da grande mídia que também o considera um adversário político porque esta mídia também esta partidarizada e por isto não tem ética e é sempre parcial.

De acordo com o advogado, a estratégia, batizada internacionalmente como "lawfare", uma espécie de "arma de guerra", em que é eleito um inimigo e a lei passa a ser usada ou manipulada contra aquele definido como tal. prevê, entre outras práticas, a "manipulação do sistema legal", a "promoção da desilusão popular" e a "acusação das ações dos inimigos como imorais e ilegais"-- técnicas que, segundo Zanin, estariam sendo empregadas contra Lula e a família.





Lawfare em português, 'guerra jurídica'), é o emprego de manobras jurídico-legais como substituto de força armada, visando alcançar determinados objetivos de política externa ou de segurança nacional e tem a finalidade de causar danos a um adversário político de modo que este não possa perseguir objetivos, tais como concorrer a uma função pública no caso do Brasil esta sendo aplicada contra o Ex Presidente Lula por setores da mídia e da Justiça partidarizados com seus adversários políticos e como objetivo as eleições de 2018 Lawfare são basicamente instrumentos jurídicos para fins de perseguição política, destruição de imagem pública e inabilitação de um adversário político.

Manipulação do sistema legal, com aparência de legalidade, para fins políticos.

Abuso do direito para danificar e deslegitimar um adversário;

Promoção de ações judiciais para descredibilizar o oponente.

Tentativa de influenciar opinião pública: utilização da lei para obter publicidade negativa.

Judicialização da política: a lei como instrumento para conectar meios e fins políticos.

Promoção de desilusão popular.

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