quinta-feira, 29 de novembro de 2018

PORQUE QUEREM PRIVATIZAR AS NOSsAS ESTATAIS EU TENHO UMA TEORIA

Eu tenho uma teoria e creio que investidores estão investindo em partidos políticos com o fito de obter lucros com as decisões políticas como a aprovação das privatizações que é a principal atividade financeira destes investidoras.

 Eu não tenho conhecimento dos grupos de empresários brasileiros que são financiados pelos chineses, europeus ou norte americanos e nas campanhas de políticos que eles investiram para aprovar as privatizações.

 Leiam um trecho da matéria do The Intercept e a Secretaria de Privatizações


Paulo Guedes, em vias de se tornar o mais poderoso ministro à frente da economia brasileira desde o fim da ditadura militar, construiu sua carreira no universo financeiro, também como um posto Ipiranga. A partir dos anos 80, pessoas físicas, empresas e, principalmente, fundos que cuidam do dinheiro de outras pessoas e empresas confiaram na propalada sabedoria de Guedes para aplicar seus recursos.

Nos últimos cinco anos, o faro de Guedes esteve à serviço da Bozano Investimentos, uma gestora de recursos sediada no coração do bairro mais nobre do Rio de Janeiro, o Leblon. Três dias depois da vitória de Bolsonaro, o economista ainda era o presidente da Bozano – depois, se afastou da empresa e disse que venderá suas ações até 1º de janeiro. E a maneira como aplicou o dinheiro gerido pela companhia indica que, para serem rentáveis, esses investimentos dependem de privatizações nas áreas de saúde, educação e energia, além de reformas liberais no setor financeiro, no varejo e na construção civil.


Há também, sob gestão da Bozano, fundos que se concentram em investimentos em títulos públicos, mas é o posicionamento das fichas de Guedes na roleta do mercado de ações que revela a força da convergência entre as intenções declaradas por ele para a economia brasileira e as apostas feitas em praticamente todas as empresas investidas pela Bozano. Antes de assumir o ministério, Guedes posicionou muito bem seus cavalos no setor privado.


No recorte de julho, ações do Bradesco e da B3 (antiga BM&F) eram os principais investimentos do fundo da Bozano. Guedes tem alinhamento natural com o setor bancário e com o mercado financeiro, privilegiados pela lógica ultraliberal defendida por ele. Enquanto o programa de governo de Fernando Haddad dizia querer taxar os bancos privados e fortalecer os bancos públicos para “superar a estrutura oligopolista que controla o sistema financeiro e bancário”, Guedes quer o contrário. Sua ideia é privilegiar o sistema privado, inclusive vendendo aos pedaços a Caixa e o Banco do Brasil.

Nesse contexto, a reforma da Previdência, considerada ideal por Guedes, é a primeira ponta de interesse dos bancos privados. Eles estão de olho no sistema de capitalização. Cada trabalhador contribuiria para a sua própria conta de aposentadoria, que poderia ser resgata mensalmente até o fim da vida a partir de determinada idade ou sacada na íntegra. Isso acabaria com o sistema atual de repartição, em que a sua contribuição serve também para pagar a aposentadoria de outros cidadãos.



  Agora querem obrigar a privatizar estatais que rendem lucros como Banrisul e CEEE para que? não faz sentido nenhum. a PETROBRAS, a ELETROBRAS etc...eles os investidores querem os lucros que estas empresas dão ao Estado e pegar para eles é bem simples e a desculpa é sempre a mesma de cabides de empregos para políticos e mentiras quanto aos lucros reais e invenções sobre prejuízos.   

Nenhum comentário:

Postar um comentário