quarta-feira, 28 de novembro de 2018

A ORDEM DOS GENERAIS E DEIXAR LULA NA PRISÃO ATÉ MORRER?




Meus amigos nós temos conhecimento de que a prisão de Lula é política e por ordens de empresários e militares porque mesmo depois de todos estes anos de ataques da imprensa Lula continua sendo o maior líder político da América Latina e querem deixar ele na prisão até morrer.

 Aonde estão as provas materiais de que o Triplex é do Lula? aonde estão as provas de que ele ocultou patrimônio? não existem vocês da imprensa estão querendo distrair o povo enquanto eles votam a reforma da previdência que beneficia vocês e os empresários que os apoiam que devem centenas de bilhões em impostos.

O Juiz Sergio Moro atuou de forma determinada e obcecada para prender o ex presidente Lula em tempo recorde e impedir a sua candidatura beneficiando diretamente o seu principal adversário político Jair Bolsonaro e agora aceita o convite dele para ser Ministro da Justiça de ainda atua como garoto propaganda do seu governo e isto é antiético e imoral e deixa todo mundo desconfiado.   

Leiam o que o Ministro Teori Zavascki declarou um dia antes de morrer em um suspeito acidente de avião.

 "O método Moro de manter presas pessoas sem culpa configurada em busca de delações, é "medievalesco" e envergonha qualquer sociedade civilizada. Teori Zavascki.  



Isoladamente a delação premiada não constitui prova suficiente para a condenação do réu. Isso é texto expresso da lei 12.850/13, art. 4º, § 16, que diz: “Nenhuma sentença condenatória será proferida com fundamento apenas nas declarações de agente colaborador”.


A delação premiada, como se vê, por força da lei, é prova, porém, meramente indiciária, porque se não corroborada por outras provas seguras (que estejam além da dúvida razoável), não vale nada para o fim da condenação (nem sequer do próprio réu, que para colaborar deve confessar participação no delito). Essa é a regra da corroboração.


O Bolsonaro em vários vídeos do facebook ameaça com revalida light com Guantánamo e isto é ofensa e falta de respeito com os médicos cubanos que atenderam muito bem a população aqui do Brasil.


 Leiam um trecho da matéria do The Intercept e a Secretaria de Privatizações


Paulo Guedes, em vias de se tornar o mais poderoso ministro à frente da economia brasileira desde o fim da ditadura militar, construiu sua carreira no universo financeiro, também como um posto Ipiranga. A partir dos anos 80, pessoas físicas, empresas e, principalmente, fundos que cuidam do dinheiro de outras pessoas e empresas confiaram na propalada sabedoria de Guedes para aplicar seus recursos.

Nos últimos cinco anos, o faro de Guedes esteve à serviço da Bozano Investimentos, uma gestora de recursos sediada no coração do bairro mais nobre do Rio de Janeiro, o Leblon. Três dias depois da vitória de Bolsonaro, o economista ainda era o presidente da Bozano – depois, se afastou da empresa e disse que venderá suas ações até 1º de janeiro. E a maneira como aplicou o dinheiro gerido pela companhia indica que, para serem rentáveis, esses investimentos dependem de privatizações nas áreas de saúde, educação e energia, além de reformas liberais no setor financeiro, no varejo e na construção civil.


Há também, sob gestão da Bozano, fundos que se concentram em investimentos em títulos públicos, mas é o posicionamento das fichas de Guedes na roleta do mercado de ações que revela a força da convergência entre as intenções declaradas por ele para a economia brasileira e as apostas feitas em praticamente todas as empresas investidas pela Bozano. Antes de assumir o ministério, Guedes posicionou muito bem seus cavalos no setor privado.


No recorte de julho, ações do Bradesco e da B3 (antiga BM&F) eram os principais investimentos do fundo da Bozano. Guedes tem alinhamento natural com o setor bancário e com o mercado financeiro, privilegiados pela lógica ultraliberal defendida por ele. Enquanto o programa de governo de Fernando Haddad dizia querer taxar os bancos privados e fortalecer os bancos públicos para “superar a estrutura oligopolista que controla o sistema financeiro e bancário”, Guedes quer o contrário. Sua ideia é privilegiar o sistema privado, inclusive vendendo aos pedaços a Caixa e o Banco do Brasil.

Nesse contexto, a reforma da Previdência, considerada ideal por Guedes, é a primeira ponta de interesse dos bancos privados. Eles estão de olho no sistema de capitalização. Cada trabalhador contribuiria para a sua própria conta de aposentadoria, que poderia ser resgata mensalmente até o fim da vida a partir de determinada idade ou sacada na íntegra. Isso acabaria com o sistema atual de repartição, em que a sua contribuição serve também para pagar a aposentadoria de outros cidadãos.



  Agora querem obrigar a privatizar estatais que rendem lucros como Banrisul e CEEE para que? não faz sentido nenhum.


 Existem muitos boatos na internet de que nunca houve atentado que era apenas uma cirurgia necessária mas são só boatos porque o presidente não é mentiroso como nos sabemos. E os militares nunca mentiram para o povo e nunca houve ocultação de cadáveres e seqüestros, torturas, estupros, execuções de inocentes durante a ditadura.


 Porque as pessoas inventam estes boatos contra gente de bem honesta que defende a moral e os bons costumes o Silas e o Edir Macedo já disseram que ele foi escolhido por Deus mas eles sempre usaram o nome de Deus para enganar o povo.









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