segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

O QUE INTERESSA PARA OS EUA, RÚSSIA E CHINA É O PETRÓLEO DA VENEZUELA COMO FOI NO IRAQUE, LIBIA, SÍRIA, BRASIL









"O impressionante documentário produzido pelos irlandeses Kim Bartley e Donnacha O'Briain sobre o golpe contra o presidente Hugo Chávez, em abril de 2002, põe a nu toda e qualquer defesa que se possa pretender fazer dos meios de comunicação de massa em qualquer lugar do hemisfério ocidental.
O padrão global, aqui no Brasil, na Venezuela, nos Estados Unidos,na Argentina, na Itália, onde quer que seja, é pura farsa e se insere no contexto do embate entre os que defendem o mundo "globalitarizado" sob o domínio militar dos EUA e da OTAN
O documentário foi exibido no Brasil pela TV Câmara, TV Escola e TV Senado, lógico quando a Globo iria mostrar um trabalho assim? Nunca. Cada vez mais fica evidente que a série de reportagens que Miriam Leitão fez na Venezuela, na semana que antecedeu ao golpe, foram preparação da opinião pública, tentando mostrar um governo desacreditado, quando desacreditadas estão as elites.
Kim Bartley e Donnacha O'Briain estavam na Venezuela trabalhando numa outra idéia, um documentário sobre o governo bolivariano, quando foram pegos de surpresa pelo golpe, no interior do Palácio Miraflores e puderam, sem qualquer espécie de edição, apenas ordenar as cenas, mostrar o instante em que a mentira televisiva, foi um golpe da televisão privada associada a generais corruptos e empresários (empresário são sempre corruptos, o adjetivo é desnecessário), enfrentado e abortado por uma espetacular reação do povo.
A cena da posse do mafioso Pedro Carmona na presidência e os instantes que antecederam a prisão de Chávez são magistrais. No instante Carmona a elite, os 256 homens e mulheres mais importantes da Venezuela, como os nossos daqui, os de Comandatuba, refestelados no poder que imaginavam seria duradouro.


O documentário foi exibido no Brasil pela TV Câmara, TV Escola e TV Senado, lógico quando a Globo iria mostrar um trabalho assim? Nunca. Cada vez mais fica evidente que a série de reportagens que Miriam Leitão fez na Venezuela, na semana que antecedeu ao golpe, foram preparação da opinião pública, tentando mostrar um governo desacreditado, quando desacreditadas estão as elites.



Esta resposta foi dada por um Assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, general James Jones, em uma visita ao Brasil. Em demorada audiência com o ministro Edson Lobão, o gringo abriu o jogo. Reconheceu que segurança, hoje, para a nação americana, traduz-se em energia. Garantir petróleo e outras fontes energéticas transformou-se na maior preocupação e no principal objetivo de seu país. Sem combustível, que não produz mais nas quantidades necessárias ao consumo, os Estados Unidos iriam atrás da vaca, quer dizer, para o brejo. Assim, todo o aparato militar é mobilizado para sustentar o abastecimento.

O general não falou, e nem precisava, que por esses motivos os americanos invadiram o Afeganistão e o Iraque destruíram Líbia e grande parte da Síria , como poderão estar a um passo de fazer o mesmo com o Irã e como planejaram o Golpe de Estado no Brasil . Fica ridículo inventar perigos e provocações inexistentes, como a existência de armas químicas  de destruição em massa ou instalações nucleares nos países cobiçados por dispor de petróleo como na Venezuela que tem as maiores reservas de petróleo do mundo superiores as da Arábia Saudita e a preocupação em libertar o povo venezuelano de um ditador é apenas marketing para a imprensa tentar promover um golpe de estado ou até mesmo uma guerra civíl matando milhares como fizeram na Síria porque o que realmente importa é sustentar o abastecimento e a preocupação com o povo é uma farsa para esconder as suas verdadeiras intenções. 



 Brasil acaba de requerer passaporte para entrar no clubinho dos privilegiados produtores em massa, é bom tomar cuidado porque alguns anos atrás a Petrobras confirmou que dados sobre INFORMAÇÕES sísmicas, que podem incluir a descoberta de petróleo e gás, foram furtados de um contêiner da empresa. Segundo a estatal, as informações eram sigilosas e relevantes. A Petrobras informou apenas que o furto foi feito de uma empresa terceirizada prestadora de serviços, mas não citou nomes e detalhes sobre o conteúdo dos dados roubados, nem se continham números sobre o megacampo de Tupi, na Bacia de Santos. A Petrobras também evitou comentar detalhes do furto, mas disse que possui cópias das informações.



Se não pudessem comprar iriam tomar e foi o que ele fizeram tomando conta da Imprensa e do Congresso e aplicando um Golpe de Estado Parlamentar ilegal e sem precisar movimentar suas tropas para o Brasil.



Depois de pôr a política externa americana de cabeça para baixo, o WikiLeaks acaba de entrar em um território sensível não apenas aos EUA, mas a todo o mundo. O site revelou nada menos do que a relação de pontos situados mundo afora considerados estratégicos para o governo americano

Todos os países ocidentais são de tempos em tempos confrontados com o que denominamos crise de energia, provocada pelos banqueiros internacionais.

Em 1974, por exemplo, o preço do petróleo bruto subiu em espiral devido ao embargo da OPEP sobre o petróleo. Os banqueiros internacionais concluíram, nos bastidores, um acordo com os dirigentes árabes da OPEP. O principio é muito simples. Os árabes ganhariam com isso, pois o preço subiria; o automobilista, quer dizer, o comprador, pagava, e os cartéis do petróleo receberiam. Isso aconteceu com a ARCO, SHELL, MOBIL, EXXON, etc., que estavam ligadas com o Chase Manhattan Bank (Rockefeller). O Chase Manhattan Bank havia por sua vez, concluído um acordo com os dirigentes da OPEP. Estes haviam vendido caro seu petróleo, e sua parte no mercado consistia em colocar seus benefícios por 30 anos a 7% de juros para o Chase Manhattan Bank.

Graças a esses investimentos, empréstimos colossais foram concedidos aos países do terceiro mundo, como o México, o Brasil e a Argentina. Esses países são então sangrados pelo pagamento de juros excessivamente elevados. Para equilibrar esses pagamentos de juros, o que eles só podem fazer através de dinheiro, eles são obrigados a sofrer uma chantagem por parte dos bancos e a aceitar que eles exerçam uma influência ainda maior sobre sua economia e sua política.


Vocês sabem o motivo pelo qual a mídia brasileira fala mal de manhã de tarde e de noite do Governo da Venezuela? porque eles não estão alinhados com os EUA     

Segundo o relatório anual da Organização do Países Exportadores de Petróleo (Opep), divulgado em setembro deste ano, a Venezuela ultrapassou a Arábia Saudita em volume de reservas de petróleo cru. Com  296,5 bilhões de barris em seu solo, a Venezuela torna-se o número um no ranking dos países com maiores reservas de petróleo, posto ocupado tradicionalmente pela Arábia Saudita, que caiu para o segundo lugar, com 264,5 bilhões de barris.

Em relação ao relatório do ano passado, a Venezuela aumentou em 40% o número de suas jazidas. Já a Arábia Saudita permaneceu estável, por isso essa mudança no quadro mundial da distribuição de petróleo. Em terceiro lugar no ranking dos países com maiores jazidas aparece o Irã, com 151,1 bilhões de barris e, em quarto, o Iraque, com  143,1 bilhões de barris.


Ainda faltam estudos que avaliarão se todas essas novas jazidas de petróleo venezuelano são economicamente viáveis. Por hora a informação é recebida com cautela pelo mercado mundial.



Leiam o que Guilherme Estrella escreveu: 

"Vocês acham que vamos compartilhar essa riqueza incomensurável com estrangeiros?"

  
Estrella denunciou aqueles que praticam o que chamou de “terrorismo de Estado” - os transgressores que usam os direitos constitucionais e, dentro do aparelho de Estado, engendram a crise e o Golpe!

E sugeriu que os jovens da plateia usassem a internet, maciçamente, para enfrentar esses “selvagens”.

Porque a “grande mídia”, aqui chamada de PiG, o PiG defende os totalitários!, disse ele!



E contou o episódio de Majnoon, um dos maiores poços de petróleo do mundo, que os geólogos da Petrobras descobriram no Iraque.


A narrativa ilustra o caráter mau-caráter, traidor, do Serra, que luta furiosamente para cumprir o que prometeu à Chevron: entregar o pré-sal, como demonstra o WikiLeaks.

Contou o Geólogo Guilherme Estrella.

Em 1963, militares da corrente baathista assumiram o poder no Iraque, que era uma construção artificial dos ingleses, quando desmoronou o Império Otomano – assistir a Lawrence de Arábia.

A certa altura, os jovens militares nacionalizaram o petróleo e criaram a INOC, Irak National Oil Company.

As petrolíferas a quem, hoje, o Cerra quer entregar o pré-sal recorreram, então, à Corte Internacional de Haia e, inacreditavelmente, venceram.

E se montou um embargo, de âmbito mundial, ao petróleo iraquiano.

O Iraque não podia mais vender petróleo, como aconteceu, recentemente, com o Irã, até fazer o acordo com os Estados Unidos.

Como se sabe, naquela altura, o Brasil importava 2/3 do petróleo que consumia e o Iraque era um de seus maiores fornecedores.

O Governo Geisel não teve duvida.

Desrespeitou o embargo e continuou a comprar petróleo do Iraque.

O tempo passou e o Governo do Iraque, agradecido, comprou Volkswagens brasileiros, pediu à empreiteira Mendes Junior – hoje destruída pelo Moro – para construir uma ferrovia lá, e chamou geólogos da Petrobras para tentar achar petróleo numa área promissora, mas inexplorada.

E a Braspetro,  – hoje quase destruída pelo Moro - , sob a liderança de Bolivar Montenegro Guerra, descobriu um “super-gigante” poço.

O jovem Estrella estava lá, na equipe da Braspetro.

Segundo o contrato original, a Braspetro teria uma fatia gorda no que achasse, porque ela, sozinha, assumiu os riscos materiais e empregou a sua tecnologia para fazer a incrível descoberta!

Uma certa manhã, a equipe da Petrobras – que o Moro não descansa enquanto não destruir – foi convocada, em Bagdá, à direção da INOC.

Os dirigentes iraquianos disseram, em bom português:

- Parabéns, vocês são formidáveis, mas esse petróleo é nosso! Não faz nenhum sentido o Iraque compartilhar essa riqueza incomensurável com estrangeiros. O nosso futuro está aqui, em Majnoon. Então, nós agradecemos muito, vamos ressarcir sua empresa de todos os gastos feitos aqui, mas, passem bem!

E a Braspetro voltou para o Brasil de mãos abanando.

Abanando, não!

Com mais conhecimento, com um acervo tecnológico mais amplo, o que faz dela uma das melhores companhias petrolíferas do mundo.


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